Fernando Machado

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Parabéns

Hoje, 13, Dia de Nossa Senhora das Dores e Santo Hermenegildo, do Hino Nacional Brasileiro e da Imprensa, aniversariam o advogado Heraclito Cavalcanti, os executivos Gilberto Carneiro Junior, José Carlos Oliveira e Suely Rossiter, as jornalistas Daliana Martins, Evelise Buarque e Vanessa Lins, a chef Lucinha Cascão,

A procuradora Rosa Mineiro Dias (Foto: Fernando Machado)

O médico Diego Pascaretta (Foto: Divulgação)

A graphic designer Marcela Machado Vanegue (Foto: Face)

 

De Volta para o Passado

Há 180 anos, era tocado, pela primeira vez, o Hino Nacional do Brasll, cuja letra é de Joaquim Osório Duque-Estrada e a música de Francisco Manuel da Silva. Em 1917 o cantor Vicente Celestino foi quem primeiro gravou o Hino Nacional, sendo acompanhado pela Banda do Batalhão Naval.

Há 135 anos, nascia na Alemanha, o artista plástico Henrique Moser, que morreu no dia 21 de agosto de 1947.

Há 100 anos, acontecia concerto com o tenor Elias Reis e Silva, com o barítono Astrubal Lins e com a pianista Fausta Lobo.

Há 85 anos, morria na Inglaterra, o poeta Rudyard Kipling, que nasceu no dia 30 de dezembro de 1865.

Há 85 anos, acontecia à Festa dos Solteiros, no Olinda Cassino Club, com o Bando Acadêmico. Na ocasião os compositores Homero Freire, Plácido Souza e Capiba apresentaram os frevos-canções vitoriosos. O traje foi rigor.

Há 70 anos, morria em São Paulo, o político Euvaldo Lodi, que nasceu no dia 9 de março de 1896.

Há 55 anos, o escritor Marcos Vilaça tomava posse na cadeira 35, da Academia Pernambucana de Letras, cujo presidente era Luiz Delgado. A cerimônia aconteceu no Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano. Ele foi saudado pelo acadêmico Mauro Mota.

Há 25 anos, morria no Rio Grande do Sul, o cineasta Alberto Ruschel, que nasceu o dia 21 de fevereiro de 1918.

De Volta para o Passado

Há 160 anos nascia no Rio de Janeiro, o artista plástico Antônio Parreiras, que morreu no dia 18 de outubro de 1937.

Francisco Manuel da Silva e Joaquim Osório Duque de Estrada (Fotos: Internet)

Há 130 anos, era oficializado o Hino Nacional do Brasil, composto por Joaquim Osório Duque de Estrada e Francisco Manuel da Silva.

Há 100 anos, nascia na Itália, o cineasta Federico Fellini, que morreu no dia 31 de outubro de 1993.

Há 100 anos, Alfredo Botelho fundava no Recife, o Club Carteiros em Folia.

Há 75 anos, no Santa Isabel a peça Qué matá Papai, Oião? com a Cia Brasileira de teatro Musical. No elenco Hilda Fernandes.

Há 65 anos, passava, via Alitalia, a atriz Silvana Pampanini. Ia participar do Festival Internacional de Cinema em Punta del Este. Ela recebeu um disco da Rosenblit de Carnaval, entregue por José Kreime.

Há 30 anos, morria nos Estados Unidos, a atriz Bárbara Stanwyck, que nasceu no dia 16 de julho de 1917.

Há 65 anos, chegava ao Recife o escritor Malba Tahan.

Com a Direita o Brasil Avança

Olha que coisa mais linda (Foto: Paula Ribeiro)

Ontem, a Avenida Boa Viagem parecia um tsunami de esperança pelo Brasil correto e sem corrupção. Mais de 60 mil pessoas, com camisetas verdes e amarelas, participaram da caminhada contra o STF e o Congresso Nacional (Câmara e Senado), que praticam a política do “dando que se recebe”. A concentração foi nos arredores da Padaria de Boa Viagem, com direito a seis trios elétricos e palavras de ordem.

O verde e amarelo dominou a avenida Boa Viagem (Foto: Conceição Assis)

O povo que isso (Foto: Fernando Machado)

O Hino Nacional que os petistas odeiam foi tocado várias vezes. O relógio batia 15h quando a passeata começou rumo ao Segundo Jardim de Boa Viagem. O ato foi convocado para reforçar apoiar o governo do presidente Jair Bolsonaro. A Reforma da Previdência foi outro ponto lembrado pelos manifestantes. No final da marcha caiu uma chuva daquelas, mas o recado do povo estava dado.

Essa comissão de frente estava empenhada na limpeza na politica e na justiça (Foto: Fernando Machado)

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