Fernando Machado

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De Volta para o Passado

Há 190 anos, Dom Pedro II era aclamado Imperador do Brasil.

Há 175 anos, nascia em Pernambuco, o acadêmico Joaquim Maria Carneiro Vilela, que morreu no dia 1 de julho de 1913.

O primeiro exemplar do JB e ao lado Rodolfo Dantas e Sancho de Barros Pimentel (Fotos: Divulgação)

Há 130 anos, Rodolfo Epifanio de Souza Dantas (1855/1901) fundava no Rio de Janeiro, o Jornal do Brasil.

Há 105 anos, nascia em Pernambuco, a radialista Mercedes Del Prado, que morreu no dia 7 de agosto de 1990.

Há 95 anos, nascia nos Estados Unidos, o jornalista Hugh Hefner, que morreu no dia 27 de setembro de 2017.

Há 85 anos, por Semana a Santa era exibido no Cine Encruzilhada, o filme A Vida e os Milagres de Santo Antônio de Pádua.

Há 70 anos, se apresentava na Rádio Tamandaré, o cantor Jorge Veiga.

Há 50 anos, Carlos Imperial participava da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém.

Flashes

No dia 13 de fevereiro, no Mar Hotel, o cônsul geral do Japão, Jiro Maruhashi, vai comemorar a data do aniversário do novo Imperador do Japão.

A Necessidade do Amor é a primeira mostra da Arte Plural Galeria em 2020, com 12 artistas, cujo vernissage será amanhã. O curador é Julio Cavani.

Do alto dos seus 1m88 de altura, Jan Laskowski, foi o primeiro Mister Supranational da Alemanha e de pois Mister Alemanha Global em 2018, agora modelo foi eleito pelo blog o Germany It’s Boy.

Jan Laskowski, Miss Alemanha Supranational de 2017 (Foto: Instagram)

No próximo dia 20, às 16h, a Capitão de Mar-e-guerra Cristina Heuseler para as funções do Hospital Naval para o mar-e-guerra Cássio Santos.

A professora universitária Maria do Carmo Sobral fez uma romaria, com um grupo de peregrinos, até Brejo da Madre Deus, em louvor a Santo Amaro.

Quem foi muito cumprimentado, ontem, pelo aniversário foi o deus de ébano, jornalista e ancora do NE 1 Pedro Lins.

 

Flashes

Pedro Salustiano participou, sábado, em Condado, dos festejos de um ano da Associação de Grupos de Cavalo Marinho.

O pagodeiro Dilsinho, grava seu 2° DVD, Open House, no dia 19 de dezembro, no Recife. A criação é de Hid Saib.

Não será surpresa para a coluna se o sucessor da presidente Margarida Cantarelli, na APL seja o acadêmico Lucilio Verejão Filho.

Almoçando no Le Monde Bistrô, o presidente o médico Giovanni Rattacaso Filho e Magali, com os amigos de São Paulo, Marcelo Garcia e Simone.

A peça Tango em Trapos, a convite do SESC de Piedade, se apresenta quarta-feira, às 16h, em frente ao Cine Teatro Samuel Campelo, em Jaboatão Centro.

Verônica Moura reúne quarta-feira, às 19h, no Hotel Ramada, 32 empresas de diversas áreas quando o assunto é casamento.

Conforme este blog já informou devido à entronização do novo Imperador, este ano não terá recepção da Data Nacional do Japão.

I Baile da Ilha Fiscal 

Há 130 anos Dom Pedro II movimentava o I Baile da Ilha Fiscal, em torno do comandante Bannen e oficiais do encouraçado chileno Almirante Cochrane. Nos jardins, repousavam 10 mil lanternas venezianas clareando todo o ambiente e o entorno, o espelho d’água da Baía da Guanabara dava aquela visão de esplendor; no interior, o palácio iluminado com 700 lâmpadas elétricas para impressionar os cerca de 4.500 convidados. Sem dúvida foi o baile que derrubou a monarquia brasileira.

O Baile da Ilha Fiscal pelos pinceis do artista plástico Aurélio Figueiredo

E, para bem servi-los, foram mobilizados 90 cozinheiros e 150 garçons, que prepararam 500 perus, 64 faisões, 800 quilos de camarão, 800 latas de trufas, 1.200 latas de aspargos, 1.300 frangos e 12 mil sorvetes. No cardápio creme à la Richelieu et purée à La Reine; merlan (badejo) à la façon du chef; chartreuse de caille (codorniz); pigeons sauvages (pombos) etc. E, de sobremesa, crême au chocolat et aux violettes, charlotes, marrons glacées et bonbons fondants. Além de 2.900 doces variados e 18 mil frutas brasileiras.

Uma vista da Ilha Fiscal (Foto: Divulgação)

Tudo isso regado a champanhes Cristal, Veuve Clicquot, Heidsièch, Chambertin e Pommard. A parte musical ficou por conta de seis orquestras. Dom Pedro II compareceu com toda a família, mas retirou-se cedo. Todavia não suspeitava que perto do cais, no Clube Militar, um punhado de conspiradores acertava os detalhes do assalto ao poder. Oito dias depois uma lancha do arsenal da Marinha levou a família imperial para o vapor Paraíba, ainda de madrugada. Ao meio-dia a embarcação zarpou para a Ilha Grande, onde estava o Alagoas. E na manhã do dia 18 de novembro, Dom Pedro II seguiu para a Europa para nunca mais voltar.

 

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