Fernando Machado

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De volta para o passado

Há 419 anos, o Brasil era descoberto por Pedro Alvares Cabral.

Há 110 anos, nascia na Rússia, o escritor Wlademir Nabokov, que morreu no dia 2 de julho de 1977.

Há 96 anos, nascia em Pernambuco, o pianista Isnard Mariano, que morreu no dia 15 de setembro de 1970.

Há 19 anos, morria em Pernambuco, o empresário Adelmar da Costa Carvalho, que nasceu no dia 1 de dezembro de 1907.

Há 15 anos, morria nos Estados Unidos, o presidente Richard Nixon, que nasceu no dia 9 de janeiro de 1913.

Há 7 anos, morria em Pernambuco, a artista plástica Salomé Camboim de Castro, que nasceu no dia 30 de agosto de 1930.

De volta para o passado

Há 245 anos, morria na França, Madame Pompadour, que nasceu no dia 29 de dezembro de 1721.

Há 130 anos, morria na França, Bernadete da aparição de Nossa Senhora de Lourdes.

Há 85 anos, nascia em Pernambuco, o reitor Paulo Maciel, que morreu no dia 20 de julho de 2008.

Há 65 anos, nascia em Pernambuco, a advogada Consuelo Maria da Mota Braga, que morreu no dia 10 de fevereiro de 1999.

Há 61 anos, o pianista Cláudio Arrau se apresentava no Teatro de Santa Isabel.

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Há um ano, morria no Rio de Janeiro, a atriz e vedete Renata Fronzi, que nasceu no dia 1 de agosto de 1925.

Um nome que a história guardou

Mauro Ramos da Mota e Albuquerque foi jornalista, professor, poeta, cronista, ensaísta e memorialista, enfim uma personalidade inesquecível. Nasceu em Nazaré da Mata (PE) em 16 de agosto de 1911, e faleceu no Recife em 22 de novembro de 1984. Foi eleito para a Academia Pernambucana de Letras no dia 21 de junho de 1955 e empossado no dia 3 de março de 1957. Por cerca de 10 anos foi presidente Casa Carneiro Vilela.

No dia 8 de janeiro de 1970 foi eleito para a Cadeira nº 26, que pertencia a Gilberto Amado, na Academia Brasileira de Letras, sendo recebido em 27 de agosto de 1970, pelo acadêmico Adonias Filho. Diplomou-se na Faculdade de Direito do Recife em 1937. Desde os anos universitários colaborava na imprensa.

O acadêmico Mauro Mota (Foto: Divulgação)

Foi secretário, redator-chefe e diretor do Diário de Pernambuco; colaborador literário do Correio da Manhã, do Diário de Notícias e do Jornal de Letras do Rio de Janeiro. De 1956 a 1971, foi diretor executivo do Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais; diretor do Arquivo Público de Pernambuco, de 1973 até 1983; membro do Seminário de Tropicologia da Universidade Federal de Pernambuco e da Fundação Joaquim Nabuco. Foi membro do Conselho Federal de Cultura de Pernambuco e do Conselho Federal de Cultura.

Como poeta, destaca-se por suas Elegias, publicadas em 1952. Nessa obra figura também o “Boletim sentimental da guerra do Recife”, um dos seus poemas mais conhecidos. Sua poesia é de fundo simbólico, sobre temas nordestinos, retratando dramas do cotidiano em linguagem natural e espontânea. Mauro Mota é um nome que a história guardou.