Fernando Machado

Blog

Tag carnaval

De Volta para o Passado

Há 110 anos, o prefeito do Recife Archimedes de Oliveira, lançava o I Congresso Carnavalesco de Pernambuco, encaminhando à câmara o projeto. Prêmios para os melhores que se exibirem durante o Carnaval.

Há 105 anos, nascia em São Paulo, o atleta Tim (Elba de Pádua Lima), que morreu no dia 7 de julho de 1984.

Há 85 anos, nascia na Paraíba, a psicóloga e poetisa Esther Sterenberg, que morreu no dia 20 de dezembro de 2016.

Há 56 anos, se casavam na Igreja das Graças, Carmem Valença Ferreira e Marcello Araujo Costa.

Há 45 anos, o secretário Sérgio Higino proibia o mela-mela no carnaval.

Há 45 anos, saia pela primeira vez da Livro 7, o bloco Nóis Sofre mas Nóis Goza, comandado por Tarcisio Pereira (1948/2021).

Noticias do Rio Grande do Norte

O Carnaval de Natal na sua versão online, promovido pela Prefeitura do Natal via Secretaria Municipal de Cultura, apresentou mais de 50 shows musicais, projetos e exposições. O canal do YouTube da Prefeitura recebeu 1.480 novos inscritos no período carnavalesco e exibiu 46 vídeos de shows gravados no Gérbera Recepções, em Nova Parnamirim, onde foi montada toda a infraestrutura para a folia.

O frevo contagiou os foliões (Foto: Prefeitura)

Palcos, iluminação, sonorização, estrutura de camarins e apoio. Não faltou nada para as atrações musicais se apresentarem. Além de todos os cuidados sanitários de higienização, distanciamento e controles na chegada. O prefeito Álvaro Dias destaca o acerto da iniciativa da Prefeitura. O secretário de Cultura de Natal, Dácio Galvão, também festeja a receptividade do público às apresentações transmitidas pelas redes sociais do Município.

Carnaval e Música Inesquecíveis (Último)

A executiva Geralda Farias que foi responsável pelos mais bonitos bailes municipais do Recife, quando era a primeira dama da cidade, englobou todos os do Clube Internacional, onde as orquestras tocavam magnificamente os frevos de Levino Ferreira e os foliões dançavam até a madrugada, ao som de Última Hora. A sua música inesquecível é Máscara Negra de Zé Keti e a mais triste É de Fazer Chorar de Luiz Bandeira que diz “É de fazer chorar / Quando o dia amanhece e obriga o frevo a acabar / Oh quarta feira ingrata / Chega tão depressa / Só pra contrariar / Quem é de fato um bom pernambucano / Espera um ano e se mete na brincadeira / Esquece tudo quando cai no frevo / E no melhor da festa chega a quarta feira”. Ouça É de Fazer Chorar  https://www.letras.mus.br/luiz-bandeira/e-de-fazer-chorar/

Geralda Farias e sua filha Marcelle (Foto: Fernando Machado)

O historiador e jornalista Leonardo Dantas Silva explica que o melhor Carnaval de sua vida foi aquele que o Jornal do Commercio o encarregou para escrever a matéria sobre todo Carnaval para a edição de quarta-feira de cinzas. E sua música inesquecível é o frevo Último Dia de Levino Ferreira, “tanto que a escolhi para abertura do Frevança de 1979, que coordenei”, completou Leonardo Dantas. Ouçam o Último Dia  https://www.facebook.com/socarnavaldeolinda1/videos/1766996643570641

Leonardo Dantas Silva e Capiba (Foto: Divulgação)

O cerimonialista e jornalista Wilton Condé recorda com saudades dos Carnavais do Lança Perfume Rodouro e do Corso na Semana Pré Carnavalesca (a bordo de um Jipe com amigos circulando pelas Ruas da Concórdia, Nova, Imperatriz, Manoel Borba, Avenida Conde da Boa Vista, Ponte Duarte Coelho e Avenida Guararapes). Seus carnavais inesquecíveis foram os do tempo dos tablados nas esquinas das Ruas Nova e Palma com orquestra de Frevo para os foliões pularem o frevo rasgado. Idem na Pracinha do Diário.

Wilton Condé relembra seus carnavais (Foto: Fernando Machado)

No Cabanga com a prévia Preto e Branco, o primeiro da temporada Carnavalesca. Do Bal Masqué só para sócios e convidados especiais. Minhas musicas preferidas são os frevos de Nelson Ferreira, de Capiba, de Ademir Araújo, de Guedes Peixoto, de Duda e de Clovis Pereira. E especialmente o Último Dia de Levino Ferreira.

Pausa Poética

“Adeus, adeus, não chores não! / Até para o ano / Que teremos função.” Marambá (1909/1991)