Fernando Machado

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David Kremen é o Supranacional Mr Republica Tcheca de 2020

David Strnad, David Kremen, David Novotny e Krystof Novák (Foto: Concurso)

David Kremen é o novo Mister Republica Checa de 2020 e  representar seu pais no Mister Supranacional.  O concurso aconteceu quinta-feira, no Teatro Municipal de Náchod. No segundo lugar ficou David Strnad e no terceiro lugar Krystof Novák. Tivemos desfile de traje esporte, de sunga e de terno. O cenário estava lindo e a coreografia foi impecável. O Mister Republica Checa foi fundado em 1997 por David Novotný. Quase 500 rapazes se inscrevem, este ano, no concurso.

Os 12 jovens no palco de sunga (Foto: Concurso)

Os 12 jovens no palco de terno (Foto: Concurso)

Na comissão julgadora estava a prefeita de Náchod, Jan Birke. O nível dos participantes foi excelente. Os mais bonitos Vlastimil Kalášek, Kryštof Novák, Noshdar Muhamed, David Kremeň, e Josef Dittrich. Lukáš Kofroň era uma malavilha. Os 12 participantes foram Vlastimil Kalášek, Marek Fiala, Lukáš Veitl, Kryštof Novák, Noshdar Muhamed, Alexandr Kozák, Lukáš Kofroň, Jiří Cirhan, David Kremeň, Josef Dittrich, Dušan Havlát, e David Strnad.

 

Os candidatos em traje esporte (Foto: Concurso)

Os candidatos mostrando seus músculos (Foto: Concurso)

David Kremem é policial militar, tem 29 anos e também faturou o titulo de Mister Simpatia. David Strnad, tem 25 anos e vai representar seu pais no Mister Turismo do Mundo. Kryštof Novák é preparador físico, tem 22 anos, e vai representar a Republica Tcheca no Mister Model International. Lukás Veitl tem 22 anos é estudante e ganhou o Prêmio David Novotny e vai participar de um concurso internacional. Dušan Havlát é preparador físico ganhou o Prêmio Simpatia Kounty. O apresentador do concurso foi Karel Vorisek.

Os gatos na piscina do hotel (Foto: Concurso)

Martha Vasconcellos arrasou no Miss PE 2018

Miguel Braga, Eslovenia Marques e Martha Vasconcelos (Foto: Fernando Machado)

Martha Vasconcellos, Miss Universo de 1968, ao subir ao palco do Teatro do IMIP, sexta-feira, para ser homenageada foi recebido de pé, pelo publico estimado em 350 pessoas. Martha lembrava uma sílfide, em grande noite num modelo preto by Bia Guirão. Martha Vasconcellos lembrava Jane Fonda. Deu um exemplo de como era uma miss antigamente. Tem porte, elegância e carisma. Somente quem viveu a época dourada do Miss Brasil pode entender.

Matilde Terto Miss Pernambuco de 1976 (Foto: Fernando Machado)

Miss Pernambuco de 2017 Iully Thaísa e a Miss Pernambuco de 2018 Eslovênia Marques (Foto: Fernando Machado)

Enquanto no palco sobrava, na platéia faltava empoderamento. O publico não vaiou quando foi anunciado Eslovenia Marques, de Caruaru como Miss Pernambuco 2015. É bom lembrar que ela já tinha concorrido também por Caruaru ao titulo da mais bela pernambucana em 2016, ficando no quinto lugar. As faixas pretas das misses pareciam as aquelas de coroas de flores de enterro.

O decorador Fred Castro (Foto: Fernando Machado)

Rafaela Lopes Miss Serra Talhada (Foto: Fernando Machado)

Na abertura as 21 jovens entraram de traje de gala, ao som da musica Mechanolith. A coreografia sempre fica a desejar. Falta sincronia e equilíbrio no palco. Depois tivemos um show das candidatas usando maiôs à body, tendo como trilha sonora a musica Stitches. Fiquei confuso pensei que fosse chacretes, depois pensei nas dançarinas de cabaré. As meninas precisavam mais treinos. Excelente a apresentação da cantora Gerlane Lops.

