Fernando Machado

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Parabéns, Eliana Lapenda Guerra!

Alice Gibson e a aniversariante, Eliana (Foto: Fernando Machado)

Alice Souza Leão, Tinane Almeida e Mônica Rios Rodrigues (Foto: Fernando Machado)

Quinta-feira, no The Black Angus, em Boa Viagem, aconteceu mais um almoço onde o prato de resistência foi a filantropia. Com renda para a Associação dos Ostomizados de Pernambuco a Procurador Geral Adjunta do Ministério Publico de Pernambuco Eliana Lapenda Guerra recebeu as amigas para almoço de adesão coordenado por Mônica Gil Rodrigues. São encontros como estes que a piedade cristã é testada. Eliana estava em grande tarde num modelo preto by Marié Mercier.

Ana Carazzai, Lidia Lopes e Cristina Vita (Foto: Fernando Machado)

Dalva Dantas, Alizete Maynard e Maria José Pereira (Foto: Fernando Machado)

Djamari Pedrosa e Eliane Pompeu (Foto: Fernando Machado)

A animação ficou por conta do DJ Thiago Carvalho como que é uma garantia para levar a turma para o dancing improvisado. Tivemos Freneticas, Lulu Santos, Despacito, etc. A turma entrou em frisson quando Gloria Gaynor interpretando I Will Survive e “Naquela Mesa Ele Sentava Sempre / E Me Dizia Sempre O Que É Viver Melhor / Naquela Mesa Ele Contava Histórias / Que Hoje Na Memória Eu Guardo / E Sei De Cor”, de Sérgio Bittencourt.

Lourdes Barreto, Germana Monteiro de Carvalho, Eliana Lapenda Guerra, Mônica Rios Rodrigues e Célia Gomes (Foto: Fernando Machado)

Maria Adelia Pereira e Helena Chaves (Foto: Fernando Machado)

Virginia Campos e Eliana Lapenda Guerra (Foto: Fernando Machado)

E como não podia faltar tivemos falas, parabéns para você e o tradicional corte de bolo by by Jane e Eliana Suassuna. São reuniões como estas que acontece diversão e também solidariedade. E quando a tristeza bater na sua porta, abra um belo sorriso e diga: Desculpa, mas hoje a felicidade chegou primeiro! E concluo com este pensamento: “Jamais deixe que sua felicidade dependa dos outros. Ninguém deixaria de ser feliz por você”.

Stela Rosado e Judite Pinheiro (Foto: Fernando Machado)

Parabéns, Casa dos Artistas!

Stepan Necerssian e Rosamaria Murtinho (Foto: Mariama Prieto) 

O Retiro dos Artistas, fundado pelo ator Leopoldo Fróes, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, completou 100 anos, no dia 19 de agosto. O local se confunde com a história do mundo dos artistas e da Cultura Brasileira. Quantos nomes famosos por ali passaram. Pois bem segunda-feira, o ator Stepan Necerssian e a atriz Zezé Motta, respectivamente Presidente e Vice realizaram no Sofitel Ipanema um pocket-show do cantor Jorge Vercillo e apresentação da atriz Isabelle Drummond.

Úrsula Corona (Foto: Mariama Prieto)

Isabelle Drumond e Netto Moreira (Foto: Mariama Prieto)

 

O cantor Jorge Vercilo (Foto: Mariama Prieto)

Toda a renda da noitada foi destinada ao Retiro dos Artistas. O coquetel foi grifado pelo Chef Jérôme Dardillac. Pense num encontro onde cada convidado hospedou emoção, principalmente quando foi exibido vídeo institucional da casa, e pelos discursos feitos pelas atrizes Zezé Motta, Ana Beatriz Nogueira e Isabelle Drumond. O cerimonial foi assinado por Claudio Tironi e pelo promoter Vinicius Belo. O que Leonardo Fróes criou não foi em vão pois permanece dando abrigo aos artistas que precisam.

Rosamaria Murtinho abraçando Zezé Mota (Foto: Mariama Prieto)

Aniversários, Almoço e Solidariedade

Ana Carazzai, Maria José Pereira e Alizete Maynard (Foto: Fernando Machado)

Com renda para a Associação dos Ostomizados de Pernambuco aconteceu sexta-feira, no The Black Angus, em Boa Viagem, mais um almoço solidário coordenado por Mônica Gil Rodrigues. Quero frisar que esse gesto de piedade cristã é mais valorizado quando uma pessoa do grupo precisa de uma ajuda e é atendida. Alizete Maynard (uma figura humana notável), Ana Carazzai (exemplo de bondade) e Wilka Vilela, foram às aniversariantes daquele tarde.

