Fernando Machado

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Marlene Schmidt vence o Miss Universo de 1961

Há 59 anos, acontecia no Miami Beach Auditorium, em Miami, na Flórida, o Miss Universo de 1961, que foi apresentado por Johnny Carlson e contou com a participação de 48 candidatas. A vencedora foi Marlene Schmidt refugiada depois de fugir da Alemanha Oriental, loira, de olhos negros, 1m73 de altura e 24 anos de idade, era engenheira elétrica que trabalhava numa fábrica de rádios.

Sharon, Adriana, Marlene, Rosemarie e Arlette (Foto: Divulgação)

No Top 15 ficaram Marlene Schmidt (Alemanha), Adriana Gardiazábal (Argentina), María Gloria Silva (Chile), Seo Yang-hee (Coreia do Sul), Susan Jones (Escócia), Sharon Brown (Estados Unidos), Simone Darot (França), Arlette Dobson (Inglaterra), Kristjana Magnusdóttir (Islandia), Atida Pisanti (Israel), Rosemarie Frankland (Pais de Gales), Carmela Bedoya   (Peru), Wang Li-Ling (Taiwan), Gunilla Knutsson (Suécia) e   Liliane Burnier (Suíça).

Marlene Schimidt coroada e no trono (Foto: O Cruzeiro)

Eleftheria Deloutsida da Grécia foi eleita Miss Simpatia e Sharon Brown dos Estados Unidos Miss Fotogenia. Rosemarie Frankland  (1943/2000), Miss País de Gales, segunda colocada Miss U-61, foi eleita em novembro Miss Mundo de 1961, como Miss Reino Unido. Pela primeira vez desde 1954, uma brasileira não passou para às semifinais. Estamos nos referido a Miss Brasil de 1961, Stäel Abelha.

O host Johnny Carlson observa Linda Bement coroar Marlene Schmidt (Foto: O Cruzeiro)

E o resultado final foi esse: No quinto lugar Sharon Brown (Estados Unidos), no quarto lugar Arlette Dobson (Inglaterra), no terceiro lugar Adriana Gardiazábal (Argentina), no segundo lugar Rosemarie  Frankland (Pais de Gales), e em primeiro lugar Marlene Schmidt da Alemanha, que foi coroada pela norte-americana Linda Bement, Miss Universo de 1960.

Stael Rocha Abelha de baiana by Marcilio Campos e vestido de noite (Fotos: O Cruzeiro/Manchete)

As concorrentes foram Marina Christelis (África do Sul), Marlene Schmidt (Alemanha), Adriana Gardiazábal (Argentina), Ingrid Bayer (Áustria), Nicole Ksinovenicki (Bélgica), Glória Soruco Suárez (Bolívia), Stäel Rocha Abelha (Brasil), Wilda Reynolds (Canadá), Ranjini Nilani Jayatilleke (Sri Lanka), María Gloria Silva (Chile), Patricia Whitman (Colômbia), Seo Yanghee (Coreia do Sul), Martha Vieta (Cuba Livre), Jyette Nielsen (Dinamarca), Yolanda Charvet (Equador), Susan Jones (Escócia).

 

Foto oficial das candidatas dos Estados Unidos e do Universo (Foto: O Cruzeiro)

Ainda Pilar Gil Ramos (Espanha), Sharon Brown (Estados Unidos), Ritva Wächter (Finlândia), Simone Darot (França), Eleftheria “Ria” Deloutsi (Grécia), Anabelle Sáenz (Guatemala), Gita Kamman (Holanda), Priscila Bonilla (Ilhas Virgens), Arlette Dobson (Inglaterra), Jean Russell (Irlanda), Kristjana Magnusdóttir (Islândia), Atida Pisanti (Israel), Vivianne Romano (Itália), Margaret Lewars (Jamaica), Akemi Toyama (Japão), Leila Antaki (Líbano), Vicky Schoos (Luxemburgo).

Foto oficial das demais candidatas dos Estados Unidos e do Universo (Foto: O Cruzeiro)

E finalmente Jacqueline Robertson (Madagáscar), Irene Gorsse (Marrocos), Myint Myint Khin (Mianmar), Rigmor Trengereid (Noruega), Rosemarie Frankland (Pais de Gales), Cristina Pereira (Paraguai), Carmela Bedoya (Peru), Enid Del Valle (Porto Rico), Wang Li-Ling (Taiwan), Jonee Sierra (Rodésia), Guinilla Knutsson (Suécia), Liliane Burnier (Suíça), Giseren Ulysal (Turquia), Susanna Ferrari (Uruguai) e Ana Griselda Albornoz (Venezuela).

Marlene Schimidt depois de coroada (Foto: Manchete)

Unidos da Tijuca III

A comissão de frente resolve descobrir por que coroar Luiz Gonzaga de novo e dessa vez como Rei do Sertão abrindo sua sanfona e libertando a alma do instrumento. Os movimentos do fole revelam a essência desse artista. O mestre-sala Marquinho e a porta-bandeira Giovanna estavam notáveis. O primeiro carro Abre Alas mostram reis e rainhas, Elvis Presley, Pelé, Michael Jackson, Elizabeth II e Madre Tereza de Calcutá, desembarcando em Exu.

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O presidente da Empetur André Correia e Cecilia (Fotos: Fernando Machado)

A Ala do Artesanato exibe jarros de cerâmica pintados, com o carro do Mercado de São José, a do cordel, insinuando que o “corno” é a figura imortal do imaginário nordestino. Na Ala do Artesanato de Palha são as baianas girando mostrando à sua realeza via a habilidade dos nossos artesões. O carro do barro divulga os trabalhos do Mestre Vitalino.

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Olivier Anquier, Adriana Alves, Luciana Fernandes e Vitor Baub

Engraçado ou coincidência quando surge a ala dos passistas, com as dançarinas vestidas de Assum Preto, aparece sobre eles dois pássaros brancos, acho que pombos, fazendo um pax de deux que deixou muita gente do Sambódromo emocionada. Seria impossível descrever todo aquele espetáculo, mesmo assim lembro a Missa do Vaqueiro, os retirantes, o maracatu, o frevo e por ai vai.

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Pricilla Tichaffen, Aroldo Mendonça e o gatinho João Victor

Não foi somente os componentes, o presidente Fernando Horta, o carnavalesco Paulo Barros, Rosinha Gonzaga (filha do Rei), o governador Eduardo Campos, os secretários Tadeu Alencar, Alberto Feitosa e Geraldo Julio, assim como o presidente da Empetur André Correia que saíram orgulhosos da Sapucaí. O publico também.