Gerlane Lopes arrasou no IMIP (Foto: Fernando Machado)

Carla Araujo, lembra Marina Montini, Miss Riberão (Foto: Fernando Machado)

Na sequência foi anunciado o Top 12: Andreza Lima (Petrolandia), Layssa Sousa (Santa Cruz do Capibaribe), Ariely Luna (Recife), Rafaela Lopes (Serra Talhada), Alessandra Costa (Belo Jardim), Taline Leonel (Paranatama), Eslovenia Marques (Caruaru), Deborah Castro (Santa Cruz da Baixa Verde), Paloma Oliveira (Fernando de Noronha), Ianca Shiosser (Olinda), Julia Molinari (Porto de Galinhas) e Brenda Victoria da Silva (Nazaré da Mata). Num dos intervalos Gerlane Lops arrasou cantando O Samba Chegou de Gerlane Lops e Jades Sales e Obá, Obá de Jana Figarella.

Jefferson Ferreira de Brejo da Madre Deus, Fernando Lima de Toritama e William Diniz de Altinho (Foto: Fernando Machado)

Roberto Macedo, Martha Vasconcellos e Muciolo Ferreira (Foto: Fernando Machado)

Depois veio o Top 8: Taline Leonel, Eslovenia Marques, Ianca Shiosser, Rafaela Lopes, Rafaela Lopes, Deborah Castro, Brenda Victoria da Silva e Layssa Sousa. Depois de muita lenga-lenga abrem-se as cortinas e surgem o Top 4 (um samba do crioulo doido) mas estamos na época do empoderamento e do errado ser correto. As quatro foram Ariely Luna, Eslovenia Marques, Layssa Sousa e Brenda Victoria da Silva.

Julia Katia Lopes disputou o Miss Pernambuco de 1976 e Gregos Olimpio (Foto: Fernando Machado)

Viviani Sorato diretora da Amazing Model Management (Foto: Fernando Machado)

Depois os apresentadores começou a chamar o 4º lugar às torcidas gritavam Caruaru, não foi ela e sim Santa Cruz do Capibaribe; e o o 3º lugar é, novamente os gritos Caruaru, e foi Nazaré da Mata. E restaram as misses do Recife e de Caruaru. Existe cena mais kitsch, que duas mulheres de mãos dadas, olhando uma para outra? E finalmente depois de tanta frescura dos apresentadores confirmaram que Eslovenia Marques tinha vencido o concurso.

João Ricardo Camilo Dias e o diretor da CNB Humberto Fontes (Foto: Fernando Machado)

As 21 candidatas no palco do IMIP (Foto: Fernando Machado)

As melhores misses que chamaram atenção foram as candidatas do Recife, Serra Talhada, Nazaré da Mata, Santa Cruz do Capibaribe, e Ribeirão que lembrava Marina Montini. O cenário estava bonito e foi grifado por Fred Castro. Já ia me esquecendo, como os concursos da época de ouro, a comissão julgadora teve um presidente, ou melhor uma presidente Martha Vasconcelos – Miss Universo de 1968.

Miss Recife, Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe e Nazaré da Mata (Foto: Fernando Machado)

De Alba Souza Leão até Sayonara Veras

Quando foi anunciado o nome de Sayonara Veras, Miss Olinda, como Miss Pernambuco 2015, a vaia tomou conta do Teatro do Imip. Lembrei da vaia que Adalgisa Colombo, do Distrito Federal, recebeu de 25 mil pessoas no Maracanãzinho, no dia 21 de junho de 1958, quando foi anunciada como Miss Brasil de 1958. O público queria Sonia Maria Campos de Pernambuco. A mesma coisa aconteceu no dia 20 de junho de 1959, quando Vera Ribeiro, do Distrito Federal, venceu o Miss Brasil. O público queria a pernambucana Dione Oliveira.

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Sayonara Veras, Miguel Braga e Rhayanne Nery (Foto: Fernando Machado)

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A 2ª dama de Pernambuco, Luiza Nogueira e o presidente da Empetur Luiz Eduardo Antunes (Foto: Fernando Machado)

No Imip as torcidas queriam a Miss Santa Cruz do Capibaribe, Brenda Pontes, que ficou no segundo lugar. A Miss Simpatia foi a representante de Bezerros Renata Caroline da Silva. A parte mais cafona dos concursos insuportáveis são os famigerado desfiles de traje típico, que aconteceu em Caruaru, mas tive que aguenta-lo via telão. Sem dúvida é um Diaghilev. A vencedora em o típico, claro, foi Miss Olinda, que no ano passado ficou em segundo no concurso de Miss Bezerros.

