Fernando Machado

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A Missa para Margarida Barros

“Me chamaste para caminhar na vida contigo / Decidi para sempre seguir-te, não voltar atrás / Me puseste uma brasa no peito e uma flecha na alma / É difícil agora viver sem lembrar-me de ti / Te amarei, Senhor, te amarei, Senhor / Eu só encontro a paz e a alegria / Bem perto de ti”, teve inicio a belíssima Missa de Corpo Presente da minha amiga Margarida Lyra Barros. O seu esposo, Joezil Barros, ficou emocionado, mas somente deixei cair duas lágrimas quando no final da missa ouviu: “E é morrendo que se vive para vida eterna”.

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Joezil Barros e o seu olhar contemplativo (Foto: Fernando Machado)

Parecia que estava junto dela com aquele sorriso de felicidade e de  pureza. Até olhei para meu lado pensando que era Margarida usando um modelo de Leny Rodrigues. Arrisquei e olhei para seus pés e vi que calçando sapatos by Louboutin. Depois caiu a ficha. Margarida esta sim mas no caixão ladeada por quatro castiçais de velas brancas e sobre a proteção de Cristo na Cruz. Lá no céu, a Diva devia está feliz pois a cerimônia foi digna dela. A missa, na Capela Central do Cemitério da Morada da Paz foi presidida por Frei Damião Silva.

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Frei Damião encomendando o corpo de Margarida (Foto: Fernando Machado)

Frei Damião emocionou a todos com sua homilia linda. Puxa, meu amigo conduziu a cerimônia religiosa, como somente os que têm intimidade com céu, podem fazer. Porque a palavra converte, o testemunho arrasta! De repente o tecladista Flávio Pio ao teclado cantou “Senhor Eu sei que tu me sondas / Sei também que me conheces / Se me assento ou me levanto / Conheces meus pensamentos / Quer deitado ou quer andando / Sabes todos os meus passos / Senhor, eu sei que tu me sondas”. Foi lindo demais!

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Frei Damião antes de deixar a capela foi contemplar a Diva (Foto: Fernando Machado)

E finalizando a Missa, o templo é invadido por “Senhor fazei de mim o instrumento de Vossa paz / Onde houver ódio / Que eu leve o amor / Onde houver ofensas / Que eu leve o perdão / Onde houver discórdia / Que eu leve a união / Onde houver trevas / Que eu leve a luz / Onde houver desespero / Que eu leve a esperança / Onde houver tristeza / Que eu leve alegria / Onde houver dúvidas / Que eu leve a fé / É perdoando que se é perdoado / E é morrendo que se vive para vida eterna”.

De volta para o passado

Há 130 anos, morria na Itália o compositor Richard Wagner, que nasceu no dia 22 de maio de 1813.

Há 90 anos, nascia em Pernambuco, a estilista Perola Kelner Fontes, que morreu no dia 25 de junho de 2000.


Há 75 anos, nascia na Inglaterra, o ator Oliver Reed, que morreu no dia 2 de maio de 1999.

Há 52 anos, Denise Zelaquetti usando Isabel, a Rainha de Portugal, vencia o concurso de fantasias do Baile Municipal do Rio de Janeiro.


Há 44 anos, passava pelo Aeroporto Internacional dos Guararapes, com destino ao Rio de Janeiro, para assistir ao Carnaval, a modelo Veruschka.

Há 32 anos, acontecia no Clube Internacional do Recife, o Bal Masqué. O homenageado foi o compositor Capiba.

Há 20 anos, morria no Rio de Janeiro, o musico Chiquinho do Acordeom, que nasceu no dia 7 de novembro de 1928.