Fernando Machado

Miss Pernambuco de 1962: Terezinha Frazão
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De Volta para o Passado
Juntas Somos Mais Fortes
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Mister Panamá de 2027
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Miss Filipinas: Bea Millan
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O Maior Espetáculo do Carnaval

O palco do Marco Zero, que foi inaugurado no dia 31 de janeiro de 1938, estava pronto para receber mais uma vez o momento mais bonito do Carnaval do Recife: O Encontro dos Blocos Líricos. O sol já começava seu ocaso, quando os apresentadores, mais uma vez, Matheus (Ivan) e Catirina (Brito) convidou o cantor e compositor Getúlio Cavalcanti para sua apresentação. Depois majestosamente começaram a surgir no palco os Blocos Líricos. O primeiro fazer sua evolução foi o Bloco Flor da Lira de Olinda, fundado em 1975, não nada sobre ele, pois o presidente Seronildo Guerra, disse não ter tempo para imprensa.

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Pastoras e pastores do Bloco Flor da Lira de Olinda (Foto: Fernando Machado)

Na sequencia veio o Bloco das Ilusões, fundado por Carminha Freire, esposa do Eneas Freire do Galo da Madrugada, agora presidido pela senhora Ana Neri Meneses, filha de dona Carminha. Começou interpretando o Frevo do Galo “Acorda Recife, acorda / Que já é hora de estar de pé / Levanta, o carnaval começou / No bairro de São José / Vem, vem meninada / Vem conhecer o Galo da Madrugada / O Galo vai desfilando com beleza e harmonia / E o Enéas comandando / E mostrando a alegria de um carnaval / Que basta brincar um dia / Vem, vem meninada / Vem conhecer o Galo da Madrugada / Se você desfilar este ano / Nunca mais vai esquecer da Padre Floriano / O Galo é quem vai cantar / O Galo é quem vai mandar”.

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Duas pastoras ao lado de Heleno Ramalho e da presidente do Bloco das Ilusões Ana Neri Meneses (Foto: Fernando Machado)

E como sonhar não custa nada consegui ver um camarote lá no céu aplaudindo o que restou doas antigos carnavais Nelson Ferreira, Capiba, Luiz Bandeira, Raul e Edgar Moraes, Antônio Maria, Levino Ferreirs, os Irmãos Valença, Zumba, Lourival Oliveira, Mário Melo, Miro Oliveira, Romero Amorim, Aldemar Paiva, Diná e Waldemar de Oliveira, João Santiago, Luiz Boquinha, Sebastião Lopes, Gildo Branco, Maximiniano Campos, Arthur Lima Cavalcanti, José Menezes, Clarisse Lispector, Catarina Real e Dona Santa.

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A flabelista do bloco Com Você no Coração (Foto: Fernando Machado)

Quando olho para o palco surge o Bloco Lírico Com Você no Coração, que homenageou Claudionor Germano, cantando “Quem tem saudade não está sozinho / tem o carinho da recordação / por isso quando estou mais isolado / estou bem acompanhado com você no coração / Um sorriso, um abraço e uma flor / tudo é você na imaginação / serpentina ou confete, carnaval de amor / tudo é você no coração / você existe como um anjo de bondade / e me acompanha nesse frevo de saudade”.

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Pastor e pastoras do Bloco Confete e Serpentina (Foto: Fernando Machado)

Desta vez sobe no palco, jogando jetons, o Bloco Confete e Serpentina com o tema A Magia da Lua. A turma mexeu com o grande publico. Começou com “Todos êles estão errados / A lua é dos namorados / Lua que no céu flutua / Lua que nos dá luar / Lua , oh lua / Lua , oh lua / Querem te passar pra trás / Lua , oh lua / Querem te roubar a paz / Lua , oh lua / Não deixa ninguém te pisar” e depois arrasou com “Ontem eu sonhei que estava em Moscou / Dançando pagode russo na boate Kossaco / Parecia até um frevo / Naquele “cai e não cai” / Parecia até um frevo / Naquele “vai e não vai” / Vem cá Kossaco / Kossaco dança agora / Na dança do Kossaco / Não fica Cossaco fora”.

