“Não mais a paz, / o madornar na ampla rede que me embalou, / nem o chocalho – antiga tarde – / rouco e dolente / do ermo boi que em ti pastou. O jornalista Selênio Homem de Siqueira (1935/2015)
“Não mais a paz, / o madornar na ampla rede que me embalou, / nem o chocalho – antiga tarde – / rouco e dolente / do ermo boi que em ti pastou. O jornalista Selênio Homem de Siqueira (1935/2015)