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A notável apresentadora Carmen Towar e Almerinda Braga (Foto: Fernando Machado)

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Alany Melo, Miss Garanhuns de 2015 (Foto: Fernando Machado)

A noite que comemorava os 60 anos do Miss Pernambuco teve como apresentadores Eliana Victorio e Raldney Santos. O cenário estava bonito e foi grifado por Fred Castro, que casou tecnologia com acessórios de madeira, nas rodas surgiam luzes. Fez um grande efeito. A comissão julgadora enorme, lembrava as do Bal Masqué do Clube Internacional do Recife, é frisar que ela a partir do Top 6. Um júri técnico escolheu o Top 15 e depois o Top 10 entre as 26 candidatas.

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Misses Cabo, Fernando de Noronha, Garanhuns, Olinda, Santa Cruz do Capibaribe e Tabira (Foto: Fernando Machado)

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Douglas Wan Der ley, Sophia Lins e Heráclito Diniz (Foto: Fernando Machado)

Tudo começou com as participantes desfilando de vestidos de noite, da Maison de Mary Mansur. Aliás ela está de parabéns. Os looks estavam lindos. O concurso fez uma viagem no tempo, o desfile de traje de banho das 26 jovens foram de suquines amarelo ouro, bem ao estilo dos anos 50, remetendo ao estilo pin-up girl. Aliás esse momento do desfile eu queria pular, mas, não consegui. A cor não favoreceu as meninas. As peças tinham um acabamento péssimo, podíamos ver a olho nu.

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Mary Mansur by Maison (Foto: Fernando Machado)

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As 26 candidatas by Maison (Foto: Diego Nóbrega)

Romildo Alves não foi muito feliz na coreografia. Foi um samba de crioulo doido. Faltou harmonia, equilíbrio e um semáforo para evitar acidentes. Algumas voltavam da passarela e entrava no meio das misses que ainda iam se apresentar. Deve ter sido falta de ensaio, porque o movimento das meninas no palco agredia que entende de concursos. E eu modéstia parte não sou coreografo mais faria bem melhor. Desculpa, meu amigo Romildo. Criticas é sempre bem vinda.

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Matheus Moraes e a namorada Jhenifer Gabrielly da Silva (Foto: Fernando Machado)

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Miss Olinda Sayonara Veras (Foto: Fernando Machado)

Depois dessa barafunda Eliane e Raldney chamaram o Top 15. Janine França (Araçoiaba), Joice Adélia da Silva (Beleza Regional), Renata Caroline da Silva (Bezerros), Ericka Melo (Cabo), Yasmin Ferreira (Caruaru), Bruna Rodrigues (Custódia), Ana Kezya da Silva (Fernando de Noronha), Alany Melo (Garanhuns), Sayonara Veras (Olinda), Paula Brandão (Recife), Roberta Xavier (Ribeirão), Brenda Pontes (Santa Cruz do Capibaribe), Thayane Pereira (Serra Talhada), Andresa Alves (Tabira) e Ana Letícia Costa (Vertentes).

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Miss Recife, Paula Brandão e o irmão Átila, campeão brasileiro de maratona aquática (Foto: Fernando Machado)

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A top 15 usando suquine (Foto: Diego Nóbrega)

Num dos intervalos se apresentou a cantora Cida Maria. Na sequencia foi anunciado o Top 10: Beleza Regional, Cabo, Fernando de Noronha, Garanhuns, Olinda, Ribeirão, Santa Cruz do Capibaribe, Serra Talhada e Tabira. E finalmente foram chamadas as seis finalistas: Cabo de Santo Agostinho, Fernando de Noronha, Garanhuns, Olinda, Santa Cruz do Capibaribe e Tabira. Este momento delas de maiô apagou aquele de suquine. As peças eram lindas e com uma cartela de cores sensacional.

