Hoje, às 17h, moradores de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, se reunirão mais uma vez em torno de uma fogueira no Quilombo Urbano Mineiro Pau. À primeira vista, pode parecer apenas mais uma celebração junina. Mas a história dessa chama atravessa gerações, resiste ao tempo e carrega a memória de um Brasil que raramente aparece nos livros. A tradição começou com Manoel Caetano Madeira, homem negro que nasceu escravizado e viveu cerca de quarenta anos sob o regime da escravidão.
Lucas Pretti, um dos nomes em ascensão da música brasileira, a conexão com o público nasce justamente da autenticidade. Natural de Belo Horizonte, o cantor e compositor segue construindo sua trajetória transformando emoções em música. Amor, saudade, inseguranças e descobertas aparecem em suas canções de forma honesta, refletindo experiências que fazem parte da vida de muitos jovens. A identificação ajuda a explicar por que canções sobre relacionamentos e vulnerabilidade continuam entre as mais consumidas pelo público jovem.