Fernando Machado

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Nos Bastidores da Política

O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde segue atuando com o Plano de Ação: Estratégia de Vacinação nas Fronteiras de 2022 para elevar as taxas de imunização da população que vive nas regiões de fronteiras. No último fim de semana, foi realizada uma mobilização na cidade de Santana do Livramento (RS), na fronteira com o Uruguai. Foram disponibilizadas doses recomendadas de acordo com o Calendário Nacional de Vacinação.

Serão utilizados como indicadores de monitoramento e avaliação da estratégia as coberturas vacinais dos seguintes imunizantes: Vacinas Poliomielite; Tríplice Viral; Covid-19; Febre Amarela; Influenza. O Ministério da Saúde reforça que as baixas coberturas vacinais nessas regiões representam alto risco para a saúde pública, pois a população se expõe a possíveis epidemias e surtos, com consequentes prejuízos para a comunidade e sobrecarga nos serviços de saúde.

A meta é atualizar a situação vacinal da população, de todas as faixas etárias, residente nos municípios brasileiros ou estrangeiros que estiverem no Brasil, considerando todas as vacinas orientadas no Calendário Nacional de Vacinação e vacina Covid-19 e, com isso, evitar novos casos e a reintrodução de doenças imunopreveníveis em território nacional.

Nos Bastidores da Política

Com o objetivo de combater a precariedade menstrual, o Ministério da Saúde lançou, quarta-feira, a portaria que institui incentivo financeiro para o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual. A iniciativa assegura a oferta e a distribuição gratuita de absorventes higiênicos para cerca de 4 milhões de adolescentes e mulheres em 3,5 mil municípios brasileiros no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

A primeira-dama Michelle Bolsonaro e o ministro Marcelo Queiroga (Foto: Julia Pado)

O evento contou com a participação do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, da primeira-dama, Michelle Bolsonaro; da Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Cristiane Britto; da senadora do Distrito Federal, Damares Alves; da vice-presidente do CONASEMS, Cristiane Pantaleão; além da presença do Secretário de Atenção Primária a Saúde, Raphael Câmara e do Diretor do departamento dos Ciclos da Vida (SAPS), Walter Palis Ventura.

 

Nos Bastidores da Política

Segundo o Ministério da Saúde mais de 3.700 vidas foram salvas até junho de 2022, por meio da doação de órgãos e tecidos. A doação de órgãos é um ato por meio do qual podem ser retirados órgãos ou tecidos de uma pessoa viva ou falecida (doadores) para serem utilizados no tratamento de outras pessoas, com a finalidade de reestabelecer as funções de um órgão ou tecido doente. No Brasil, nos últimos quatro anos, foram realizados mais de 15 mil transplantes entre pessoas vivas no Sistema Único de Saúde (SUS).

A modalidade é possível desde que não impeça o organismo do doador de continuar vivo e não ofereça risco para a sua integridade. Para a realização do transplante de órgãos, existem dois tipos de doadores: o vivo e o falecido. No segundo caso, é a família quem autoriza a doação. É possível doar em vida um dos rins, parte do fígado, parte dos pulmões ou medula óssea. Nesses casos, a legislação brasileira permite que cônjuges e parentes de até quarto grau sejam doadores.

Para pessoas que não são parentes, só é possível com autorização judicial, exceto nos casos de doação de medula óssea. Em relação ao transplante de medula óssea, a busca por doadores pode ser feita no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), o terceiro maior banco de doadores do mundo. Esse tipo de transplante pode beneficiar o tratamento de cerca de 80 doenças em diferentes estágios e faixas etárias. Os doadores brasileiros cadastrados no Redome podem atender pacientes no Brasil e também em outros países.

Nos Bastidores da Política

O Ministério da Saúde incluiu na Tabela de Procedimento, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do Sistema Único de Saúde (SUS) o Implante Transcateter da Válvula Aórtica (ITVA) para tratamento da estenose aórtica grave. O financiamento no procedimento é de mais de R$ 50 milhões.

O implante transcateter de válvula aórtica é um procedimento minimamente invasivo que permite a correção da válvula cardíaca afetada pela estenose aórtica, uma doença caracterizada pela obstrução da estrutura cardíaca e que afeta cerca 5% da população com mais de 75 anos, ou seja, um em cada 20 idosos a partir dessa faixa etária. Informa o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.