Fernando Machado

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Réquiem para Therezinha Pittigliani

Ricardo e Sueli Stambowski, Isaac e Andrea, Therezinha, Beto, Barbara, Fabrizio Stark e Luciana (Foto: Face)

Aquele mundo deslumbrante dos concursos de Misses perdeu sexta-feira, a divina miss Brasil de 1957, Therezinha Gonçalves Morango Pittigliani. Do alto dos seus 84 anos, foi uma das que ensinaram minha geração de gostar de misses. Faleceu por conta de uma queda, no seu bonito apartamento do Leblon, quebrou o fêmur e quando foi operada não resistiu e teve uma parada cardíaca. Agora brilha no céu ao lado do marido Alberto Pittigiliani (1918/2003), de Martha Rocha (1932/), Maria José Cardoso (1935/2019) e Adalgisa Colombo Teruszkin (1940/2013).

Therezinha Morango de maiô de ouro e vestido longo (Foto: O Cruzeiro)

Em 27 de novembro de 1956 venceu o Miss Cinelândia, e fez sua estreia no cinema no filme Garotas e Samba (1956), dirigido por Carlos Manga. Therezinha Morango foi coroada na noite de 22 de junho de 1957, no Hotel Quintandinha, Miss Brasil. Aliás, a última vez que o Miss Brasil foi realizado no local. No Ano seguinte passou para o Maracanãzinho. Terezinha tinha 1m67 de altura, 90 cm de busto, 63 cm de cintura, 93 cm de quadris, 56 cm de coxa, 21 cm de tornozelo e 59 kg de peso.

Maria Rosa Camio, Sonia Hamilton, Gladys Zender, Therezinha Morango e Gerti Daub (Foto: Divulgação)

A amazonense recebeu a faixa de Maria José Cardoso e entregou para Adalgisa Colombo. No dia 20 de julho de 1957, no Long Beach Beach Auditorium, em Los Angeles, faturou o 2º lugar do Miss Universo, perdendo para Gladys Zender, do Peru. Therezinha e Alberto tiveram dois filhos, Alberto e Andrea, e uma neta, Bárbara, o genro Isaac Berensztein e a nora Luciana. A inigualável Therezinha Morango nasceu na Fazenda Canavial, no interior do Amazonas, em 26 de outubro de 1936. Esses concursos de misses, agora, somente na memória.

Therezinha Morango quando se casava com Alberto Pittigiliani em julho de 1957 (Foto: Manchete)

Jerusa Farias vence o Miss Pernambuco de 1969

Maria Eunice Mergulhão depois de ter passado a faixa para Jerusa (Foto: Arquivo)

Amanhã fará 51 anos, que Maria Jerusa Farias, de Belo Jardim, era eleita Miss Pernambuco de 1969. A vencedora, que usou um modelo azul by Marcilio Campos, tinha 1m69 de altura, 57,9 cm de busto, 66 cm de cintura e 98,5 de quadris. Maria Eunice foi coroada pela Miss Pernambuco de 1968, Maria Eunice Mergulhão. A festa aconteceu nos salões do Náutico. No 2º lugar ficou Luzinete Sobral e em 3º lugar Verônica Wanderley. O concurso foi apresentado por Carmem Towar e Albuquerque Pereira.

Jerusa Farias com o vestido usado no concurso e no trono (Fotos: Divulgação)

A animação ficou por conta da cantora Nadja Maria e da Orquestra de José Menezes. A Miss Simpatia foi Elma Moraes de Goiana. Socorro Costa, Miss Paraíba de 1969, prestigiou o concurso. No júri estavam Hilton Mota, Dorival Carvalho, Arnaldo Baldini, Heleno Castelar, João Antero de Carvalho, Maria Helena Pessoa de Queiroz, Lais Esponsel, Tinane Almeida e Lea Pabst Craveiro.

As candidatas ao Miss Pernambuco de 1969 (Reprodução do Diário de Pernambuco)

Participaram do concurso 14 candidatas: Rosilda Duarte (Palmares), Elma Moraes (Goiana), Verônica Wanderley (Garanhuns), Aldaci Freire (Jaboatão), Iedja Maria da Silva (America), Helena Flório Queiroz (Moreno), Márcia Marafante (Clube das Águias), Sonia Maria Vasconcelos (Náutico), Maria das Neves Santos (Gravatá), Luzinete Sobral (Caruaru), Maria Jerusa Farias (Belo Jardim), Rosane Oliveira (Português), Vera Lucia Queiroz Barros (Vitória de Santo Antão) e Maria do Carmo Velez (Catende).

Mister Global Ciudad Real

Os 14 candidatos no backstage (Foto: Laura Arroyo)

Foi realizado, domingo, no NH Hotel, de Ciudad Real, a escolha do Mister Global Ciudad Real de 2020, que irá disputar o Mister Global Espanha de 2020, em Tennerife. Participaram do concurso 14 candidatos.

Cristian Sampedro, Cristian Campanario, Félix Campiña e Raul Muresan (Foto: Laura Arroyo)

 

Mister Global Ciudad Real de 2019, José Luis e seu sucessor Félix Campiña (Foto: Laura Arroyo)

No 4º lugar ficou Cristian Sampedro de Carrión de Cva, no 3º lugar Raul Muresan de Miguelturra, no 2º lugar ficou Cristian Campanario de Almagro e o vencedor foi Félix Mario Campiña de La Solana, que recebeu a faixa de José Luis Navarro.

José Luis Navarro e o Mister Simpatia, o deus de ébano Cheik Leye de Manzanares (Foto: Laura Arroyo)

Lee Ho Jin vence o Man of the Year 2019

Espanha, Vietnã, Coreia, Indonésia e Mianmar (Foto: Missosology)

Domingo aconteceu Yangon, no Mianmar, a escolha do Man ofthe Year de 2019, com a participação de 16 candidatos. O vencedor foi Lee Ho Jin da Coreia e recebeu a faixa do Man of the Year de 2018, o tailandês Phiratthapong Nakamaguti. O concurso foi criado em 2016 por Raymond Djambek. Na minha opinião os melhores foram Tuong Nogc Minh do Vietnã e Cristian Moral Parra da Espanha.

Lee Ho Jin tomou um susto ao ser anunciado sua vitória (Foto: Missosology)

Tivemos os desfiles de sunga e terno, além das entrevistas. O Top 10 foi formado Try Daraviith (Cambodia), Rishabh Kumar Sachedeva (Índia), Tuong Nogc Minh (Vietnã), Jones Samuel Thomas (Austrália), Chit Ko Ko Htut (Mianmar), John Lester (Filipinas), José Alberto Zambrano Cardena do Panamá, Ryandi Anugrah Putra da Indonésia, Cristian Moral Parra da Espanha e Lee Ho Jin da Coreia.

Lee Ho Jin de sunga dourada e Chit Ko Ko Htut de traje típico (Fotos: Missosology)

O melhor traje típico foi o de Chit Ko Ko Htut do Mianmar. No 2º lugar ficou Danny Guerrero Alay do Equador e em 3º lugar Ryandi Anugrah Putra da Indonésia. Finalmente foi chamado 5º lugar Chit Ko Ko Htut do Mianmar, no 4º lugar Cristian Moral Parra da Espanha, no 3º lugar Ryandi Anugrah Putra da Indonésia, no 2º lugar ficou Tuong Nogc Minh do Vietnã e o primeiro lugar conforme já frisamos no inicio foi Lee Ho Jin da Coreia.

O dono do concurso Raymond Djambek, Lee Ho Jin e Phiratthapong Nakamaguti (Foto: Missosology)

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