Fernando Machado

A Felicidade, segundo Juvenal

Juvenal meu alter ego, duvida que alguém entre nós não esteja procurando o caminho da felicidade. Vinicius, o poetinha, disse que “a felicidade é como a pluma que o vento vai levando pelo ar… e precisa que haja vento sem parar”. Portanto, para que sejamos felizes, precisamos produzir o vento necessário para manter a nossa felicidade no ar. O autor e palestrante Roberto Shinyashiki  criou um roteiro básico para quem procura a felicidade.  Ele diz que “a felicidade não tem classe social e que todos podemos obtê-la”, porque o conceito de felicidade varia na razão direta da nossa realidade de vida, nossos hábitos e nossa cultura. Todos podemos ser felizes. Para uns a felicidade é representada por coisas muito simples e fáceis de conquistar.

Para outros, ela até pode demorar um pouco, mas ela sempre chega. E aí a gente lembra-se de como é gostoso rever aquele pôr do sol que não procuramos faz algum tempo, ou como é bom receber o abraço de um filho, ou viajar na leitura de um bom livro, ou ouvir novamente aquela música que te remete a lembranças agradáveis do passado. E finalmente, o autor recomenda que a gente garanta o bom funcionamento dos três “S”: o da SAUDE, indispensável para vivermos feliz, o do SONO, mesmo que para isso e de vez em quando, seja preciso a ajuda de um sonífero e o S do SEXO, principalmente quando a ele se juntam valores como carinho, tesão, respeito (mas nem tanto) e amor. Vamos todos em busca da felicidade! O texto é do professor e consultor de marketing, Luiz Carlos Costa.

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