Lourdes Barreto, Elisa Castro, Ana Carazzai, Eliane Neves Baptista (Foto: Fernando Machado)

Alizete Maynard, Mônica Rios Rodrigues e Ana Carazzai (Foto: Fernando Machado)

O DJ Thiago Carvalho como sempre deu aquele toque de competência nas picapes. Ele não se esqueceu de incluir no set-list músicas de Aretha Francklin (1942/2018) como I say a little prayer: “No momento em que eu acordo / Antes de eu me maquiar / Eu faço uma pequena oração pra você / Enquanto eu penteio meu cabelo, agora / E penso no vestido que usar, agora / Eu faço uma pequena oração pra você / Viver sem você / Só partiria meu coração.”

Cristina Vita e Lídia Lopes (Foto: Fernando Machado)

Alizete Maynard e Dalva Dantas (Foto: Fernando Machado)

Como estamos em tempo de política o encontro foi um verdadeiro comício. Primeiro falou Eliane Neves Baptista, na seqüência Mônica Rios Rodrigues, Lourdes Barreto, Ana Carazzai e Alizete Maynard. Eu sai de lá e ainda continuavam os discursos. Tivemos os tradicionais parabéns para você e o corte do bolo by Jane e Eliana Suassuna. Sem dúvida uma tarde agradável.

Thereza Bitu Canuto, Eliane Pompeu, Eliana Guerra e Jussara Lemos (Foto: Fernando Machado)

Alizete Maynard e Norma Dubeux Matos (Foto: Fernando Machado)

Ademilde Miranda: A sacerdotisa do chique 

Hoje a figurinista faria 85 anos, se viva estivesse. Quis o destino levá-la antes. Falo de Ademilde Miranda, que nasceu em João Câmara (RN) no dia 26 de julho de 1933. Formada em Filosofia pela Fafire, foi uma figura humana notável. Mulher de muito estilo, Adê, desenhava e costurava muito bem. Foi batizada como a figurinista ecológica, quando ninguém ainda tinha essa consciência e conhecimento. Foi professora de etiqueta da Socila no Recife.

Ademilde Miranda uma profissional e tanto (Foto: Divulgação)

Como profissional, sempre usou renda natural, algodão e seda. Do alto dos 1,56m de altura era extremamente rigorosa. Viúva do arquiteto José Fernando Carvalho, não teve filhos. Deixou duas irmãs, Cleide que mora no Rio de Janeiro e Iracema que mora em São Paulo, além de três sobrinhas Hellidy, Nellidy e Lousanne. Adê era autodidata, desde criança desenhava seus próprios vestidos. Seu estilo modelagem era impressionante, sempre na vanguarda, às vezes causava impacto.

Ademilde sempre categorizada (Foto: Fernando Machado)

Certa vez foi homenageada pela diretora do Museu do Estado, Tereza Costa Rego, com uma retrospectiva de sua obra. Não preciso relembrar, mas repito: Foi um sucesso. Uma mulher à frente do seu tempo foi pioneira na política de ecologia. Despertou a curiosidade de Constanza Pascolato, grande crítica de moda, que veio de São Paulo, especialmente fazer uma reportagem com ela para a Revista CláudiaAdemilde Miranda está para a moda, assim como sua grande amiga Janete Costa estava para decoração de interiores.

Ademilde Miranda uma pessoa amiga dos amigos (Foto: Divulgação)

Certa vez, Janete confessou que aprendeu com ela criar ambientes. Falava Francês, e admirava a moda francesa. Era fã da pitonisa Diana Vreeland (1903/1989) e da figurinista norte-americana Mary McFadden. E recordando Diana, “Dinheiro ajuda a tomar café na cama. Estilo ajuda a descer uma escada.” Assim como sua Musa, Adê morreu praticamente cega. Era tão exigente que perdeu muitas amizades, mas nunca abriu mão de impor sua personalidade.

Adê merece um bis (Fotos: Divulgação)

Adorava a gastronomia francesa, mas tinha um xodó muito grande por picadinho de carne. Adorava champanhe, seu perfume predileto era o exclusivo Joy, de Jean Patou. Ela não tinha medo da morte, costurou uma túnica para ser enterrada com ela. E o seu maior amigo, o cerimonialista Carlos Henrique Barbosa, fez tudo como ela queria. Exigiu que não colocasse flores no caixão. Todavia deixou um pedido que Carlos Henrique executou: colocou sobre ela orquídeas fúcsias. As velas ele trouxe de Portugal eram também fúcsias. Assim partiu a última sacerdotisa do chique.