Fernando Machado

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Um nome que a história guardou

Zilde de Enock Maranhão que nasceu em Goiana, Pernambuco, no dia 12 de junho de 1918, e estudou nos Colégios Nóbrega e Marista era uma figura romântica apesar de uma aparência fechada. Estudou na Faculdade de Direito do Recife até o terceiro ano, depois abandonou o curso foi ser agricultor, quando incursionou pela política e pelo jornalismo. Foi casado com Lucia Lobo Maranhão e pai de tres filhos: Paulo, Ricardo e Marcelo.

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O jornalista e colunista social Zilde Maranhão (Fotos: Arquivo)

Entre 1946 e 1950 foi prefeito de Aliança, depois presidente da COAP (Comissão Estadual de Abastecimento de Preços). Uma coisa que o deixava feliz era ser jornalista, contista, cronista, poeta e romancista. Escreveu os livros Caçuá de Feira, Matolão, Um Homem na Madrugada, Bombardino e Clarinete.

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Zilde e Lúcia com os filhos Paulo, Ricardo e Marcelo

Sua primeira reportagem foi sobre os caminhões pau-de-arara, que transportava os nordestinos retirantes, fugindo da seca do sertão, em busca de trabalho no sul. Começou a carreira como cronista social no Jornal Pequeno, com os pseudônimos de Carlos Frederico e Paulo Frederico. Atuou em todos os jornais do Recife. Zilde Maranhão, que faleceu no dia 17 de fevereuri de 1986, escrevia diariamente as colunas Cartas para Mirza e Meio Fio, no Diário de Pernambuco e Jornal do Commercio.

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1 Discussion on “Um nome que a história guardou”
  • Olá, como faço para ter acesso aos livros escrito pelo Zilde Maranhão? Nenhum foi digitalizado ou reeditado? Obrigado desde já;

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