Fernando Machado

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Parabéns, Aderson Araujo!

No dia 4 de fevereiro, o médico hematologista Aderson Araújo completou 70 anos. Devido à pandemia, ele e sua esposa Iara, comemoraram somente com a família, no seu apartamento de Casa Forte. De Minas Gerais veio seu irmão Ademir Araujo. Aderson além de competente é uma figura humana notável.

Aderson no consultório e com  sua mãe, dona Creusa, e os irmãos Ademir e Creusa (Fotos: Instagram)

A propósito: Dr Aderson vai fazer o prefácio da segunda edição do livro Hemope e Pro-Sangue Dois Caminho e uma Decisão, contando a história do fundador e primeiro presidente do Hemope, Luiz Gonzaga dos Santos. O seu lançamento deverá ocorrer durante o Congresso Brasileiro de Hermatologia.

Elisa Araujo Moreira, Creusa e Iara Araujo (Foto: Instagram)

Acontecencias

Laurent Suaudeau, chamado de Chef dos Chefs (apelido que ganhou carinhosamente no Brasil), é a estrela do lançamento da Editora Melhoramentos, O Toque do Chef. Trata-se da única obra que fala sobre a vida de Laurent. O chef, que conheceu um restaurante apenas aos cinco anos de idade, ensina 50 das grandes receitas criadas ao longo das quase cinco décadas dedicadas à cozinha, com imagens espetaculares do premiado Sérgio Coimbra. O prefácio é do restaurateur Rogério Fasano e do publicitário e gourmand Washington Olivetto.

O chef Laurent Suaudeau (Foto: Divulgação)

A RTE Rodonaves, um dos maiores e mais reconhecidos nomes do país no setor de transportes e logística, ganhou pela 10ª vez o Prêmio Maiores e Melhores em Distribuição de Autopeças na categoria Transportadora e mantém o primeiro lugar pelo oitavo ano consecutivo. A pesquisa Maiores e Melhores em Distribuição de Autopeças é uma realização do After . Lab – empresa de pesquisa de inteligência de mercado especializado em estudos Aftermarket Automotivo – e é realizada em duas etapas com a avaliação de 500 varejistas de autopeças em todo Brasil. Informa João Naves, fundador e presidente da RTE Rodonaves.

Zozimo é homenageado com biografia

Resultou num sucesso o lançamento da biografia do colunista social Zozimo Barroso do Amaral, Enquanto houver champanhe, há esperança, escrito pelo jornalista Joaquim Ferreira dos Santos. A noite de autografos aconteceu quinta-feira, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, no Rio de Janeiro. No prefácio Ricardo Boechat escreveu: “No fundo, Zózimo foi um verdadeiro anarquista, um Groucho Marx, que observava com elegante desdém o grand monde que circulava em sua coluna. Ele sabia aproveitar o que esse mundo tinha de gostoso, no sentido do tato e do paladar, mas não o reverenciava, não era seu escravo, não era um devoto”.

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Zuenir Ventura, Joaquim Ferreira dos Santos e Artur Xexeo (Foto: Cristina Granato)

Impossível citar presenças mesmo assim destacaríamos o filho Fernando, sua primeira mulher Márcia Barrozo do Amaral, Artur Xexeo, Zuenir Ventura, Miriam Leitão, Ricardo Amaral, Leiloca, Vanda Klabin, Mirtia Gallotti, Lucy e Luiz Carlos Barreto, Kiki e Renato Garavaglia, João Paulo dos Reis Veloso, Fernando Bicudo, Anna Ramalho, Maria Lucia Dahl, Ancelmo Góis, Maitê Proença, Paulo Marinho.

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Fernando e sua mãe Márcia Barrozo do Amaral (Foto: Cristina Granato)

Como escreveu Anna Ramalho no seu blog: “Uma coisa é certa: Joaquim, hoje, deve estar com a mão na tipoia, tantos foram os autógrafos que distribuiu na noite, um alegre – e infelizmente breve – revival de um Rio que já não existe mais”. Já Lu Lacerda afirmou no seu blog: “Era como se tivesse baixado o clima do Zózimo Barrozo do Amaral, o biografado, jornalista que teve coluna por quase 30 anos no Jornal do Brasil e no O Globo”. Eu pensei que somente o Recife de glamour tinha acabado.

