Fernando Machado

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Pollianne & Alexandre II

Terminada a bonita cerimônia os convidados seguiram todos seguiram para o claustro do Santuário, que estava deslumbrante, para a recepção. Os noivos foram de mesa em mesa cumprimentar os convidados. O local virou um mix de branco e off-white. Sobre as mesas arranjos baixos de flores brancas. Umas com lírios e rosas e outras com alstromérias, gypsophilas e lisiantos.

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Alicinha e Milton Souza Leão (Fotos: Fernando Machado)

Do teto das tendas caiam lustres geométricos, brancos, dando um visual sensacional. Das palmeiras arecas bambus surgiam móbiles com gypsophilas. O verde dos centenários oitizeiros dava um toque todo especial ao ambiente. Rafael Santos soube usar e abusar do branco, e por isso ganha nossos parabéns pelo décor. Para as danças tocou a Orquestra Universal.

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Margarida e Joezil Barros

O bufê assinado pela Porto Fino estava impecável. O chef Arthur Coelho se esmerou no cardápio. Numa mesa taboas de queijos e frios, salmão ao molho de maracujá, trouxinhas em massa de crepe com recheio de ricota e espinafre ao molho de tomate, caponata com berinjela e mousse de bacalhau. No coquetel volante carpaccio de vitelo com alcaparra, tartar de queijo de cabra com geléia de pimenta, camarõe naturais ao molho de ostra, Brie morno com mel de amêndoas e gratinado de creme de siri com queijo manteiga.

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Mônica e José David Gil Rodrigues

Ainda tivemos dois pratos quentes: raviolle de queijo ao molho de filé e camarão com ervas sobre leito de macaxeira cremosa. A tenda onde ficou o bolo grifado por Ana Izabel Figueiredo e os docinhos de Maria Helena Mendonça estavam uma maravilha. Arranjos de rosas e lírios intercalados por gypsophilas. Um detalhe que faço questão de informar: O bolo não tinha cobertura de pasta norte-americana era de açúcar mesmo. Existe coisa melhor do que isso? Existe, sim. Outro igual a ele.

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Gladstone e Ana Lucia Belo

Impossível citar presenças mesmo assim destacaríamos Alice e Milton de Souza Leão, Margarida e Joezil Barros, Ana Lucia e Gladstone Vieira Belo, Claudia e Mauro Alencar, Aida e Alde Santos, Bruna Monteiro e Jorge Peixoto, Tita e Miguel Petribu, Marta e Jairo Ferreira, Mônica e José David Gil Rodrigues, Fátima Peixoto, Antonio Henrique Neuenschwander, Luciana e Ludovico Cardoso, Amanda e José Antonio Alves de Melo Filho, Marilia Lucilia e Pedro Nunes, Zilene e Vicente Braga.

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Aida e Alde Santos

Presenças mais elegantes da noite: Margarida num modelo lilás by Paula Imperiano e Joezil Barros by Hugo Boss, Alicinha irrepreensível de modelo cereja by Leni Rodrigues e Milton de Souza Leão by Marcel Rochas e sapatos de Armani, Mônica by Ralph Lauren e José David Gil Rodrigues by Calvin Klein, Ana Lúcia Belo num modelo cinza by Moda Internacional, Cláudia Alencar by André Lima.

Uma maravilha chamada The Cloisters

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A entrada principal do Tha Cloisters (Fotos: Fernando Machado)

Hoje, apesar das chuvas, fui visitar o The Cloisters, O Claustro, seção do Metropolitan Museum of Art, dedicada à arte e arquitetura da Europa medieval. Poucas pessoas se arriscam visitá-lo, porque é Upper Manhattan. Quem vem pra cá só pensa em compras. O local é lindo e fica localizado numa colina debruçado sobre o Rio Hudson.

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A capela de Langon

Uma pena que o fog e a chuva impediram de fazer boas fotos. O The Cloisters que foi inaugurado em 1938 focando um museu de obras de arte da Idade Média. Com estilo neomedieval essa atração turística se deve ao filantropo John Rockefeller Jr, que ajudou na construção e comprou a fantástica coleção do escultor norte-americano George Grey Barnard. Peças que vão de 1000 D.C. e vai até 1.200.