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As burrinhas do Calu Mulher de Limoeiro (Foto: Fernando Machado)

Veio um bloco formado somente de mulheres, o Calu Mulher de Limoeiro, que estava lindo todas vestidas de burrinhas e encerrou cantando Vassourinhas: “Se essa rua fosse minha / eu mandava ladrilhar / com pedrinhas de brilhantes / pra vassourinhas passar. / Somos nós os Vassourinhas / todos juntos em borbotão. / Vamos varrer nossa cidade / com cuidado e precisão”.

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As pastoras do bloco Cordas e Retalhos (Foto: Fernando Machado)

E agora quem vem?  É o Bloco Cordas e Retalhos, fundado no dia 15 de agosto de 1998, tendo como tema o Auto do Cavalo Marinho. Quem encerrou cantando Juventude Transviada, de Capiba. Ai aconteceu a maior falta de respeito com uma entidade e com o público, cortaram o áudio, mesmo assim um coral de 10 mil vozes  cantou : “Eu quero ver esse ano / A juventude dourada / Na rua que é do povo / Camisa aberta no peito / Fazendo o que os seus avós / Fizeram em tempos passados / Ao som do frevo bem quente / O passo sem preconceito / Estou aqui para ver / A juventude dourada / Nessa alegria de louco / Entrando na madrugada”.

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Os pastores e pastoras da Flor do Eucalipto (Foto: Fernando Machado)

Apresento hoje, a primeira parte com o Bloco Flor do Eucalipto, com um tema que fiquei enlouquecido. Estava deslumbrante, apesar não ter luxo, mas nem precisava. Olha quem hmenagearam Carmen Miranda, um sonho que não acabou. E não acabou mesmo. Fundada, em Moreno, no dia 2 de setembro de 2000 e tem como presiente Maria Tereza Barreto. Formada por 45 desfilantes e uma orquestra de 20 musicos. Quando maestro Moisés Costa atacou de “Eu fiz tudo pra você gostar de mim / Ó meu bem / Não faz assim comigo não / Você tem, você tem / Que me dar seu coração”, o público foi ao delírio.

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O flabelo da Flor do Eucalipto, remetendo à Carmen Miranda (Foto: Fernando Machado)

E deixou o palco cantando também Vassourinhas:” “Se essa rua fosse minha / eu mandava ladrilhar / com pedrinhas de brilhantes / pra vassourinhas passar. / Somos nós os Vassourinhas / todos juntos em borbotão. / Vamos varrer nossa cidade / com cuidado e precisão”.

A Noite dos Tambores Silenciosos

Nosso Carnaval é tão rico e ainda se contratam, a  peso de ouro, cantores estrangeiros. Alem do Encontro dos Blocos Líricos, outro momento lindo de machucar é a Noite dos Tambores Silenciosos que é uma cerimônia de origem africana reunindo nações de maracatus de baque-virado com a finalidade de louvar a Virgem do Rosário, padroeira dos negros, e reverenciar os saga africana, que sofreu durante a escravidão no Brasil Colonial.

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Dona Santa e Paulo Viana (Fotos: Divulgação)

Os ritos de reverência aos antepassados é um costume que os escravos trouxeram para o Brasil, como na cerimônia de Coroação do Congo, onde elegiam seus reis e rainhas, lamentavam seus mortos e pediam proteção aos Orixás. No Brasil, os negros privados de sua liberdade não podiam manifestar suas crenças e tradições. Realizavam então cortejos de lamentações às escondidas e em silêncio. Mesmo depois da abolição da escravatura, esse ritual continuou a ser realizado.

