Fernando Machado

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Anotações do Cotidiano

O algologista, especialista no tratamento da dor, Luciano Braun, é o vice-presidente da Academia Latino-americana de Médicos Intervencionistas em Dor, aliás, é o único brasileiro na entidade. A propósito: ele é um dos editores do livro Tratado de Dor Oncológica, que está sendo publicado pela Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionsitas em Dor. Não podemos esquecer Braun já foi presidente da Sociedade.

O médico Luciano Braun (Foto: Fernando Machado)

Um lembrete hoje, para o XXI Baile dos Namorados, que acontece às 21h, na Arcádia de Apipucos. A festa cujo tema é Um amor de Novela, é uma promoção da primeira dama Cristina Mello, e terá sua renda para o Grupo de Ajuda à Criança Carente com Câncer de Pernambuco, leia-se a presidente Vera Morais. As atrações são os cantores José Augusto e Adilson Ramos, além dos Garçons Cantores. Sem duvida uma noite romântica.

Flashes

Foi inaugurada, quarta-feira, no Shopping Costa Dourada, no Cabo, a churrascaria Sal e Brasa. São 22 unidades no país.

Este blog estende o tapete vermelho, hoje, para a jornalista e advogada Regina Lucia Xavier. É uma mulher de muita garra.

O cinema está de luto com a morte, ontem, no Rio de Janeiro, do cineasta Nelson Pereira dos Santos. No dia 28 de outubro faria 90 anos.

Marluce Lustosa e Zezita Barbosa (Foto: Fernando Machado)

Anotadas almoçando, sexta-feira, no restaurante Casa d’Italia, Zezita Barbosa e Marluce Lustosa. A viúva de Capiba está meio down porque o governo de Pernambuco tomou a sua casa e o caso está justiça.

O ministro Joaquim Barbosa foi quem evitou a prisão de Lula no Mensalão. Perguntar não ofende: E a dor de coluna dele desapareceu, foi?

O cerimonialista Wilton Condé é uma figura humana sensacional. Ele é muito prestativo e sabe que nada se leva da vida.

A dor de uma saudade

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Renata quando era cumprimentada por Paulo Souto, da Bahia (Foto: Valter Pontes)

“A dor de uma saudade / Vive sempre em meu coração / Ao relembrar alguém que partiu / Deixando a recordação, nunca mais  / Hão de voltar os tempos/ Felizes que passei, em outros carnavais / Cantar! Oh, cantar! / Com expressão de uma emoção / Que nasce d’alma e vem dizer ao coração / Que a vida é uma canção”. Comecei com esta musica de Edgard Moraes esta matéria que não gostaria de escrever nunca. Todavia não podemos ser tão fracos. Temos, sim, o de ter emoção, mas temos que nunca deixar a fragilidade bater em nosso corpo.

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Leila Queiroz, Dilma Rousseff e João Lyra Neto (Foto: Paulo Sérgio Sales)

A missa de corpo presente, realizada diante do Palácio do Canmpo das Princesas, para Eduardo Campos, Alexandre Severo, Carlos Percol e Marcelo de Oliveira Lira, presidida pelo arcebispo Dom Fernando Saburido e concelebrada pelo arcebispo de João Pessoa, Dom Aldo Pagotto e o bispo de Salgueiro, Dom Magnus Henrique, para citar apenas estes, foi linda, e emocionante. A homilia de Dom Fernando foi recheada de fé, esperança e caridade.

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Dom Fernando Saburido aspergindo água benta no caixão (Foto: Paulo Sérgio Sales)

Muitos foram reverenciar o grande estadista pernambucano. Além de políticos de várias tribos, o povão, esse sim é que deu o tom ao cenário. Vibrei ao ver torcedores do Santa Cruz levando seu acolhimento e sem mágoas, pois nos 100 anos do Santinha, o Governo do Estado não mandou uma mensagem de felicitações. A emoção cresceu mais ainda quando vi sobre o caixão do fotografo Alexandre Severo a bandeira do time de Dom Helder Câmara, claro, o Santa Cruz.

