Fernando Machado

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Grindr, o radar da pegação

Está fazendo muito sucesso em São Paulo uma rede social chamada Grindr, que as pessoas se conhecem para um sexo rápido, via celular. Assim que você acessa o tal fast sexo, e chove garotões se oferecendo. Mostram a foto, entre as cerca de 200 marcado na telinha, descrevem os dotes e levam os gays à loucura. Os atores do efêmero não querem nem saber quem são os parceiros. O importante é marcar, transar e sumir. Para entrar na rede, é preciso baixar um aplicativo no celular chamado Grindr, que se define em inglês como “a maior rede de celular para rapazes do mundo”.

As moças não devem se animar: o serviço é direcionado apenas para o público gay masculino. Embora já exista há três anos, o Grindr só explodiu recentemente. Segundo seu site, mais de 4 milhões de gays em 192 países estão conectados à rede. E cerca de 10 mil novos usuários baixam o aplicativo diariamente. O Grindr funciona como uma espécie de radar gay. Ao acessar o aplicativo, o usuário contata todos os usuários da rede num raio de 3 quilômetros. Quando chegar ao Recife, se é que já não chegou, vai ser um su.

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