Fernando Machado

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Miss USA é R’Bonney Gabriel

Segunda-feira R’Bonney Gabriel, do Texas foi eleita Miss Estados Unidos de 2022, coroada pela Miss Estados Unidos de 2021, Elle Smith. No 2º lugar ficou Morgan Romano da Carolina do Norte, no 3º lugar ficou Natalie Pieper de Nebraska, no 4º lugar ficou Sir’Quora Caroll, e no 5º lugar ficou Angel Reyes. Participaram do concurso 51 candidatas. A apresentadora foi Zury Hall.

Miss Estados Unidos, R’Bonney Gabriel (Foto: Instagram)

Completaram o TOP 16: Cyntia Dias (Connecticut), Elyse Noe (Kansas), Madeline Heget (Minnesota), Camila Sacco (Nova Hampshire), Suzanne Perez (Novo México), Emily Suttle (Tennessee), Kelsy Golonka (Vermont), Tiffany Johnson (Califórnia), Faith Porter (Distrito de Columbia), Mikaele McGhee (Missouri) e Krystian Leonard (Virginia Ocidental). O evento aconteceu no Grand Sierra Resort, Reno.

 

De Volta para o Passado

Há 65 anos, Raynete Castelo Branco da Faculdade de Ciências Econômicas era eleita Rainha dos Universitários de Pernambuco de 1956. Em 2º lugar ficou Zuila Helcias (Direito) e em 3º lugar Célia Silvestre (Belas Artes).

Há 65 anos, suicidava no Rio de Janeiro, o jogador Maneco (Manoel Anselmo da Silva), que nasceu no dia 20 de julho de 1922.

Há 40 anos, morria em Pernambuco, o diretor do Diário de Pernambuco Colombo Campos, que nasceu no dia 24 de setembro de 1893.

Há 36 anos, a pianista Leny Amorim Malheiros fundava no Recife, a Academia Pernambucana de Musica.

Norma Nolan vence o Miss Universo de 1962

Maria Olivia, Anja, Norma, Anna e Helen (Foto: Divulgação)

Há 58 anos, no Miami Beach Auditorium, em Miami Beach, na Flórida, era eleita Miss Universo de 1962, a representante da Argentina, Norma Beatrice Nolan. O apresentador foi Gene Rayburn, as 51 candidatas desfilaram traje típico, de maiô e finalmente de traje de noite das 51 candidatas. Norma Nolan, foi coroada por Marlene Schmidt, da Alemanha, e Miss Universo de 1961.

Marilyn, Maria Olivia, Gabriela, Chritine, Christa e Norma (Foto: O Cruzeiro)

No Top 15 ficaram Norma Nolan (Argentina), Christa Linder (Áustria), Maria Olivia Rebouças (Brasil), Marilyn McFatridge (Canadá), Olga Orozco (Colômbia), Seo Bum-joo (Coreia do Sul), Macel Wilson (Estados Unidos), Anja Järvinen (Finlândia), Evelyn Miot (Haiti), Kim Carlton (Inglaterra), Yehudit Rounik (Israel), Anna Geirsdóttir (Islandia), Nouhad Cabbabe   (Libano), Leslie Nichols (Nova Zelandia) e Helen Liu Shiu-Man (Taiwan).

Norma Nolan de traje típico, maio e vestido de gala (Foto: O Cruzeiro)

Sarah Frómeta da Republica Dominicana foi eleita Miss Simpatia, Kim Carlton da Inglaterra Miss Fotogenia e a de Melhor Traje Típico. No quinto lugar ficou Maria Olivia Rebouças (Brasil), em quarto lugar Helen Liu Shiu-Man (Taiwan), em terceiro lugar Anja Järvinen (Finlândia), em segundo lugar Anna Geirsdóttir (Islândia) e a Miss Universo de 1962, foi Norma Nolan da Argentina.

