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Há 1245, em 1781, nascia no Espírito Santo, o Mártir Domingo José Martins líder da Revolução de 1817, que morreu
Anselma Bandeira de Mello e Sandra Paes Barreto (Foto: Fernando Machado) Ana Elisa Oliveira, Katia Vasconcelos e Isis Santini
Hoje, 08, Dia de São Vitor, da Vitória e do Artista Plástico, aniversariam o figurinista Melk ZDA, as jornalistas Carol
Há 120 anos, em 1906, nascia em Pernambuco, o escritor Elysio Condé, que morreu no dia 5 de agosto de
David Robles (Foto: Face) No próximo sábado, no Teatro em Circulo, acontece o Concurso Nacional da Beleza Masculina do Panamá
Emma Chamberlain by Mugler e Patrick Schwarzenegger no MET Gala 2026, em Nova York(Fotos: Getty Images) As executivas Ana Nayra
Há 125 anos, em 1901, nascia nos Estados Unidos, o ator Gary Cooper, que morreu no dia 13 de maio
Bea Millan miss Universo das Filipinas (Foto: Concurso) O Miss Universo das Filipinas de 2026 aconteceu no dia 2 de maio,
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Há 110 anos, em 1916, nascia no Rio de Janeiro, a comediante Zezé Macedo (Maria José Macedo), que morreu no
O Maior Espetáculo do Carnaval
O palco do Marco Zero, que foi inaugurado no dia 31 de janeiro de 1938, estava pronto para receber mais uma vez o momento mais bonito do Carnaval do Recife: O Encontro dos Blocos Líricos. O sol já começava seu ocaso, quando os apresentadores, mais uma vez, Matheus (Ivan) e Catirina (Brito) convidou o cantor e compositor Getúlio Cavalcanti para sua apresentação. Depois majestosamente começaram a surgir no palco os Blocos Líricos. O primeiro fazer sua evolução foi o Bloco Flor da Lira de Olinda, fundado em 1975, não nada sobre ele, pois o presidente Seronildo Guerra, disse não ter tempo para imprensa.
Pastoras e pastores do Bloco Flor da Lira de Olinda (Foto: Fernando Machado)
Na sequencia veio o Bloco das Ilusões, fundado por Carminha Freire, esposa do Eneas Freire do Galo da Madrugada, agora presidido pela senhora Ana Neri Meneses, filha de dona Carminha. Começou interpretando o Frevo do Galo “Acorda Recife, acorda / Que já é hora de estar de pé / Levanta, o carnaval começou / No bairro de São José / Vem, vem meninada / Vem conhecer o Galo da Madrugada / O Galo vai desfilando com beleza e harmonia / E o Enéas comandando / E mostrando a alegria de um carnaval / Que basta brincar um dia / Vem, vem meninada / Vem conhecer o Galo da Madrugada / Se você desfilar este ano / Nunca mais vai esquecer da Padre Floriano / O Galo é quem vai cantar / O Galo é quem vai mandar”.
Duas pastoras ao lado de Heleno Ramalho e da presidente do Bloco das Ilusões Ana Neri Meneses (Foto: Fernando Machado)
E como sonhar não custa nada consegui ver um camarote lá no céu aplaudindo o que restou doas antigos carnavais Nelson Ferreira, Capiba, Luiz Bandeira, Raul e Edgar Moraes, Antônio Maria, Levino Ferreirs, os Irmãos Valença, Zumba, Lourival Oliveira, Mário Melo, Miro Oliveira, Romero Amorim, Aldemar Paiva, Diná e Waldemar de Oliveira, João Santiago, Luiz Boquinha, Sebastião Lopes, Gildo Branco, Maximiniano Campos, Arthur Lima Cavalcanti, José Menezes, Clarisse Lispector, Catarina Real e Dona Santa.
