Fernando Machado

Pausa Poética

“Antiga tarde, quase irreal de tão perdida, de tão distante… / Em teu fluir brinquei menino, sugando a seiva de cada instante. / Onde teu vento, / onde teu sono? / Que é do balir da ovelha errante? Selênio Homem de Siqueira (1935/2015)

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