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Raldney Santos e Sayonara Veras (Foto: Fernando Machado)

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Miss Santa Cruz do Capibaribe Brenda Pontes (Foto: Fernando Machado)

E começa aquela parte que os coordenadores, enche o papo e diz que é a hora da intelectualidade. Caso fosse Miss Olinda não teria vencido, pois o nervosismo acabou com ela. Achei desnecessário chamar o sexto lugar (Cabo de Santo Agostinho), o quinto (Fernando de Noronha) e o quarto (Garanhuns). Bastava chamar o terceiro lugar Miss Tabira, o segundo lugar Miss Santa Cruz do Capibaribe e o primeiro lugar Miss Olinda.

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Brenda Pontes e o namorado Mário Santiago (Foto: Fernando Machado)

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Mister Palmares Renan Vasconcelos (Foto: Fernando Machado)

Uma pena que não deixaram Carmen Towar, que é estilista, foi coordenadora da época de ouro do Miss Pernambuco e apresentou o Concurso quando era dos Diários Associados, por mais de 15 anos, fazer os comentários. Também tivemos uma homenagem a Miss Pernambuco de 1957, Zayra Pimentel e como todos os anos outra para Romildo Alves. As torcidas estavam fantásticas. Aliás você já viu torcidas de misses sem o dedinho da turma alegre? Claro ela é imbatível.

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Zayra Pimentel depois de homenageada desfilou para o publico (Foto: Diego Nóbrega)

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Cida Maria cantando e atrás as seis finalistas (Foto: Fernando Machado)

E como dizia Mucio Catão: “Bicha burra nasce homem ou morre”. Todavia o mundo mudou e as bichas burras aparecem mais do que as de talentos. Finalizando quero agradecer a Miguel Braga por ter me ratificado no júri, tinha prometido que não participaria mais, para evitar contrariedades alguns coordenadores do Miss Pernambuco. Eles adoram me boicotar. Eu nunca afirmei que entendo tudo de miss, são as pessoas quem comentam. E como dizia Ibrahim Sued, “Os cães ladram e a caravana passa”.

Carnaval somente em 2015

Foi com shows de frevo, maracatu, e a apresentação de um bloco lírico, que o palco montado na Praça do Arsenal da Marinha, recebeu os foliões desta terça-feira gorda de Carnaval. A orquestra do maestro Edson Rodrigues, abriu a noite com muito frevo e animação. Abusando dos clássicos, como os hinos do Vassourinhas e do Ceroulas, os músicos levaram o público, formado por muitas crianças e adultos, para dançar e brincar, criando um clima familiar de muita descontração.

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Os bonecos gigantes no Marco Zero (Foto: Hesiodo Góes)

A última noite do concurso de agremiações carnavalescas do polo da Avenida do Forte reuniu, ontem, 14 tribos de caboclinhos do Recife e cidades do interior do Estado. Ao som das maracas, gaitas e surdos, caboclos e caboclas, caciques e cacicas, reis e rainhas de todas as idades e etnias apresentaram suas coreografia no ritmo tradicional e cadenciado produzido pela suas preacas, espécie de arco e flecha de madeira de todos os tamanhos e cores.

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Os caboclinhos sempre bonitos (Foto: Clélio Tomaz)

Nas primeira hora desta quarta-feira de Cinzas, não faltou o ritmo rei da folia embalando as apresentações do Marco Zero. Alceu Valença subiu ao palco às 0h50 com o show Carnavalença, acrescido de canções do novo disco, Amigo da Arte. Já Elba Ramalho tocou frevo, ciranda, maracatu e caboclinho, mostrando a diversidade da música pernambucana.

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O maracatu sempre marcando presença no carnaval (Foto: Allan Torres)

O sol raiou e já passava das 5h45 quando uma grande orquestra de frevo desceu do palco do Marco Zero e ganhou as ruas do Recife Antigo. Era o arrastão do frevo, que levou uma multidão pelas ruas, mostrando que o folião recifense não queria deixar a folia acabar. Comandado pelo Maestro Spok e orquestra, gente de todas as idades, com fantasias já desbotadas e praticamente sem maquiagem, pulavam, cantavam e frevavam, mostrando que o Carnaval do Recife não acabou: deu uma trégua de um ano.

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