Esta semana Juvenal, meu alter ego descansa e me deixa voltar a este blog do Fernando Machado na minha versão original, como Luiz Carlos Costa, para homenagear a amiga Cecília Freitas, eterna Dama da Publicidade de Pernambuco, que sofreu um acidente doméstico e ficará de molho por um tempo. Ao sabê-la bem, apesar das restrições impostas a uma pessoa inquieta, fui buscar, nas lembranças, bons momentos – e foram muitos – que vivi junto de Cecília na minha passagem pelo Gruponove, após 23 anos de serviços prestados ao Banorte e à Gravatahy Publicidade.
Lembrei do carnaval em que o barco de Cecília foi cenografado como palco de Les Miserables com o cancã francês substituído pelo frevo pernambucano e a alegria foi total. Guardo ainda, comigo, um postal que Cecília me enviou de Paris em outubro de 2015, e a mensagem no verso começava com “Lula, querido”. Apaixonados pela música de qualidade, fomos à São Paulo, em 1991, assim como fizeram outras 40 mil pessoas, assistir ao vivo a apresentação de Luciano Pavarotti, o tenor que nos deixou de forma prematura, mesmo que aos 71 anos de idade.
Retornamos ao Recife felizes e emocionados com o espetáculo de organização perfeita, sem dever nada às grandes produções estrangeiras: fila organizada para entrar, som de qualidade, luzes na medida certa, público educado, aplausos apaixonados, e a companhia sempre agradável de Cecília Freitas. Melhoras, amiga tão querida. Beijos do Lula. O texto é do professor e consultor de Marketing Luiz Carlos Costa.