As Peripécias de Pedro Luiz

O radialista, jornalista e mercadólogo Pedro Luiz Caldas de Souza Leão, ou como é mais famoso Pedro Luiz, lançou ontem, à noite, no Sesc de Santo Amaro, o seu livro Peripécias de um repórter. A obra tem revisão textual dos jornalistas Claudemir Gomes e Gercina Primo, a capa é de Humberto Cezar, projeto gráfico e diagramação de Edlamar A. Soares. A apresentação é Claudemir Gomes e o prefácio do imortal José Nivaldo Junior.

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Wilma, Pedro Luiz e Maria do Carmo Souza Leão (Foto: Fernando Machado)

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Claudemir Gomes, João Alberto, Tarciso Calado Filho e Fred Domingos (Foto: Fernando Machado)

Na apresentação escreveu o jornalista Claudemir Gomes: “O repórter pegou a estrada, viajou por esse Brasil afora, colecionou amigos. A voz alta, em qualqur que fosse o ambiente, e a risada franca eram suas marcas registradas que foram reconhecidas no México, Paris nas ruas de Camboja, em arriscadas corridas de riquixá – meio de transporte popular no Vietnã – e em Portugal. “Sinto saudades das viagens”. Me confessou várias vezes, o Pedrão.”

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João Caixero e José Nivaldo Junior (Foto: Fernando Machado)

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José Neves Filho e Alexandre Miranda (Foto: Fernando Machado)

No prefácio escreveu o tricolor, assim como o autor, José Nivaldo Junior: “Claro que, como nosso livro não é sonoro, falta o inconfundível tom de voz, aprendido graças a Cezar Brasil, e ele narra isso. Faltam as risadas volumosas, os carinhosos gestos bruscos. Mar quem conhece Pedrão, pessoalmente ou através do rádio, da televisão ou da internet certamente vai percorrer cada capitulo imaginando o próprio Negão , em pessoa, contando os feitos”.

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Pedro Luiz, Gercina Primo e Claudemir Gomes (Foto: Fernando Machado)

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Roberto Bezerra e Ciro Bezerra (Foto: Fernando Machado)

Pedro Luiz passeia pelos assustados, aquelas festas que geralmente aconteciam nas garagens ou nos terraços das casas e na “zona” do Recife Antigo, ou como era mais chamada baixo meretrício. “Nos saiamos dos assustados e íamos direto para lá. Era uma festa só, ali onde é o Recife Antigo, tinha o Chantecler, a Baiana, o Tony Drink’s, pra lembrar as casas mais conhecidas”. No livro ela confessa como terminava a noitada, ou melhor a madrugada.

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Clovis Correa Filho e Eder Vespaziano (Foto: Fernando Machado)

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Luiz Claudio Carvalho e Ricardo Melo (Foto: Fernando Machado)

Tem um capitulo dedicado ao seu pai, o radialista, locutor esportivo, comentarista, publicitário e apresentador de programas no rádio e na televisão, César Brazil.Ajudou muito para que não fechassem as portas, na época em que o Batutas passava por sérias dificuldades financeiras. Foi composta a musica que dizia: “Não deixem morrer Batutas, não deixem Batutas morrer”, em parceria com o compositor João Santiago. Foi diretor social do Santa Cruz e do Olinda Praia Clube, onde criou o I Baile Municipal de Olinda“, escreveu.

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Roberto Zaidan e José Augusto Correa Neto (Foto: Fernando Machado)

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Pedro Luiz e Rodolfo Aureliano Neto (Foto: Fernando Machado)

A noite de autógrafos foi das mais concorridas e prestigiadas pela tribo esportiva e radiofônica. O prefeito Geraldo Julio de Mello Filho, ao lado secretario de Imprensa, Gabriel Alexandre bateu o ponto no Sesc. Muitos tricolores, como ele, estavam lá como João Caixero, José Nivaldo Junior, Alexandre Mirinda, Edelson Barbosa, Rodolfo Aureliano Neto, sua mãe Dona Carminha, sua esposa Wilma e os filhos Humberto Cezar e Laís.