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Os batuqueiros e o babalorixá Jorge de Besson, responsáveis pela cerimônia (Fotos: Wagner Ramos)

Com o passar do tempo, todas as comunidades negras do Recife foram se agregando, é bom lembrar que evento sempre foi realizado às segundas-feiras, dia das almas nas religiões de origem africana. Essa festa de evocação e reverência era realizada no pátio da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, na Rua Estreita do Rosário. Em 1965, por iniciativa do sociólogo e jornalista Paulo Viana (1922/1987), foi criada a Noite dos Tambores Silenciosos.

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Uma das rainhas se preparando para o grande momento (Foto: Wagner Ramos)

A primeira Noite dos Tambores Silenciosos, tivemos a leitura do poema Lamento Negro por Paulo Viana, no Pátio da Igreja de Nossa Senhora do Terço ou Pátio do Terço como é mais conhecido, no bairro de São José, musicada pelo compositor João Santiago, em memória dos escravos que nunca tiveram direito de brincar o carnaval, motivo pelo qual o evento era sempre realizado nessa época. Atualmente o ritual é destaque no nosso carnaval. A cerimônia começa com a apresentação dos maracatus de baque-virado, que são considerados nações africanas.

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O grande momento de reverencia Nossa Senhora (Foto: Wagner Ramos)

O tambor que tem lugar de destaque nesse evento é o principal instrumento da orquestra dos xangôs e tem uma função mágica nas religiões africanas. À meia-noite as luzes do pátio são apagadas e o público silencia. Tochas são acesas e levadas até a porta da Igreja pelos líderes dos maracatus. E com certeza Dona Santa (1877/1962), Rainha do Maracatu Elefante e de todos os maracatus, chega imponentemente para sentir o lamento dos seus seguidores.

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Eis hora das orações e da lamentação (Foto: Wagner Ramos)

Uma voz entoa loas em louvor a Rainha dos negros, Nossa Senhora do Rosário. O silêncio é interrompido apenas pela batida intermitente dos tambores de todas as nações de maracatus, que entoam cânticos de Xangô. A marcha dos dançarinos é marcada pela batida de tambores. Estandartes trazem o nome dos maracatus e são seguidos por uma corte de reis e rainhas africanas devidamente caracterizadas. Nesse momento, o babalorixá os batuques e rege um coro de mães-de-santo que rezam com ele, e termina o culto abençoando os membros dos maracatus e o público.

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E como hoje é uma quarta-feira ingrata, a coluna amanheceu com gostinho de saudade. Há 55 anos, acontecia no Clube Internacional, o I Baile Municipal do Recife. A ideia do baile partiu do jornalista Alexandrino Rocha com o objetivo de disputar com o Baile do Galo, que era realizado no Clube Português de Salvador, as páginas das revistas O Cruzeiro e Manchete. O então prefeito do Recife, Miguel Arraes, ficou meio receoso com a ideia, mas aceitou o desafio desde que fosse para divulgar o frevo. A prévia resultou num sucesso colossal com a participação do nosso high society, foi a rigor.

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A Rainha Elizabeth I, de Ana Maria Ramiro Costa Caldas (Foto: Manchete)

O anfitrião do Baile foi o vice-prefeito Arthur Lima Cavalcanti, que na ocasião lançou em parceria com Maximiliano Campos, o frevo Serpentina Partida. O motivo da ausência de Miguel Arraes ao evento foi a doença da primeira-dama Célia Arraes, née Souza Leão (1924/1961). Uma presença linda foi a da Rainha do Carnaval, Zayra Pimentel de baiana. A decoração foi assinada pelo notável artista plástico Lula Cardoso Ayres e para as danças tocou a inesquecível orquestra de Nelson Ferreira. A TV Radio Clube, Canal 6, transmitiu a prévia carnavalesca.