O Top 15 (Foto: Fatos e Fotos)

Participaram do concurso: Lynette Gamble (África do Sul), Gisela Karschuk (Alemanha), Norma Beatrice Nolan (Argentina), Christa Linder (Áustria), Christine Delit (Bélgica), Gabriela Roca Diaz (Bolívia), Maria Olivia Rebouças (Brasil), Marilyn McFatridge (Canadá), Yvonne d’Rozario (Ceilão), Julie Koh (Cingapura), Olga Lucia Botero Orozco (Colômbia), Seo Bumjoo   (Coreia do Sul), Helvita Albónico (Costa Rica), Aurora Prieto (Cuba), Elaine Hougen (Equador).

Marlene Schmidt coroando Norma e Maria Olivia com Norma Nolan (Fotos: O Cruzeiro)

Também Vera Parker (Escócia), Cochita Roig (Espanha), Macel Wilson (Estados Unidos), Josephine Estrada (Filipinas), Anja Järvinen (Finlandia), Sabine Surget (França), Kristina Apostolou (Grécia), Evelyn Miot (Haiti), Marianne van der Hayden (Holanda), Shirley Pong (Hong Kong), Juanita Monell (Ilhas Virgens), Kim Carlton (Inglaterra), Josie Dwyer  (Irlanda),  Anna Geirsdóttir (Islandia), Yehudit Rounik (Israel), Isa Stopp (Italia),   Kazuko Hirano (Japão), Nouhad Cabbabe (Líbano), Fernande Kodesch (Luxemburgo).

Nouhad, Seo, Kazuko, Isa, Yehudit, Josie e Anna (Foto: O Cruzeiro)

Finalmente Ginette Buenaventes (Marrocos), Julie Ege (Noruega), Leslie Nichols (Nova Zelândia), Hazel Williams (País de Gales), Corina Escuariza (Paraguai), Sarah Allabshee Abdullah   (Malaia), Silvia Ruth Dedeking (Peru), Ana Célia Sosa (Porto Rico), Maria Trindade Defolloy (Portugal), Sarah Frómeta (Republica Dominicana), Monica Ragby (Suécia), Francine DeLouille (Suiça), Katy Banner (Taiti), Helen Liu Shiu Man (Taiwan), Behad Sezer (Turquia), Nelly Vasigaluz (Uruguai) e Virginia Bailey (Venezuela).

Uma foto oficial das candidatas (Foto: O Cruzeiro)

 

Martha Vasconcellos vence o Miss Universo de 1968

A foto oficial das candidatas (Foto:  O Cruzeiro)

Hoje faz 52 anos, que a baiana Martha Maria Cordeiro Vasconcellos, representando o Brasil, era eleita no Miami Beach Auditorium, na Flórida, Miss Universo de 1968. Quando o apresentador   Bob Baker anunciou o resultado Martha tomou um susto, pois não estava acreditando. Martha, que foi a segunda brasileira vencer o concurso, disputou o titulo com mais 65 candidatas. A produção do concurso colocou a Bossa Nova como tema central e as candidatas no palco cantaram em português Mas que Nada, de Jorge BenMartha foi coroada pela Miss Universo de 1967, a norte-americana Sylvia Hitchcock.

As 15 semifinalistas (Foto: O Cruzeiro)

A comissão julgadora foi composta pelo jornalista japonês Hideo Den, pela embaixatriz da Guiana nos Estados Unidos Sara Carter, pelo fotografo canadense Yousuf Karsh, pelo o coordenador do concurso de Miss Brasil Cid Varela, pela Miss Universo de 1954 Miriam Stevenson Upton, pelo o jornalista norte-americano Earl Wilson, pelo publicitário venezuelano Edwin Acosta Rubio, pela atriz israelense Orna Porat e pelo o artista plástico sino-americano Dong Kingman. Depois dos desfiles de traje típico e de noite saiu o Top 15, que desfilaram de maiô.

O desfile de trajes típicos (Foto: Manchete)

No Top 15 ficaram Martha Vasconcellos (Brasil), Nancy Wilson (Canadá), Danae Monserrat(Chile), Anne Marie Braafheid (Curaçao), Dorothy Anstett (Estados Unidos), Leena Brusin (Finlândia), Elizabeth Cadren (França), Miranta Zafiropoulou (Grécia), Jennifer Summers (Inglaterra), Miriam Fridman (Israel), Daliborka Stojsic (Iugoslávia), Tone Knaran (Noruega), Anne Marie Hellqvist(Suécia), Apantree Prayutsenee (Tailandia) e Peggy Arenas (Venezuela).

