Fernando Machado

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Pausa poética

“Sou do Recife com orgulho e com saudade / Sou do Recife com vontade de chorar.” Antonio Maria

Noticias do Rio Grande do Norte

Sábado à noite foi em ritmo de folia no bairro da Ribeira, em Natal. Desta vez para as escolas de samba e as tribos de índios campeãs comemorarem a vitória com a entrega da premiação feita pela prefeita do Natal, Micarla de Sousa, ao lado do presidente da Fundação Cultural Capitania das Artes, Rodrigues Neto.

O desfile foi aberto com a apresentação das tribos de índios da chave B, e na sequência desfilaram pela avenida Duque de Caxias as tribos da chave A. Depois das tribos foi a vez das escolas de samba, começado pela apresentação do grupo B e depois as das chave A. Durante o desfile das campeãs, Micarla de Sousa foi homenageada ao receber do presidente da tribo Tabajara, Paulo Lira, um cocar que representa a cultura indígena.

Flashes

A ministra da Cultura, Anna de Hollanda, depois de assistir a abertura do Carnaval de Olinda e do Recife, retorna hoje pela manhã para Brasília.

A proposito: Ontem, Anna de Hollanda almoçou no Bargaço, com sua irmã que reside em Olinda, a fotografa Liii.

Seguiu quinta-feira até Miami a fim de fazer um cruzeiro pelo Caribe no navio Allure, o acadêmico Melchiades Montenegro. Depois ele passará dez dias no México.

Mônica e José David Gil Rodrigues já estão na sua casa de veraneio na Praia dos Carneiros fugindo do Carnaval.

A jornalista Lúcia Noya Galvão passa o carnaval, como faz sempre, em São Paulo, em companhia da sua irmã gêmea, a cirurgiã plástica Fernanda Noya da Rocha.

O jornalsita Muciolo Ferreira e o relações públicas Wilton Condé já estão no Rio de Janeiro para desfilarem, hoje, na Escola de Samba Imperio Serrano. São hóspedes da Miss Pernambuco de 1957, Zaira Pimentel.

O ocaso do autentico carnaval do Recife

Leitores que acessam este blog e defendem o nosso autêntico Carnaval perguntam se não seria mais justo a Prefeitura do Recife aumentar as verbas doadas às agremiações locais, ao invés de gastar rios de dinheiro trazendo cantores da Bahia e de outros estados que não têm nada a ver com nossa cultura. E questionam se algum artista pernambucano se apresentará em Salvador, nos festejos de Momo, recebendo altos cachês.

Afinal de contas, somos nós os pobres contribuintes que iremos pagar esse crime musical. O mais grave nessa gastança toda da prefeitura é que o número de artistas contratados, e como os michês milionários, aumentam a cada ano na mesma proporção em que tradicionais blocos, maracatus e clubes de frevo desaparecem do cenário momesco da cidade. Inocentes do Rosarinho, por exemplo, há 15 anos que não desfila no Carnaval do Recife. Recife lutou tanto para entrar na midia nacional e agora gastam tanto para retirá-la.