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Esquilos e passarinhos dando o toque especial ao local

Temos a Sala Romantica onde estão quatro portas de igrejas francesas do século XII. A Capela Fuentidueña, o claustro de São Guilherme, uma pequena mostra de peças do século XII, a Capela de Langon, a Sala do Gótico Primitivo, cujos vitrais são franceses dos séculos XIII e XIV e a Sala Bopard, uma instituição carmelita do século XV, para citar apenas estas atrações.

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O altar mor da Capela de Santa Frances Cabrini Shrine que fica nos arredores do The Cloisters

The Cloisters abre de terça-feira a domingo, das 9h30 às 16h45. O acesso para os visitantes é meio complicado. O melhor mesmo é fazer um tour guiado por uma especialista em assuntos religiosos católicos, porém se pode ir de subway (fica complicado vale a pena). Algumas dicas: toma-se o subway no Port Authority, pode ser em outros lugares, de letra A e vai até a 190th Street. Toma o levador corta a Tryon Park.

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N. S. de Fátima, Santa Frances Sabrini Shrini e Santo Antonio

By bus, toma o ônibus M4 (Fort Tryon Park – The Cloisters) e salta na última parada. O ideal é ir de automóvel: tome a Henry Hudson Parkway em direção até a Fort Tryon Park – The Cloisters, que é a primeira saída depois da George Washington Bridge. Porém o motorista deve conhecer bem a ciadade.

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Uma vista dos vitrais da Capela de Santa Frances

Quando estava no subway entrou um latino com o violão debaixo do braço e começou a cantar Cielinto Lindo, para ganhar uns trocados. Nessa viagem o artista não ganhou nada. Foi ai que lembrei muito do Recife, onde somos mais generosos. O preço é de 25 dolares, idosos paga 17 dolares e crianças meia.

Franciscanos homenageiam as mães

Uma noitada linda e com uma atmosfera de paz, de fé e de esperança foi a seresta que os franciscanos movimentaram sábado, no claustro do Convento de Santo Antônio, em torno do Dia das Mães. Quem foi se rendeu à beleza da decoração assinada por Frei Edilson. As chuvas que teimavam em cair não tiraram o brilho do encontro cuja renda será revertida para a viagem que os farão até Canindé, no Ceará.

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Misa Lilioso entre os freis Augusto Lessa e Marconi Lins (Fotos: Fernando Machado)

Os corredores que levavam para o claustro, no estilo barroco do século XVII, estavam deslumbrantes e iluminados à luz de velas brancas. Sobre as mesas cobertas de toalhas brancas repousavam ilhas de flores do campo com lamparinas. E a noite chuvosa foi passando com cheiro de acolhida e fraternidade. Na coordenação freis Dennys, Edilson, Faustino e Jairo.

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Rachel Suassuna, Carmelo Ribeiro e Eliane Rodrigues

Coube ao Ministro Provincial dos Franciscanos, Frei Marconi Lins, fazer uma oração belíssima sobre as mães. Suas palavras foram tocantes e nos levaram em peregrinação para um mundo cheio de amor. Frei Marconi lembrou que Jesus além de Pai também é Mãe. Seu sermão foi lindo demais. Depois subiu no tablado Frei Faustino que interpretou Mãe do Céu Morena do Padre Zezinho.

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Tereza Cristina, Nelson Héffi e Lourdes Alves

Na sequencia subiram Nelson Héffi ao violão, as vocalistas Tereza Cristina e Lourdes Alves, além da artista plástica e doublé de cantora Eliane Rodrigues que cantou Manhã de Carnaval, em francês e português. Estava beirando às 22h quando Nelson, Tereza e Lourdes atacaram de frevos de blocos. Primeiro foi Amargo Regresso de Getúlio Cavalcanti, depois Madeira que Cupim não rói de Capiba. E tudo acabou em carnaval.

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Freis Edilson, Faustino e Juscelino

Impossível citar presenças porém não poderíamos deixar de lembrar o guardião Frei Augusto Lessa, Misa Lilioso (que trabalhou muito pelo sucesso da seresta), Frei Marcos, Valmira Carvalho, além do Frei Carmelita Rosenildo, dos Freis Capuchinhos Abelardo e Rafael.