Fernando Machado

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De Volta para o Passado

Há 610 anos, nascia na França, santa Joanna D’Arc, que morreu no 30 de maio de 1431.

Há 170 anos, morria na França, o inventor Louis Braille, que nasceu no dia 4 de janeiro de 1809.

Há 85 anos, o Circo Athayde do México de André, Patry e Aurélio Athayde encerrava sua temporada no Parque 13 de Maio, depois várias semanas de sucesso.

Há 70 anos, nascia em Pernambuco, o jornalista Heber Fonseca dos Santos, que morreu no dia 9 de fevereiro de 1994.

O Circo dos Sonhos

Na retomada das atividades culturais, o Circo dos Sonhos retorna a Belo Horizonte com um de seus mais aclamados espetáculos. Nesta sexta-feira, às 20h, estreia o Circo dos Sonhos no Mundo da Fantasia, às 20h, em Belvedere, com preços a partir de 20 reais. Sim respeitável público, após quase dois anos de restrição, o circo retorna à cidade para divertir e emocionar todos os presentes, com toda segurança, seguindo as orientações e medidas recomendadas pela OMS para prevenção ao COVID19. A diretora do espetáculo Rosana Jardim lembra são mais de 150 pessoas envolvidas na produção.

Hoje tem espetáculo (Foto: Weslley Rodrigues)

No picadeiro, palhaços, acrobatas, malabaristas e contorcionistas entram em cena para apresentar uma versão exclusiva, criada especialmente para Belo Horizonte. Ly, uma criança que não desgruda um só minuto do videogame, vê seu aparelho entrar em curto-circuito e sua tela dar lugar a um portal, que a leva à fronteira da realidade e da ilusão: o Mundo da Fantasia. Ly é recepcionada por vários palhaços, que como bobos da corte, apresentam a ela esse reino este reino mágico, repleto de ação e encantamento. Informa o ator Marcos Frota, Embaixador do Circo dos Sonhos.

E o Circo Voltou com Paulo Caldas

O diretor Paulo Caldas (Foto: Divulgação)

Nos anos 30 do século passado, um casal de jovens de Major Isidoro, sertão alagoano, se encantou com a passagem de um circo pela região. Segundo José Wilson, ambos eram indígenas Xucurus-cariris originários de Palmeira dos Índios. Ao ver a caravana, o casal teria decidido montar sua própria “companhia” circense, batizada de Brasil Lux. Quase 90 anos depois vemos José Wilson à frente do Circo Spadoni e da Escola de Circo Picadeiro, mantendo essa longa tradição das famílias circenses viva e forte. O diretor Paulo Caldas decidiu reviver a trajetória de um dos maiores mestres circenses do Brasil, Zé Wilson, em regresso à sua cidade natal, no sertão de Alagoas.

Pedro Henrique e José Wilson Moura (Foto: Fred Jordão)

O filme O Circo Voltou vai mostrar Zé Wilson e sua trupe saindo de São Paulo rumo à Major Isidoro, atravessando o Brasil profundo com suas paisagens e personagens fascinantes, realizando apresentações em Furquin no interior de Minas Gerais, no Quilombo Cinzentos na Bahia, em uma aldeia em Palmeiras dos Índios até culminar no grande espetáculo em Major Isidoro, e dessa forma, contar a saga do Circo como resistência cultural no Brasil, sempre se reinventando ao mesmo tempo em que mantém a tradição. Na  próxima quina-feira, às 19h, teremos uma sessão gratuita,na plataforma Itaú Culural Play.

O ator José Wilson Moura (Foto: Fred Jordão)

Acontecencias

A Kenner marca calçadista tradicional do Rio de Janeiro, lança o terceiro capítulo de sua colaboração com o jogador de futebol Gabigol. Conhecido por não ter medo de redefinir seu estilo, o atleta mostra que ser e fazer diferente são evidência de uma personalidade autêntica na mais nova campanha da Kenner. A coleção imprime a quebra do status quo em seis modelos de sandálias, nas quais pulsa o estilo único desse jogador acompanhado de uma influência dentro e fora do campo. Criadas para oferecer estilo e conforto em todas as ocasiões, as sandálias surgem em cores neutras e sofisticadas, como branco, preto e caqui. Entre os modelos da nova coleção, estão as sandálias Style Impact; a nova Style Slide; a Style Long; e a Style TR.

Gabigol e sua Kenner (Foto: Divulgação)

A partir de amanhã, o público infantil terá a oportunidade de conferir o espetáculo Catastrôfe, que será apresentado exclusivamente no Facebook. Idealizado pela Companhia das Rosas, Catastrôfe é um espetáculo de teatro de bonecos e circo, em formato audiovisual. Em cena, a história de Rosa, uma menina que, em período de isolamento social, sente-se sozinha e chateada. Dentro do seu quarto, cria um circo com seus bonecos e consegue se comunicar com seus vizinhos através a da sua janela. O show é inspirado no livro O Circo Catástrofe de Benjamin Chaud, em que a protagonista adora o circo e cria peripécias arriscadas dentro de casa. A direção é de Carla Candiotto e no elenco estão Erica Stoppel e Luara Bolandini.