A flabelista do bloco Com Você no Coração (Foto: Fernando Machado)
Quando olho para o palco surge o Bloco Lírico Com Você no Coração, que homenageou Claudionor Germano, cantando “Quem tem saudade não está sozinho / tem o carinho da recordação / por isso quando estou mais isolado / estou bem acompanhado com você no coração / Um sorriso, um abraço e uma flor / tudo é você na imaginação / serpentina ou confete, carnaval de amor / tudo é você no coração / você existe como um anjo de bondade / e me acompanha nesse frevo de saudade”.
Pastor e pastoras do Bloco Confete e Serpentina (Foto: Fernando Machado)
Desta vez sobe no palco, jogando jetons, o Bloco Confete e Serpentina com o tema A Magia da Lua. A turma mexeu com o grande publico. Começou com “Todos êles estão errados / A lua é dos namorados / Lua que no céu flutua / Lua que nos dá luar / Lua , oh lua / Lua , oh lua / Querem te passar pra trás / Lua , oh lua / Querem te roubar a paz / Lua , oh lua / Não deixa ninguém te pisar” e depois arrasou com “Ontem eu sonhei que estava em Moscou / Dançando pagode russo na boate Kossaco / Parecia até um frevo / Naquele “cai e não cai” / Parecia até um frevo / Naquele “vai e não vai” / Vem cá Kossaco / Kossaco dança agora / Na dança do Kossaco / Não fica Cossaco fora”.
As burrinhas do Calu Mulher de Limoeiro (Foto: Fernando Machado)
Veio um bloco formado somente de mulheres, o Calu Mulher de Limoeiro, que estava lindo todas vestidas de burrinhas e encerrou cantando Vassourinhas: “Se essa rua fosse minha / eu mandava ladrilhar / com pedrinhas de brilhantes / pra vassourinhas passar. / Somos nós os Vassourinhas / todos juntos em borbotão. / Vamos varrer nossa cidade / com cuidado e precisão”.
As pastoras do bloco Cordas e Retalhos (Foto: Fernando Machado)
E agora quem vem? É o Bloco Cordas e Retalhos, fundado no dia 15 de agosto de 1998, tendo como tema o Auto do Cavalo Marinho. Quem encerrou cantando Juventude Transviada, de Capiba. Ai aconteceu a maior falta de respeito com uma entidade e com o público, cortaram o áudio, mesmo assim um coral de 10 mil vozes cantou : “Eu quero ver esse ano / A juventude dourada / Na rua que é do povo / Camisa aberta no peito / Fazendo o que os seus avós / Fizeram em tempos passados / Ao som do frevo bem quente / O passo sem preconceito / Estou aqui para ver / A juventude dourada / Nessa alegria de louco / Entrando na madrugada”.
Os pastores e pastoras da Flor do Eucalipto (Foto: Fernando Machado)
Apresento hoje, a primeira parte com o Bloco Flor do Eucalipto, com um tema que fiquei enlouquecido. Estava deslumbrante, apesar não ter luxo, mas nem precisava. Olha quem hmenagearam Carmen Miranda, um sonho que não acabou. E não acabou mesmo. Fundada, em Moreno, no dia 2 de setembro de 2000 e tem como presiente Maria Tereza Barreto. Formada por 45 desfilantes e uma orquestra de 20 musicos. Quando maestro Moisés Costa atacou de “Eu fiz tudo pra você gostar de mim / Ó meu bem / Não faz assim comigo não / Você tem, você tem / Que me dar seu coração”, o público foi ao delírio.
O flabelo da Flor do Eucalipto, remetendo à Carmen Miranda (Foto: Fernando Machado)
E deixou o palco cantando também Vassourinhas:” “Se essa rua fosse minha / eu mandava ladrilhar / com pedrinhas de brilhantes / pra vassourinhas passar. / Somos nós os Vassourinhas / todos juntos em borbotão. / Vamos varrer nossa cidade / com cuidado e precisão”.
