Fernando Machado

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Maria da Glória: Miss Internacional de 1968

Há 50 anos no Nippon Budokan em Tóquio, no Japão, a brasileira Maria da Glória Carvalho, era eleita Miss Beleza Internacional de 1968, por sinal a única representante do Brasil ganhar este título. Miss Internacional de 1967 foi Mirta Massa da Argentina. Elena Restrepo da Bolívia foi escolhida Miss Simpatia, Rungtip Pinyo da Tailândia ficou como Miss Fotogenia e Rosário Villam faturou o troféu de melhor traje típico.

Maria da Glória Carvalho sendo convidada para o Top 15 (Foto: O Cruzeiro)

As 15 semifinalistas foram Maria da Glória Carvalho (Brasil), Rosário Villa (Colombia), Kim Hee (Coreia do Sul), Dorrit Frantzen (Dinamarca), Marie Smith (Escócia), Ann Macquarrie (Estados Unidos), Nenita Tuazon (Filipinas), Nancy Gallerne (França), Sumita Sem (Índia), Daniela Hod (Israel), Yoko Sunami(Japão), Nádia Leets (Nicarágua), Annika Hemminge (Suécia), Irene Stierli Smith (Suíça) e Rungtip Pinyo (Tailândia).

Maria da Glória Carvalho sentada no trono como Miss Internacional de 1968 (Foto: O Cruzeiro)

No final foram escolhidas Maria da Glória como Miss Beleza Internacional de 1968; Annika Hemmeingeda Suécia em segundo; Ann Macquarrie dos Estados em terceiro; Dorrti Frantzen da Dinamarca em quarto e Rungtip Pinyo da Tailândia em quinto. Participaram do concurso 49 candidatas.

Miss Fotogenia, Rungtip Pinyo, Nancy Gallerne e Maria da Gloria com seus trajes típicos (Foto: O Cruzeiro)

Participaram do concurso: Mary Winifred (África do Sul), Margot Schmalzriedt (Alemanha), Ana Inés Puiggros (Argentina), Denise Hughes (Austrália), Huberta Kessler (Áustria), Janine Patteeuw (Bélgica), Ana Maria Amelunga (Bolivia), Maria da Glória Carvalho (Brasil), Patricia Lane (Canadá), Manel Eriyagama (Ceilão), Rosario Villa (Colombia), Marie Basoko (Congo), Hee Ja-Kim (Coreia do Sul), Ana Maria Rivera (Costa Rica), Dorrit Frantzen (Dinamarca).

Mirta Massa coroando Maria da Glória Carvalho (Foto: Manchete)

Ainda Yolanda Urquijo (Espanha), Enriqueta Valdez (Equador), Marie Smith (Escócia), Karen MacQuarrie (Estados Unidos), Nenita Tuazon Ramos (Filipinas), Satu Kostiainen (Finlândia), Nancy Gallerne (França), Fani Sakantani (Grecia), Elaine Calvo (Guão), Cecille van der Lelie (Holanda), Hui Ling-Ling (Hong Kong), Sumita Sem (India), Sylvia Taliwongso (Indonésia), Glória Best (Inglaterra), Frances Clarke (Irlanda), Daniela Hod (Israel), Vanna Torri (Itália), Tatjana Albahari (Iugoslávia).

Karen, Sumita, Yoko, Marie, Viola Maria da Glória e Mady (Foto: O Cruzeiro)

E finalmente Yoko Sunami (Japão), Mady Reiter (Luxemburgo), Maznah Binte (Malásia), Aroha Manawatu (Nova Zelândia), Nadia Leets (Nicarágua), Hedda Lie (Noruega), Kay House (Pais de Gales), Elsa Méndez (Porto Rico), Teo Kim Neo (Singapura), Annika Hemminge (Suécia), Irene Stierli (Suíça), Rungtip Pinyo (Tailândia), Viola Teriitahi (Taiti), Gul Ustun (Turquia), Soledad Gandos (Uruguai) e Jovan Navas (Venezula).

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