A seleção brasileira de futebol está participando da copa do mundo sob a liderança do técnico italiano Carlo Ancelotti, já que os brasileiros deste que já foi o país do futebol foram julgados incompetentes para a função. Juvenal, meu alter ego, acha que, neste caso, se conquistarmos o hexa, poderíamos lançar, nas próximas eleições, um candidato italiano à Presidência da República para ver se as coisas melhoram por aqui.
Um candidato que tenha a sensibilidade de um Leonardo Da Vinci, a genialidade de Dante Aligheri ou Federico Fellini, a inteligência do Galileu Galilei, a ousadia de um Marco Polo, a coragem do Cristovão Colombo e a competência do próprio Ancelotti para trabalhar em equipe. E o candidato deve ter uma esposa com classe, com o charme da Carla Bruni aquela ex-modelo que virou 1ª Dama ao se casar com o Presidente Nicolas Sarkozy. Deve ter a voz da Laura Pausini, a beleza de Lucrécia Borges, ou da Sophia Loren ou ainda da Cláudia Cardinalle. E, finalmente, que o candidato tenha a voz menos rouca que o presidente atual, quem sabe, a voz de Luciano Pavarotti. Viva a Itália. Buona fortuna, Brasil! O professor e Consultor de Marketing Luiz Carlos Costa.