Fernando Machado

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Réquiem para Virginia e Shirley

Esta semana o mundo do entretenimento sofreu duas grandes baixas. A primeira, aconteceu segunda-feira, com a morte da vedete Virginia Lane, que nasceu no dia 28 de fevereiro de 1920, no Rio de Janeiro. Aos 15 anos, Virginia Lane, incursionou no mundo do teatro rebolado via o Cassino da Urca. Participou de 32 filmes e dezenas de peças no teatro de revista. Aos 34 anos estourou nas rádios com a música Sassaricando e recebeu a faixa de Vedete do Brasil do presidente Getúlio Vargas. Para quem não sabe, as vedetes eram figuras centrais nos teatros de revista. Suas pernas eram consideradas as mais belas do Brasil.

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Virginia Lane as mais belas pernas do Brasil (Fotos: Divulgação)

A segunda aconteceu ontem, quando faleceu Shirley Temple, que nasceu no dia 23 de abril de 1928, menina prodígio que incendiava as telas do cinemas do mundo. Estrelou 14 curtas-metragens e 43 longas. Ao abandonar o cinema, Shirley tentou a política mas, nunca conseguiu se eleger em nenhum cargo legislativo. Foi embaixadora em Gana entre 1989 e 1992 e na Republica Tcheca entre 1974 1976. Em 1935, Shirley faturou o primeiro baby Oscar. Era uma estatueta com metade do tamanho de um Oscar normal. A distinção era um prêmio especial dado a atores-mirins por seus papéis. As crianças não competiam com adultos nas várias categorias da premiação.

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Shirley Temple a garota prodígio de Hollywood (Fotos: AFP e Getty)

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