Fernando Machado

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Uma obra prima do realismo poético – a ópera La Bohème. Este é o presente dado aos sergipanos pela Secretaria de Estado da Cultura, via a Orquestra Sinfônica de Sergipe, regida pelo maestro Guilherme Mannis, em comemoração aos 191 anos de emancipação política do Estado. Em sua primeira noite de apresentação quarta-feira, La Bohème atraiu centenas de pessoas ao Teatro Tobias Barreto para prestigiar esta que é considerada um dos maiores sucessos da história das óperas no mundo.

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Uma noite de ópera inesquecível com a Orquestra Sinfonica de Sergipe (Foto: Fabiana Costa)

Em mais uma noite da série Mangabeiras – que carrega músicas inéditas executadas pela Orquestra e por seus convidados, o público pôde conferir uma soma de grandes talentos no palco, como as sopranos Daniela Carvalho (intérprete de Mimi) e Carla Cottini (Musetta), o tenor Marcello Vannucci (Rodolfo), os barítonos Sebastião Teixeira (Marcello) e David Marcondes (Schaunard), e os baixos Cláudio Alexandre (Colline) e Saulo Javan (Alcindoro). Estiveram ainda presentes no palco os Coros Sinfônico e Infantil da Orsse, sob a regência de Daniel Freire e a preparação vocal de Verônica Santos.

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