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Parte da decoração do Internacional (Foto: Fundaj)

Tivemos um concurso de fantasias e a mais rica foi a Rainha Elizabeth I desfilada por Ana Maria Ramiro Costa Caldas confeccionada pelo seu irmão Marcelo Costa Caldas. O segundo lugar ficou com Mirna Botelho vestida de Princesa de Bagdá. Em originalidade ficou o grupo Canibais Guerreiros. Vieram foi criado para o I Baile Municipal, o Vôo do Frevo, do Rio de Janeiro, com o apoio da Vasp: Rubem Braga, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, José Condé, Vinicius de Moraes, Nora Nei, Marlene, Jorge Goulart, Luiz Delfino, Lea Garcia, Zélia Hoffman, Lourdes de Oliveira e Tônia Carreiro.

Flashes

Perguntar não ofende: O que é Jota Quest e Martinalia têm a ver com o Carnaval do Recife? Somente o coordenador do nosso Carnaval sabe.

A correspondente da CBS News, no Rio de Janeiro, a jornalista Kate Steiker-Ginzberg, nos pede autorização para usar uma imagem do blog.

A advogada Maria Luiza Pessoa Leão, ao lado do filho Silvio, da nora Marta e do neto Lucas, passaram o Carnaval, em Maceió, Alagoas.

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O competente Camerino Neto (Foto: Face)

Quero agradecer o jornalista Camerino Neto pela ajuda que deu a este cronista social tentar fazer uma boa matéria dos blocos líricos.

Marina Paiva, a diva do high, fugiu da violência do Recife, neste Carnaval, e foi curtir seu flat em Muro Alto.

O cientista político e jornalista Antônio Lavareda passou o Carnaval em Belém do Pará.

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A diva Carla Bensoussan no Camarote da Skol no Marco Zero (Foto: Divulgação)

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Rodrigo Santa Cruz, Cláudia Gondim e a embaixadora dos EUA, Liliana Ayalde, em Olinda (Foto: Divulgação)

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Jorge Branco e Priscila Krause no Camarote da Skol (Foto: Fernando Machado)

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As its girls Victoria e Pohebe Reiter no Camarote Oficial do Galo da Madrugada (Foto: Fernando Machado)

Anotações do Cotidiano

O governador Paulo Câmara transmitiu, domingo, o Governo de Pernambuco para o vice-governador Raul Henry. Raul ficará no exercício do cargo até o próximo domingo. Paulo, à côté a primeira dama Ana Luiza, tirou sete dias de férias com a família e, foi descansar em Goiânia.

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Antônio Figueira, Paulo Câmara e Raul Henry (Foto: Wagner Ramos)

“Uma lista nunca pode ter só atriz santa ou só atriz badalada. Precisa de homem bonito, mulher interessante, formadores de opinião, agora temos os influenciadores digitais e por aí vai. Minha lista é sempre diversificada. Só não convido quem arruma confusão”, confidencia a promoter carioca Alicinha Cavalcanti.

A violência do Recife no Carnaval

“O Carnaval do Recife e Olinda morreu. Os responsáveis pela festa em ambos municípios precisam repensar a fórmula. Não há estrutura, segurança, transporte, nada! Precisa-se repensar o formato, as atrações, tudo. Hoje precisei sair andando do Recife Antigo até quase o RioMar para conseguir um taxi. Lamentável. Hoje, se eu for questionado por qualquer turista, respondo: não deseje conhecer o Carnaval pernambucano. Até conseguir um meio de transporte, estamos sujeitos a tudo, é sinistro”.

– Nunca mais na minha vida passo um Carnaval em polos de folia nas cidades do Recife e Olinda”, frisou no face o jornalista Thiago Guimarães. Amigo, misturar Nação Zumbi, Jota Quest e O Rappa na noite dos Blocos Líricos é uma forma do sútil do coordenador do Carnaval do Recife encontrou para boicotar o Encontro dos Blocos. Eu sai tonto do cheiro da maconha e assistir muita porrada das gangs e cadê os ônibus ou táxis. No próximo ano pensarei se irei trabalhar no Marco Zero. 

