Viva o Forró Iluminado!

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A primeira dama de Pernambuco, Ana Luiza ao lado do governador Paulo Câmara (Foto: Fernando Machado)

“Quem não conhece Severina Xique Xique / Que botou uma boutique / para a vida melhorar / Pedro Caroço, filho de Zé Fagamela / Passa o dia na esquina fazendo aceno pra ela / Ele tá de olho é na boutique dela! / Ele tá de olho é na boutique dela! / Antigamente Severina
Coitadinha, era muito pobrezinha / Ninguém quis lhe namorar / Mas hoje em dia só porque tem uma boutique / pensando em lhe dar trambique / Pedro quer lhe paquerar / Ele tá de olho é na boutique dela! / Ele tá de olho é na boutique dela!”

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A primeira dama do Recife Cristina e o prefeito Geraldo Julio de Mello Filho (Foto: Fernando Machado)

Foi som desta hit parade que Genival Lacerda incendiou o tradicional Forró Iluminado, promovido, quinta-feira à noite, pela Associação de Assistência à Criança DeficienteAACD Recife, com renda para suas obras assistenciais, nos salões da Arcádia Paço Alfândega. O objetivo maior da festa é envolver a sociedade em prol da solidariedade e toda a renda arrecada é destinada aos atendimentos dos pacientes. O Forró Iluminado abre oficialmente o calendário junino do Recife. E o mais importante sem trazer estrangeiros.

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Ângela Mota, Gustavo Krause e Lourdinha Maciel (Foto: Fernando Machado)

É uma noite tipicamente nordestina. Veja bem que timaço de forrozeiros subiu ao palco da Arcádia, sem cobrar caché: Adriana B, André Rio, Benil, Luciano Magno, Cristina Amaral, Cylene Araújo, Flávio Leandro, Genival Lacerda, Geraldinho Lins, João Lacerda, Expresso Pau de Arara, Josildo Sá, Novinho da Paraíba, Paulinho Leite, Santanna, Israel Filho, Liv Moraes, Tito Lívio e o padrinho Alcymar Monteiro, que terá a cantora Cylene Araujo como Madrinha do Forró Iluminado.

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A diva Marina Paiva entre o coiffeur Leo Silva e o estilista Ricardo de Castro (Foto: Fernando Machado)

“Olha pro céu, meu amor / Vê como ele está lindo / Olha praquele balão multicor / Como no céu vai sumindo / Olha pro céu, meu amor / Vê como ele está lindo / Olha praquele balão multicor / Como no céu vai sumindo / Foi numa noite igual a esta / Que tu me deste o coração / O céu estava assim em festa / Pois era noite de São João / Havia balões no ar / Xote, baião no salão / E no terreiro o teu olhar / Que incendiou meu coração”.

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Margarida e Rogério Collier, Lais e Victor Teixeira (Foto: Fernando Machado)

A decoração estava linda e foi grifada pelo arquiteto Rafael Santos, que se inspirou no artesanato pernambucano, ou melhor, na xilogravura, técnica de gravura que utiliza a madeira como matriz. E caindo do teto muitos balões e bandeirolas. Destaque para as toalhas das mesas remetendo ao preto para rimar com a xilografura. As barraquinhas juninas estavam ornamentadas com saia em tecido cru, bandeirolas coloridas e balões.

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William e Keila Benicio (Foto: Fernando Machado)

O bufê da Arcádia era de se comer rezando para Santo Antonio, São João e São Pedro. Nas barraquinhas espalhadas repousavam bolos (macaxeira, Souza Leão e pé-de-moleque), cocada, nego bom, pamonha, canjica, milho verde cozido, mungunzá, sarapatel, bobó de camarão, tapioca, mariscada, cocada, queijo de coalho assado, tapioca, arrumadinho, caldinhos (feijão e camarão).

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A deputada Priscila Krause e Jorge Noronha Branco (Foto: Fernando Machado)

Informação assistencial: A AACD é uma instituição sem fins lucrativos que atende crianças (0 a 16 anos) com deficiência física e adultos amputados e também lesionados medulares. Além de tratar, a AACD tem como objetivo integrar a pessoa com deficiência à vida em sociedade. Inaugurada em 14 de maio de 1999, a AACD Recife atende pessoas de todo o Norte e Nordeste. Diariamente, são realizados cerca de mil atendimentos/procedimentos.

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O seminarista Robson, padre Fabrício, Rosário Romeira e o seminarista Ivanildo (Foto: Fernando Machado)

“Ela era miudinha / Botei seu nome / Tamborete de forró / Mas quando ela me deu uma olhada / Senti logo uma flechada / Meu coração foi logo dando um nó / Ela dançando e balançando os cachos / Que meus cento e vinte baixos / Quase viram um pé-de-bode / Do lado dela um sujeito sem jeito / E eu aqui com dor no peito / Mas como é que pode / Tava tocando um baião cheio de dedo / Quando dei fé tava tocando Chopin / Menina você vai me dando asa / Que eu levo você pra casa / E a gente faz um monte de tamboretim”.

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O secretário estadual de Saúde, Iran Costa e sua Ana Carolina (Foto: Fernando Machado)