Há 125 anos, a Praça da Concórdia, atualmente Praça Joaquim Nabuco, no bairro de Santo Antônio, parecia tranquila, mas no prédio diante dela, um grupo de intelectuais instalava na sede do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, a Academia Pernambucana de Letras, aos moldes da Academia de Letras da França. Na presidência estava Joaquim Maria Carneiro Vilela, que fez um discurso, assim como o orador oficial Carlos Porto Carreiro. Prestigiou a sua fundação o governador Antônio Gonçalves Ferreira.
A seda APL nas Graças (Reprodução Petrúcio Nazareno)
A APL nasceu com apenas 20 cadeiras, atualmente tem 40, Antônio Barbosa Viana (1), João Gonçalves Junior (2), Bianor de Medeiros (3), Carlos Porto Carreiro (4), Gervásio Fioravanti (5), Artur Orlando da Silva (6), João Regueira da Costa (7), Carneiro Vilela (8), Pereira da Costa (9), Eduardo Carvalho (10), Alfredo Ferreira de Carvalho (11), José de Almeida Cunha (12), José Izidoro Martins Souto (13), Henrique Pereira de Melo (14), Ernesto de Paula Santos (15), Farias Neves Sobrinho (16), Sebastião Galvão (17), Luiz de França Pereira (18), Manuel Freire (19) e Celso Pereira (20).
Margarida Cantarelli e Maria Lectícia Cavalcanti (Foto: Fernando Machado)
Atualmente a Academia Pernambucana de Letras tem 30 cadeiras. Pois bem hoje, às 19h, acontece a posse da nova diretoria, referente ao biênio 2026/2028, assume o cargo de presidente Margarida Cantarelli e de vice-presidente Maria Lecticia Cavalcanti. A cerimônia será comandada pelo presidente da Casa, Lourival Holanda. Vai bombar!