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ACM Neto, Aécio Neves e Paulo Souto chegando ao velório (Foto: Valter Pontes)

Estendo um tapete branco para Ana Lucia ArraesRenata Campos e seus filhos Maria Eduarda, João Henrique, Pedro Henrique, José Henrique e Miguel, unidos, fortes e acima de tudo guerreiros. Renata confesso minha covardia, não tive coragem de ir dá meus pêsames, sou chorão e o meu coração não permite essa dosagem de dor. Perdão!. Preferi Renata ficar em casa e rezar por todo vocês, e claro por Alexandre, Percol e Marcelo.

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A dor do filho João Henrique (Foto: Paulo Sérgio Sales)

Outro momento sem igual foi quando a diva do nosso teatro, Geninha Rosa Borges, do alto dos seus 92 anos declamou a poesia de Cecilia Meirelles, Último Andar. Geninha você arrasou. Imagine as famílias como não ficaram ao ouvir: “Cubra-me com seu manto de amor / Guarda-me na paz desse olhar / Cura-me as feridas e a dor me faz suportar / Que as pedras do meu caminho / Meus pés suportem pisar / Mesmo ferido de espinhos me ajude a passar / Nossa Senhora, me dê a mão / Cuida do meu coração / Da minha vida, do meu destino”.]

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Alexandre Severo teve seu caixão  coberto com as bandeiras de Pernambuco e Santa Cruz (Foto: Cortesia)

E quando pensei nas famílias enlutadas cantei: “Com minha mãe estarei na santa glória um dia / Ao lado de Maria / no céu triunfarei / No céu, no céu com minha mãe estarei / No céu, no céu / com minha mãe estarei / Com minha mãe estarei / aos anjos se ajuntando / Do onipotente ao mando / hosanas lhe darei. O coral começou a cantar foi lindo demais”. E termino com  “Se as águas do mar da vida / Quiserem te afogar / Segura na mão de Deus e vai / Se as tristezas desta vida / Quiserem te sufocar / Segura na mão de Deus e vai”.

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Cristina de Mello, Lu e José Alkmin (Foto: Paulo Sérgio Sales)

Pequeno Segredo

Resultou num sucesso o lançamento do livro Pequeno Segredo, da escritora Heloísa Schurmann, que aconteceu na Britto Central, em Miami, no dia 20. O evento foi coordenado pela Smart Trading, leia-se Rose Anne Leitão. A obra descreve as aventuras da filha Katherine, portadora do vírus HIV e as lições aprendidas durante essa jornada. No começo da década de 1980, Vilfredo e Heloisa Schurmann abandonaram a rotina em terra firme para, ao lado dos filhos, darem a volta pelo mundo a bordo de um veleiro.

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Rose Anne Leitão, Romero Britto e Ariel Yaari (Foto: Bill Paparazzi)

Após dez anos em alto mar, a família já havia conhecido todos os continentes e entrado em contato com os mais variados povos e culturas. O que nenhum deles poderia imaginar era que durante essa viagem um encontro ocasional os levaria a viver a maior aventura de suas vidas. Eles adotaram uma menina de três anos chamada Kat, nascida na Amazonia, Robert, velejador neozelandês, e a amazonense Jeanne, se conheceram no Brasil e tiveram uma filha, a pequena Kat.

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Vilfredo Schurmann, Romero Britto e Heloisa Schurmann (Foto: Bill Paparazzi)

Mas o que eles não sabiam era que, devido a uma série de transfusões de sangue em decorrência de um grave acidente antes da gravidez, Jeanne havia contraído o vírus HIV, e, sem suspeitar, o transmitido para o marido e a filha. E aceitaram o desafio e adotaram Kat, faleceu com 13 anos de idade. Para lidar com a dor, Heloisa escreveu o livro.

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