Fernando Machado

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Nos bastidores da Política

Mais de 33 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 foram distribuídas pelo Governo Federal em maio. Este número representa um recorde mensal de doses enviadas aos estados e Distrito Federal desde janeiro, quando iniciou a campanha de imunização. Até quinta-feira, foram distribuídas mais 6,7 milhões de doses para todo o Brasil. O novo lote contém 6,1 milhões de doses da AstraZeneca/Oxford, produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e outras 609 mil doses da Pfizer/BioNTech.

A Escola Nacional de Administração Pública e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (cujo presidente é Diogo Costa), vão aprimorar o monitoramento das políticas educacionais na educação básica brasileira. A parceria entre as duas instituições foi iniciada durante a oficina inaugural do projeto. Está prevista a realização de 15 atividades semanais e a estratégia de monitoramento será entregue em agosto.

A Fundação Nacional do Índio repudiou as declarações do fotógrafo Sebastião Salgado sobre a atuação do Governo Federal em prol dos indígenas durante a pandemia de Covid-19. Em vídeo divulgado recentemente, Salgado tece uma série de críticas infundadas sobre a proteção a essa população, valendo-se de argumentos que não correspondem à realidade. Nesse sentido, cumpre informar que a Funai já investiu cerca de R$ 47 milhões em medidas preventivas desde o início da pandemia do novo coronavírus.

 

Nos bastidores da política

Pessoas com doenças crônicas neurológicas agora fazem parte do público-alvo da vacinação contra a Covid-19. A inclusão do grupo na lista de comorbidades foi realizada, quinta-feira, com a atualização do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO). Com isso, portadores de doenças cerebrovascular, doenças neurológicas crônicas que impactem na função respiratória, doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular, e indivíduos com deficiência neurológica grave, paralisia cerebral, esclerose múltipla, ou condições similares, já podem se vacinar contra a Covid-19 em todo País.

O presidente da Fundação Nacional do Índio, Marcelo Xavier, participou quinta-feira da entrega simbólica de mais de 1 mil cestas de alimentos a indígenas que vivem no Distrito Federal. A solenidade contou com a presença dos ministros da Cidadania, João Roma; da Secretaria de Governo, Flavia Arruda; da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina; do presidente substituto da Companhia Nacional de Abastecimento, José Costa Neto; e do secretário nacional de Inclusão Social e Produtiva, Celso Matsuda, entre outras autoridades.

A Cia dos Croissants de Índio

O Recife possui um lugar para os franceses ficarem com água na boca. Refiro-me a Companhia do Croissant, de Severino Ramos de Mendonça, mas conhecido como Índio. Seus croissants são de se comerem rezando. Tem duas unidades: uma em Setubal e outra em Casa Forte. Indio nasceu em Chã Grande, com 17 anos veio tentar a vida no Recife. É casado Márcia e tem três filhos: Bruno, Gustavo e Laura. Seu primeiro emprego foi num “catering” (serviço de fornecimento de refeições coletivas), onde se preparavam as comidas para os passageiros de aviões. Trabalhou na Transbrasil, na Vasp, e por fim a Air France onde era responsável pelo o serviço de bordo embarcado no Recife.

O patissier Índio mostrando sua produção (Foto: Divulgação)

Como tinha sempre problemas para entender o que os comissários, o então o diretor da Air France, Francisco Rosário aconselhou para estudar francês e lembrou “num futuro concurso você poderia fazer parte dos quadros da Air France”. Índio respondeu que não podia pagar e Francisco Rosário não perdeu tempo, “A companhia aérea bancaria 60% do curso na Aliança Francesa”. Indio não vacilou “comecei a estudar e depois de 1 ano já estava falando francês. Foi quando a Air France abriu um concurso eu me escrevi, fui aprovado e passei a fazer parte do grupo”.

Um prato de croissants (Foto: Divulgação)

Uma vez na empresa ele continuou trabalhando com comida porque já fazia isso pelo Catering, logo teve o orgulho de fazer cursos em Paris nas cozinhas da Air France. Na época não trabalhava só com pães e sim com todas as comidas quentes e frias. Com o fechamento da Air France no Recife “não quis continuar na empresa e abriu um comércio em Gravatá. Quebrei e voltai a bater na porta do aeroporto, fui contratado mais o salário já não era nem de longe o mesmo, foi aí que resolvi voltar à França para fazer um estágio de pães finos”.

A entrada da Cia do Croissant (Foto: Divulgação)

Quando Índio retornou da França começou a testar seus conhecimentos gastronômicos que tinha aprendido na terra de Brigitte Bardot e seu mundo nos negócios mudou. “Foi aí que tudo começou! Atualmente temos dois cafés um em Setúbal na Rua Camboim, 421 (terminal de ônibus) e a outra dentro do Big Bompreço de Casa Forte. Sem esquecer uma pequena fábrica de croissants onde atendemos para cafés, padarias, hotéis e pessoas físicas”.

Noticias de Alagoas

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) iniciou, quinta-feira, a entrega de 6.806 cestas de alimentos para famílias indígenas em situação de risco nutricional, atendidas pela Fundação Nacional do Índio (Funai), no estado de Alagoas. As unidades somam mais de 115 toneladas de produtos como arroz, feijão, farinha de mandioca e leite em pó, com 17 kg de alimentos em cada uma.

Em 2020, devido a crise econômica, somente em Alagoas, foram 27.4646 pessoas demitidas, a maioria está na faixa etária de 30 a 39 anos e só possui, como formação, o ensino médio completo. Os dados são do Cadastro Geral de Desempregados (Caged). A maioria dos desempregados pertencia ao setor industrial, seguido pelo setor de comércio e serviços alagoanos. Os três setores sofreram com a queda do turismo e a imposição do isolamento social. Visando requalificar a população do agreste Alagoano, o Centro Brasileiro de Cursos investiu por volta de 1 milhão de reais na unidade de Arapiraca que será inaugurada hoje. Informa a mestra em RH, Aristella Lemos.

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