Fernando Machado

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Lêda Brandão Rau é a Miss Distrito Federal de 1956

Todas as candidatas no palco (Foto: O Cruzeiro)

Hoje, faz 65 anos, que acontecia no Hotel Quitandinha em Petrópolis, o concurso de Miss Distrito Federal de 1956, coordenado por Orlando Mota. Os apresentadores foram Lourdes Mayer e Murilo Néri, contou com a participação de 17 candidatas. Na comissão julgador Francisco Negrão de Lima – Prefeito do Distrito Federal, Flávio Castrioto – Prefeito de Petrópolis, Dinah Silveira de Queiroz, Herbert Moses, A. Accioly Netto, Malba Tahan, João Calmon, Alfredo Elchemer, e Alfred Blum.

O Top 4: Dirce, Beatriz, Sylda e Lêda (Foto: O Cruzeiro)

A vencedora foi Lêda Brandão Rau, do Marã Esporte Clube, que recebeu a faixa da Miss DF de 55, Elvira Wilberg; em 2º lugar ficou Sylda Campbell Pamplona do Clube Militar, em 3º lugar ficou Beatriz de Carvalho Peixoto do Vasco da Gama, e em 4º lugar ficou Dirce de Lima Moura do Clube Caiçaras. As candidatas foram Lêda Brandão Rau (Marã Esporte Clube), Sylda Campbell Pamplona (Clube Militar), Beatriz de Carvalho Peixoto (Vasco da Gama), Dirce de Lima Moura (Clube Caiçaras), Elza Lya Potthoff (AABB), Maria de Fátima Baird Rosas (Curso de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional), Lair Moreira (Madureira Tênis Clube).

Lêda Brandão Rau tinha 1m65, 57 quilos, busto 90, quadris 93 e cintura 60 (Foto: Manchete)

E Lygia Maria Galdi (Grajaú Tênis Clube), Stella Mariza (Marise) de Miranda (Faculdade Nacional de Filosofia), Arisni Maria Aquino de Oliveira (Clube Municipal), Tânia Nizzo (Botafogo Futebol e Regatas), Maria Eloá Menezes de Castro (Fluminense Futebol Clube), Selma de Azevedo Fonseca (Clube dos Funcionários do IAPETC), Tutsi Bertrand (Sociedade Hípica Brasileira), Gilda da Silva Veloso (Clube Leblon), Manira Curi (Associação Atlética Vila Isabel), e Maria François de Faria (Escola Nacional de Educação Física).

 

Nos bastidores da Política

O Governo Federal garantiu um repasse de mais de R$ 345 milhões para o combate à desnutrição e à obesidade de crianças e gestantes atendidas pelo Bolsa Família durante a pandemia de Covid-19. A portaria que garante os recursos foi assinada, terça-feira, em Brasília, durante cerimônia no Palácio do Planalto. Estiveram presentes, entre outras autoridades, o presidente da República, Jair Bolsonaro, o ministro da Cidadania, João Roma, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e o ministro da Economia, Paulo Guedes.

O ministro João Roma (Foto: Presidência da Republica)

Atletas olímpicos e paralímpicos serão vacinados por meio de Ação Interministerial entre os Ministérios da Defesa, da Saúde e da Cidadania em coordenação com o Comitê Olímpico do Brasil e o Comitê Paralímpico do Brasil. A imunização de 1,8 mil pessoas, entre esportistas e credenciados (treinadores, comissão técnica e jornalistas), que participarão dos Jogos Olímpicos 2021, de 23 de julho a 08 de agosto, em Tóquio, começou ontem. A imunização desse público será oferecida em organizações militares e em pontos de vacinação nas seguintes capitais: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo.

Os  ministros na solenidade da vacinação para os atletas olímpicos e paraolímpicos (Foto: Antônio Oliveira)

Artigo publicado pelo Ipea, quarta-feira, identificou como as desigualdades associadas a sexo, raça/cor e idades no mercado de trabalho foram afetadas pela crise da pandemia de 2020. A pesquisa mostrou por meio de indicadores que foram mais afetados, no período, grupos populacionais mais vulneráveis: mulheres, negros e jovens. Os pesquisadores Joana Costa, Ana Luiza Barbosa e Marcos Heckser usaram como base os dados da PNAD Contínua, do IBGE, ao considerar o primeiro e o segundo trimestre de cada ano do período entre 2012 e 2020.

Nos bastidores da Política

De forma contínua e em todo território brasileiro, o Governo Federal, por meio das Forças Armadas, vem atuando no combate à pandemia de coronavírus. Em atuação há 13 meses, a Operação Covid-19 desdobra efetivo e meios para auxiliar a população no enfrentamento à doença. Além das ações de assistência logística, no mês de abril, militares iniciaram a atuação na aplicação de vacinas. Para contribuir na imunização da população, atualmente, mais de 450 militares são empregados diretamente.

Possibilitar o desenvolvimento científico da comunidade acadêmico-hospitalar sem a necessidade de deslocamento para grandes centros urbanos. Esse é um dos principais ganhos com a instalação dos Laboratórios Multiusuários de Pesquisa no Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco, vinculado à Rede Ebserh/MEC. Para disponibilizar os Laboratórios Multiusuários, o Governo Federal investiu aproximadamente R$ 445 mil no total.

O Ministério da Saúde orienta que a segunda dose da vacina contra a Covid-19 deve ser aplicada mesmo que fora do prazo estipulado pelo laboratório. As recomendações estão na nota técnica nº 457, publicada na segunda-feira, e reforçam a importância de se complementar o esquema vacinal para assegurar a proteção adequada contra a doença. Atualmente, duas vacinas estão disponíveis para a imunização da população: a Coronavac, do Instituto Butantan, e a Astrazeneca/Oxford, produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Nos Bastidores da Política

A estratégia de interiorização do Governo Federal, que levam voluntariamente refugiados e migrantes venezuelanos de Roraima e de Manaus para outras cidades no país, alcançou no último mês o marco significativo de 50.475 pessoas beneficiadas, três anos após o seu início em abril de 2018. Nesse período, mais de 670 municípios acolheram os beneficiários da Operação Acolhida. Apesar da pandemia da COVID-19 em 2020, a interiorização não parou. Desde fevereiro do ano passado, quando o governo brasileiro declarou Estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional, a Operação Acolhida e seus parceiros intensificaram protocolos de segurança e esforços no cuidado com venezuelanos em situação de vulnerabilidade.

O balanço do programa da Advocacia-Geral da União que permite aos contribuintes a renegociação facilitada de débitos inscritos em dívida da União já soma R$ 85 bilhões negociados desde a sua criação. Ao todo, foram celebrados 270 mil acordos até agora. O programa recebeu adesões entre outubro e dezembro do ano passado. Reaberto em março, só no último mês já movimentou R$ 2,3 bilhões. Os descontos podem chegar a 100% dos juros, multas e encargos do débito. As negociações integram o Programa de Retomada Fiscal, instituído pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, órgão da AGU, no contexto de enfrentamento dos impactos econômico-financeiros decorrentes da Covid-19.