Fernando Machado

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Anotações do Cotidiano

Hoje, Museu do Estado de Pernambuco abre suas portas às 19h para comemorar os 90 Anos de existência. Primeiro para um público restrito por conta da pandemia, mas a partir de sexta-feira abre para o grande público. Serão dois presentes: a exposição do seu acervo de peças e documentais de todas as passagens de tempo do Museu, da fundação até a atualidade, inclusive com peças inéditas, e o lançamento do novo livro Tempo Tríbio – 1930-2020, que revela as raízes e investiga a identidade cultural da Instituição. A exposição e o novo livro contam tem o patrocínio da CEPE. A curadoria são de Maria Eduarda Marques e Raul Lody.

Estreia nos cinemas no dia 3 de setembro, o filme King Kong em Asunción um road movie que se propõe a ser uma obra viva, trafegando pelo universo híbrido de linguagem entre o documental e o ficcional, revelando a geografia humana da Bolívia e do Paraguai, únicos países da América do Sul que não tem acesso ao mar. Realizado com baixo orçamento,  o filme teve uma intensa cooperação entre técnicos, artistas e profissionais do Brasil, da Bolívia, do Paraguai e da Argentina. A direção é do pernambucano Camilo Cavalcanti e o texto foi escrito por Natália Borges Polesso.

O diretor-geral da Faculdade Central do Recife, Frederico Belfort, participa hoje, às 18h30, de live do Observatório Brasileiro de Direitos Humanos, sobre educação. No debate, Frederico Belfort vai falar sobre a abordagem inovadora do Direito que é defendida por ele e aplicada na instituição de ensino superior, como, por exemplo a Prática Pura do Direito. A transmissão será pelo no perfil do Instagram do Observatório.

A vida de Elpídio Lima

O cineasta Alexandre Figueirôa homenageia um dos primeiros transformistas do Recife, o ator, cenógrafo e figurinista Elpídio Lima, o Piu Piu. Nos anos 1950 e 1960, atuava na Companhia Barreto Junior, nos palcos dos teatros Almare e Marrocos, imitando Sarita Montiel e Carmem Miranda.

Elpidio Lima, a transformista Piu Piu e Julio Cesar como Piu Piu (Fotos: Divulgação)

O filme que estreia na Mostra Diversidade do Festival de Cinema do Paranoá, em Brasília, tem como principal intenção homenagear esse artista, cujos vestígios de sua carreira. Quem o interpreta Piu Piu é o ator Julio Cesar. A direção é de Alexandre Figueiredo Túlio Vasconcelos e a produção é Túlio VasconcelosSérgio Dantas e Jonatan Oliveira são responsáveis pela fotografia.

O ator Julio Cesar na ponte Duarte Coelho (Foto: Divulgação)

Elpidio Lima nasceu em Alagoas em 1921, a data de seu falecimento é desconhecida. Foi também um dos criadores da Companhia Tra-la-lá, de teatro rebolado. No Recife, esta produção entra em cartaz no VII Recifest, marcada para o dia 21 de novembro, no Cinema São Luiz.

De Volta para o Passado

Há 95 anos, estreava no Teatro de Santa Isabel, a Cia Léa Candini, com a opereta Frasquita. No elenco Luiza d’Ávila, Leo Micheluzzi, Seddivó, Lea Candini e Alberto Tarantino.

Há 95 anos, nascia em Pernambuco, o coronel Gabriel Duarte Ribeiro, que morreu no dia 6 de novembro de 2018.

Há 85 anos, nascia em Pernambuco, o jornalista Múcio Borges da Fonseca, que morreu no dia 24 de abril de 2005.

Gil Carneiro da Cunha, José Pessoa de Queiroz, Álvaro Silva, e Aníbal Gonçalves Pereira (Foto: Diário da Manhã)

Há 75 anos, o industrial José Pessoa de Queiroz assumia a direção do Banco Industrial de Pernambuco.

Há 40 anos, morria em Pernambuco, a senhora Julieta Pereira Borges, que nasceu em 01 de outubro de 1979.

Há 40 anos, morria no Rio de Janeiro, o jogador Preguinho (João Coelho Neto), que nasceu no dia 28 de setembro de 1902.

Há 25 anos, morria em Pernambuco, a senhora Ester Campos, que nasceu no dia 13 de abril de 1910.

Há 15 anos, morria nos Estados Unidos, o fotografo Richard Avedon, que nasceu no dia 15 de maio de 1923.

O Baile do Deus Morto

A obra multidisciplinar de Flávio de Carvalho (1899/1973), expoente do modernismo brasileiro, será homenageada em exposição na Galeria Almeida e Dale. Com curadoria de Kiki Mazzucchelli, a mostra abre hoje, e reúne registros das polêmicas performances do artista, além de pinturas e desenhos produzidos entre 1930 e 1970. Para marcar a abertura, às 11h30, o Teatro Oficina faz uma apresentação única de trecho da peça O Baile do Deus Morto.

O sociólogo Flavio de Carvalho quando saiu de saiote em São Paulo (Foto: Divulgação)

Escrita pelo artista em 1933, a obra discorre sobre a tragédia da morte de deus e apresenta a vida criativa do homem livre de mitos. Com direção de Marcelo Drummond, os 12 atores da Companhia encenam com a musicalidade característica do Oficina e vestem as réplicas das máscaras criadas por Flávio. Após a encenação, as máscaras serão expostas para o público na mostra individual, em cartaz na Galeria até o dia 19 de outubro.

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