A Noite dos Tambores Silenciosos
Nosso Carnaval é tão rico e ainda se contratam, a peso de ouro, cantores estrangeiros. Alem do Encontro dos Blocos Líricos, outro momento lindo de machucar é a Noite dos Tambores Silenciosos que é uma cerimônia de origem africana reunindo nações de maracatus de baque-virado com a finalidade de louvar a Virgem do Rosário, padroeira dos negros, e reverenciar os saga africana, que sofreu durante a escravidão no Brasil Colonial.
Dona Santa e Paulo Viana (Fotos: Divulgação)
Os ritos de reverência aos antepassados é um costume que os escravos trouxeram para o Brasil, como na cerimônia de Coroação do Congo, onde elegiam seus reis e rainhas, lamentavam seus mortos e pediam proteção aos Orixás. No Brasil, os negros privados de sua liberdade não podiam manifestar suas crenças e tradições. Realizavam então cortejos de lamentações às escondidas e em silêncio. Mesmo depois da abolição da escravatura, esse ritual continuou a ser realizado.
Os batuqueiros e o babalorixá Jorge de Besson, responsáveis pela cerimônia (Fotos: Wagner Ramos)
Com o passar do tempo, todas as comunidades negras do Recife foram se agregando, é bom lembrar que evento sempre foi realizado às segundas-feiras, dia das almas nas religiões de origem africana. Essa festa de evocação e reverência era realizada no pátio da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, na Rua Estreita do Rosário. Em 1965, por iniciativa do sociólogo e jornalista Paulo Viana (1922/1987), foi criada a Noite dos Tambores Silenciosos.
Uma das rainhas se preparando para o grande momento (Foto: Wagner Ramos)
A primeira Noite dos Tambores Silenciosos, tivemos a leitura do poema Lamento Negro por Paulo Viana, no Pátio da Igreja de Nossa Senhora do Terço ou Pátio do Terço como é mais conhecido, no bairro de São José, musicada pelo compositor João Santiago, em memória dos escravos que nunca tiveram direito de brincar o carnaval, motivo pelo qual o evento era sempre realizado nessa época. Atualmente o ritual é destaque no nosso carnaval. A cerimônia começa com a apresentação dos maracatus de baque-virado, que são considerados nações africanas.
O grande momento de reverencia Nossa Senhora (Foto: Wagner Ramos)
O tambor que tem lugar de destaque nesse evento é o principal instrumento da orquestra dos xangôs e tem uma função mágica nas religiões africanas. À meia-noite as luzes do pátio são apagadas e o público silencia. Tochas são acesas e levadas até a porta da Igreja pelos líderes dos maracatus. E com certeza Dona Santa (1877/1962), Rainha do Maracatu Elefante e de todos os maracatus, chega imponentemente para sentir o lamento dos seus seguidores.
Eis hora das orações e da lamentação (Foto: Wagner Ramos)
Uma voz entoa loas em louvor a Rainha dos negros, Nossa Senhora do Rosário. O silêncio é interrompido apenas pela batida intermitente dos tambores de todas as nações de maracatus, que entoam cânticos de Xangô. A marcha dos dançarinos é marcada pela batida de tambores. Estandartes trazem o nome dos maracatus e são seguidos por uma corte de reis e rainhas africanas devidamente caracterizadas. Nesse momento, o babalorixá os batuques e rege um coro de mães-de-santo que rezam com ele, e termina o culto abençoando os membros dos maracatus e o público.
Municipal de 1961 & Frevo
E como hoje é uma quarta-feira ingrata, a coluna amanheceu com gostinho de saudade. Há 55 anos, acontecia no Clube Internacional, o I Baile Municipal do Recife. A ideia do baile partiu do jornalista Alexandrino Rocha com o objetivo de disputar com o Baile do Galo, que era realizado no Clube Português de Salvador, as páginas das revistas O Cruzeiro e Manchete. O então prefeito do Recife, Miguel Arraes, ficou meio receoso com a ideia, mas aceitou o desafio desde que fosse para divulgar o frevo. A prévia resultou num sucesso colossal com a participação do nosso high society, foi a rigor.