Bob Baker entrevistando Martha by Gerson e ela de maiô Catalina (Fotos: O Cruzeiro)

Na seqüência foram chamadas as cinco finalistas Dorothy Anstett, dos Estados Unidos, em quinto lugar; Peggy Arenas, da Venezuela, em quarto lugar; Leena Brusin, da Finlândia em terceiro lugar; Anne Marie Braafheid, de Curaçao em segundo e Martha Vasconcellos do Brasil, em primeiro lugar. Também tivemos Yasuyo Iino, do Japão, como Miss Simpatia; Daliborka Stojsic, da Iugoslávia, como Miss Fotogenia e Luz Elena Restrepo, da Colômbia, como o melhor traje típico. Miss Curaçao, Anne Marie Braafheid, quebrou um tabu e primeira vez uma negra chegava ao Top 5.

Peggy, Anne, Martha, Leena e Dorothy, as cinco finalistas (Foto: Manchete)

Participaram do concurso: Monica Fairel (África do Sul), Lilian Atterrer (Alemanha), Maria Del Carmen Vidal (Argentina), Sandra Croes (Aruba), Lauren Jones (Austrália), Brigitte Kruger (Áustria), Brenda Fountain (Bahamas), Sonia Commen (Bélgica), Victoria Martin (Bermudas), Roxana Chávez (Bolivia), Ilse de Jong (Bonaire), Martha Vasconcellos (Brasil), Nancy Wilson  (Canadá), Sheila Jayatilleke (Sri Lanka), Danae Monserrat Sala Sarradell (Chile), Yasmin Saif (Cingapura), Luz Elena Gonzalez (Colômbia), Elizabeth Tavares (Congo), Kim Yoonjung (Coreia do Sul), Ana Maria Rivera (Costa Rica), Anne Marie Braafheid (Curaçao), Gitte Broge (Dinamarca).

Miss Curaçao, Anne Marie Braafheid, de maiô, traje de noite e maiô (Foto: O Cruzeiro)

Também Priscila Gonzalez (Equador), Helen Davidson (Escócia), Yolanda Urquijo (Espanha), Dorothy Catherine Anstett (Estados Unidos), Rosario Zaragoza (Filipinas), Leena Brusin   (Finlandia), Elizabeth Cadren (França), Miranta Zafiropoulou (Grécia), Arlene Chaco (Guam), Claudie Paquin (Haiti), Nathalie Heyl (Holanda), Nora Guillén (Honduras), Tammy Yan-Yan (Hong Kong), Sadie Sargeant (Ilhas Virgens), Anjum  Barg (India), Jennifer Summers (Inglaterra), Tiffany Scales (Irlanda), Helen Knuttsdóttir (Islandia), Miriam Fridman (Israel),  Cristina Businari (Itália), Daliborka Stojsic (Iugoslavia), Marjorie Bronfield (Jamaica).

Dorothy Anstett, Leena Brusin e Peggy Arenas (Fotos: O Cruzeiro)

Ainda Yasuyo Iino (Japão), Sonia Faris (Líbano), Lucienne Krier (Luxemburgo), Maznah Ali (Malásia), Kathleen Farrugia (Malta), Perla Muñoz (México), Margine Morales (Nicarágua), Tone Knaran(Noruega), Christine Antunovic (Nova Zelândia), Sachie Kawamitsu (Okinawa), Judith Radford (Pais de Gales), Maria Brambilla (Peru), Marylene Carrasquillo (Porto Rico), Ana Maria Perez (Republica Dominicana), Anne Marie Hellqvist (Suécia), Jeannette Biffiger (Suiça), Apantree Prayutsenee(Tailandia), Rekaia Dekhil (Tunisia), Zumal Aktan (Turquia), Graciela Minarrieta (Uruguai) e Peggy Arenas (Venezuela).

O grito de espanto de Martha ao ser anunciada Miss Universo de 1968 (Foto: O Cruzeiro)

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