Parabéns

Hoje, 10, Dia da Santa Escolástica e do Atleta Profissional, aniversariam os cantores Carlos Gonzaga e Roberta Flack, os atores Henri Castelli, Marcelo Serrado e Robert Wagner, a senhora Aída Farinha, o cônsul honorário Lamartine Holanda Jr, Monsenhor Edvaldo Bezerra da Silva, o executivo Francisco Cunha,

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O cantor Cauby Peixoto (Foto: Divulgação)

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O compositor Getúlio Cavalcanti (Foto: Fernando Machado)

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O fotografo Renato Filho (Foto: Face)

De Volta para o Passado

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Há 170 anos, nascia no Ceará, o oftalmologista José Cardoso Moura Brasil, que morreu no dia 31 de dezembro de 1928.

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Há 110 anos, no salão nobre do Clube Internacional, acontecia concerto do maestro Nicolino Milano. Também participaram do concerto Alfredo Schiappe, Alberto Bandeira, senhorias Carmen Fragoso e Nenen Bandeira.

Há 105 anos, voltava a circular o jornal O Pernambuco, após quatro anos suspenso.

Há 95 anos, passava pelo Recife, a bordo do Aurigny, com destino ao Rio de Janeiro, procedente da Bélgica, o jovem tenor Giovani Cavalieri (O pequeno Caruso).

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Há 90 anos, nascia em São Paulo, Tião Macalé (Augusto Temistocles Silva), que morreu no dia 26 de outubro de 1993.

Há 85 anos, a fábrica de lança-perfume, Praça João Alfredo, no Recife, Flosa, era destruída por um incêndio.

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Há 78 anos, era inaugurada no Recife Antigo, a Torre Malakoff.

Há 70 anos, acontecia uma eleição suplementar no Recife. Os vereadores mais votados foram Adalgisa Cavalcanti (PCB) e Gilberto Freyre (UDN).

Há 42 anos, Ernane Lopes fundava o Bloco Menino da Tarde.

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Há 30 anos, morria em Pernambuco, a matriarca Antonieta Magalhães, viúva de Agamenon Magalhães, que nasceu no dia 24 de novembro. Infelizmente não sei o ano.

Há 20 anos, morria em Pernambuco, o escritor Alcides Nicéas, que nasceu no dia 22 de abril de 1915.

Pausa poética

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“É de fazer chorar / quando o dia amanhece / e obriga o frevo acabar / ó quarta-feira ingrata / chega tão depressa / só pra contrariar / quem é de fato / um bom pernambucano / espera um ano / e se mete na brincadeira / esquece tudo / quando cai no frevo / e no melhor da festa / chega a quarta-feira”. Luiz Bandeira (1923/1998)

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Últimos comentários

fmachado @ Acontecencias
janeiro 11, 2025 at 8:09 pm
Disponha, amiga. É o resultado da politica e politicos. Deus proverá Abr Fernando
Nancy Freitas @ Acontecencias
janeiro 11, 2025 at 11:03 am
Fernando vc é demais!!! Sempre se preocupando para termos uma vida saudável. A Enseada do Paiva não merece ser destruída pela ganância da construtora Moura Dubeux. Querem construir duas Torres,…
Foi excelente a posse do Conselho Curador do Museu ! Com palestra sobre o que faz cada departamento do Museu e sua importância. Para mim foi uma aula !!
Fernando Machado, prezado amigo! Meus agradecimentos SEMPRE pelos seus postes no blog. Tenho a honra de encabeçar a sua matéria em que você me prestigia com a fofo do Concurso,…
fmachado @ Fatos Diversos
agosto 22, 2023 at 8:13 am
Amigo essa nota é tão antiga. Não tenho a menor ideia de como vc pode adquirir o livro. Desculpa Fernando Machado)

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