A Rainha Elizabeth I, de Ana Maria Ramiro Costa Caldas (Foto: Manchete)
O anfitrião do Baile foi o vice-prefeito Arthur Lima Cavalcanti, que na ocasião lançou em parceria com Maximiliano Campos, o frevo Serpentina Partida. O motivo da ausência de Miguel Arraes ao evento foi a doença da primeira-dama Célia Arraes, née Souza Leão (1924/1961). Uma presença linda foi a da Rainha do Carnaval, Zayra Pimentel de baiana. A decoração foi assinada pelo notável artista plástico Lula Cardoso Ayres e para as danças tocou a inesquecível orquestra de Nelson Ferreira. A TV Radio Clube, Canal 6, transmitiu a prévia carnavalesca.

Parte da decoração do Internacional (Foto: Fundaj)
Tivemos um concurso de fantasias e a mais rica foi a Rainha Elizabeth I desfilada por Ana Maria Ramiro Costa Caldas confeccionada pelo seu irmão Marcelo Costa Caldas. O segundo lugar ficou com Mirna Botelho vestida de Princesa de Bagdá. Em originalidade ficou o grupo Canibais Guerreiros. Vieram foi criado para o I Baile Municipal, o Vôo do Frevo, do Rio de Janeiro, com o apoio da Vasp: Rubem Braga, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, José Condé, Vinicius de Moraes, Nora Nei, Marlene, Jorge Goulart, Luiz Delfino, Lea Garcia, Zélia Hoffman, Lourdes de Oliveira e Tônia Carreiro.
Flashes
Perguntar não ofende: O que é Jota Quest e Martinalia têm a ver com o Carnaval do Recife? Somente o coordenador do nosso Carnaval sabe.
A correspondente da CBS News, no Rio de Janeiro, a jornalista Kate Steiker-Ginzberg, nos pede autorização para usar uma imagem do blog.
A advogada Maria Luiza Pessoa Leão, ao lado do filho Silvio, da nora Marta e do neto Lucas, passaram o Carnaval, em Maceió, Alagoas.
O competente Camerino Neto (Foto: Face)
Quero agradecer o jornalista Camerino Neto pela ajuda que deu a este cronista social tentar fazer uma boa matéria dos blocos líricos.
Marina Paiva, a diva do high, fugiu da violência do Recife, neste Carnaval, e foi curtir seu flat em Muro Alto.
O cientista político e jornalista Antônio Lavareda passou o Carnaval em Belém do Pará.
Porta Retratos
A diva Carla Bensoussan no Camarote da Skol no Marco Zero (Foto: Divulgação)
Rodrigo Santa Cruz, Cláudia Gondim e a embaixadora dos EUA, Liliana Ayalde, em Olinda (Foto: Divulgação)
Jorge Branco e Priscila Krause no Camarote da Skol (Foto: Fernando Machado)
As its girls Victoria e Pohebe Reiter no Camarote Oficial do Galo da Madrugada (Foto: Fernando Machado)
Anotações do Cotidiano
O governador Paulo Câmara transmitiu, domingo, o Governo de Pernambuco para o vice-governador Raul Henry. Raul ficará no exercício do cargo até o próximo domingo. Paulo, à côté a primeira dama Ana Luiza, tirou sete dias de férias com a família e, foi descansar em Goiânia.
Antônio Figueira, Paulo Câmara e Raul Henry (Foto: Wagner Ramos)
“Uma lista nunca pode ter só atriz santa ou só atriz badalada. Precisa de homem bonito, mulher interessante, formadores de opinião, agora temos os influenciadores digitais e por aí vai. Minha lista é sempre diversificada. Só não convido quem arruma confusão”, confidencia a promoter carioca Alicinha Cavalcanti.
A violência do Recife no Carnaval
“O Carnaval do Recife e Olinda morreu. Os responsáveis pela festa em ambos municípios precisam repensar a fórmula. Não há estrutura, segurança, transporte, nada! Precisa-se repensar o formato, as atrações, tudo. Hoje precisei sair andando do Recife Antigo até quase o RioMar para conseguir um taxi. Lamentável. Hoje, se eu for questionado por qualquer turista, respondo: não deseje conhecer o Carnaval pernambucano. Até conseguir um meio de transporte, estamos sujeitos a tudo, é sinistro”.
– Nunca mais na minha vida passo um Carnaval em polos de folia nas cidades do Recife e Olinda”, frisou no face o jornalista Thiago Guimarães. Amigo, misturar Nação Zumbi, Jota Quest e O Rappa na noite dos Blocos Líricos é uma forma do sútil do coordenador do Carnaval do Recife encontrou para boicotar o Encontro dos Blocos. Eu sai tonto do cheiro da maconha e assistir muita porrada das gangs e cadê os ônibus ou táxis. No próximo ano pensarei se irei trabalhar no Marco Zero.
Parabéns
Hoje, 10, Dia da Santa Escolástica e do Atleta Profissional, aniversariam os cantores Carlos Gonzaga e Roberta Flack, os atores Henri Castelli, Marcelo Serrado e Robert Wagner, a senhora Aída Farinha, o cônsul honorário Lamartine Holanda Jr, Monsenhor Edvaldo Bezerra da Silva, o executivo Francisco Cunha,
O cantor Cauby Peixoto (Foto: Divulgação)
O compositor Getúlio Cavalcanti (Foto: Fernando Machado)
O fotografo Renato Filho (Foto: Face)
De Volta para o Passado
Há 170 anos, nascia no Ceará, o oftalmologista José Cardoso Moura Brasil, que morreu no dia 31 de dezembro de 1928.

Há 110 anos, no salão nobre do Clube Internacional, acontecia concerto do maestro Nicolino Milano. Também participaram do concerto Alfredo Schiappe, Alberto Bandeira, senhorias Carmen Fragoso e Nenen Bandeira.
Há 105 anos, voltava a circular o jornal O Pernambuco, após quatro anos suspenso.
Há 95 anos, passava pelo Recife, a bordo do Aurigny, com destino ao Rio de Janeiro, procedente da Bélgica, o jovem tenor Giovani Cavalieri (O pequeno Caruso).
Há 90 anos, nascia em São Paulo, Tião Macalé (Augusto Temistocles Silva), que morreu no dia 26 de outubro de 1993.
Há 85 anos, a fábrica de lança-perfume, Praça João Alfredo, no Recife, Flosa, era destruída por um incêndio.
Há 78 anos, era inaugurada no Recife Antigo, a Torre Malakoff.
Há 70 anos, acontecia uma eleição suplementar no Recife. Os vereadores mais votados foram Adalgisa Cavalcanti (PCB) e Gilberto Freyre (UDN).
Há 42 anos, Ernane Lopes fundava o Bloco Menino da Tarde.
Há 30 anos, morria em Pernambuco, a matriarca Antonieta Magalhães, viúva de Agamenon Magalhães, que nasceu no dia 24 de novembro. Infelizmente não sei o ano.
Há 20 anos, morria em Pernambuco, o escritor Alcides Nicéas, que nasceu no dia 22 de abril de 1915.
Pausa poética
“É de fazer chorar / quando o dia amanhece / e obriga o frevo acabar / ó quarta-feira ingrata / chega tão depressa / só pra contrariar / quem é de fato / um bom pernambucano / espera um ano / e se mete na brincadeira / esquece tudo / quando cai no frevo / e no melhor da festa / chega a quarta-feira”. Luiz Bandeira (1923/1998)



























