Fernando Machado

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Nos Bastidores da Política

A vigilância do espaço aéreo na região de fronteira foi reforçada com a inauguração, ontem, de uma nova estação radar de vigilância do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro, em Ponta Porã (MS). O equipamento ampliará a vigilância e combate ao tráfego aéreo ilícito e ao tráfico de drogas e armas com foco na região Centro-Oeste do Brasil. O Presidente Jair Bolsonaro participou da cerimônia de inauguração promovida pela Força Aérea Brasileira e, junto a autoridades, acionou o funcionamento da estação radar de Ponta Porã. Com mais essa estação, o Brasil passa a contar com uma vigilância aérea que cobrirá toda a fronteira do Mato Grosso do Sul junto aos países vizinhos.

O presidente Bolsonaro na estação radar de Ponta Porã (Foto: Isac Nóbrega)

Documentos de titulação de terra, entre provisórios e definitivos, foram entregues no Maranhão, a agricultores beneficiários da regularização fundiária e assentados da reforma agrária. Resultado do programa Titula Brasil, 17.084 produtores receberam o título nos últimos sete meses, segundo o Incra. Com o documento em mãos, os produtores podem buscar crédito para produzir na propriedade rural e ter acesso às políticas públicas governamentais.

Cristina Ridzi vence o Miss Brasil de 1966

Há 55 anos, era realizada, no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, o concurso Miss Brasil de 1966. A vencedora foi Ana Cristina Ridizi (1947/2015), do Estado da Guanabara, que foi coroada por Maria Raquel de Andrade, Miss Brasil de 1965. Os apresentadores foram Paulo Max e Marly Bueno e no júri ficou a primeira dama do Estado Ema Negrão de Lima, Miss Brasil de 1958 Adalgisa Colombo, o ministro João Paulo do Rio Branco, o escultor Leão Veloso e o diretor de redação de O Cruzeiro, João Martins.

As candidatas desfilam na passarela do Maracanãzinho (Foto: Manchete)

No palco as misses estaduais de longos (Foto: O Cruzeiro)

No Top 8 Francy Carneiro Nogueira (Ceará), Ana Cristina Ridzi (Guanabara), Marluce Manvailler (Mato Groso), Virginia Barbosa (Minas Gerais), Clara Cunha (Rio Grande do Sul), Ana Maria Façanha Gaspar (Rondônia), Glaucia Zimermann (Santa Catarina) e Tania Maria Zattar (São Paulo). O resultado final ficou assim: no 4º lugar Virginia Barbosa de Souza, em 3º lugar Francy Carneiro Nogueira, em 2º lugar Marluce Manvailler Rocha e a grande vencedora Ana Cristina Ridzi.

Ana Cristina sendo coroada pela Miss U-65, Aspa Hongsakula e Miss B-65 Maria Raquel coroando Ana Cristina (Foto: Manchete e O Cruzeiro)

Maria Raquel coroando Ana Cristina Ridzi (Foto: O Cruzeiro)

Ana Cristina Ridzi disputou, em Miami, nos Estados Unidos, o Miss Universo de 1966. A terceira colocada Francy Carneiro Nogueira do Ceará renunciou para casar e em seu lugar assumiu a quarta colocada, Virginia Barbosa de Souza de Minas Gerais, que também escolhida como Miss Simpatia. Infelizmente não aconteceu o Miss Beleza Internacional em 1966. A Miss Fotogenia foi Marluce Manvailler da Rocha do Mato Grosso.

As oito finalistas Pará, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Guanabara, Santa Catarina, Rondonia e São Paulo (Foto:  O Cruzeiro)

Francy Carneiro Nogueira observa Maria Raquel de Andrade abraçando Ana Cristina Ridzi e a Miss Universo de 1965, Apasra Hongsakula (Foto: Manchete)

Participaram do concurso 26 candidatas: Maria Fernandes (Acre), Kátia da Silva Malta (Alagoas), Rita de Cássia Fernandes (Amapá), Hermengarda Chaves (Amazonas), Florianel Costa Portela (Bahia), Francy Carneiro Nogueira  (Ceará), Maria Helena Curi (Distrito Federal), Laura Martinelli (Espírito Santo), Niolina Pacheco (Goiás), Ana Cristina Ridzi (Guanabara), Sandra Mara de Arruda  (Maranhão), Marluce Manvailler Rocha (Mato Grosso), Virgínia Barbosa de Souza (Minas Gerais).

Miss Pernambuco, Raiolanda Castelo Branco e Ana Cristina Ridzi desfilando seus trajes típicos (Fotos: Acervo do blog e O Cruzeiro)

Algumas candidatas no Farol da Barra, em Salvador, uma semana antes do concurso (Foto: Manchete)

E finalmente Maria Tereza de Vasconcelos (Pará), Zélia Maria Neves de Medeiros (Paraíba), Miriam Marçal (Paraná), Raiolanda Castello Branco (Pernambuco), Darcy do Carmo Assunção (Piauí), Vera Lúcia Cordeiro (Rio de Janeiro), Maria Edite de Azevedo (Rio Grande do Norte), Clara Eunice Grohmann (Rio Grande do Sul), Ana Maria Façanha Gaspar (Rondônia), Wilma Grecco Chapuis (Roraima), Gláucia Zimmermann (Santa Catarina), Tânia Maria Zattar (São Paulo) e Lygia Sampaio Fiscina (Sergipe).

Stäel Abelha vence o Miss Brasil de 1961

Vera Brauner de Menezes, Staël da Rocha Abelha e Alda Coutinho de Moraes (Foto: O Cruzeiro)

As oito finalistas diante da comissão julgadora (Foto: O Cruzeiro)

Há 60 anos, o Maracanãzinho, com um público de 25 mil pessoas aplaudiram a vitória da mineira Staël da Rocha Abelha vencer o Miss Brasil de 1961, sendo coroada pela Miss Brasil de 1960 Gina MacPhersonStaël tinha 19 anos, 1m70 de altura; busto e quadris 98 centímetros. Não queria viajar até Miami, por ciúme do namorado, tanto que renunciou logo que voltou ao Brasil. Os apresentadores foram Paulo Porto e Lourdes Mayer.

Misses Alagoas, Sergipe, Espírito Santo, Estado do Rio e Goiás (Foto: O Cruzeiro)

No 2º lugar ficou Vera Brauner de Menezes (1941/2012), do Rio Grande do Sul, que representou o Brasil no Miss Internacional em Long Beach (que dois meses depois virou Miss Brasil) e no 3º lugar ficou Alda Coutinho de Moraes (1938/2005), da Guanabara, que representou o Brasil no Miss Mundo, em Londres. No júri estavam Tereza de Souza Campos, Edite Pinheiro Guimarães, Edda Lutis, Gisela Machado, Di Cavalcanti, Zacarias do Rego Monteiro, José Amadio, Oscar Santamaria, Vitor Bouças, Juan Fischer, Fernando de Alencar Pinto, Herbert Moses e Harry Stone.

Misses Brasília, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso (Foto: O Cruzeiro)

Os apresentadores depois dos desfiles maiô e de noite, apresentaram o Top 8: Elza Maria Laureano dos Santos (CE), Stella Maria Rocha Lima (BA), Alda Maria Coutinho de Moraes (GB), Stael Maria da Rocha Abelha (MG), Filomena Maria Jorge Chaves (PA), Maria Lúcia Santa Cruz (PE), Carmen Aurélia Rodrigues de Lima (RN) e Vera Brauner Menezes (RS). Em 8º lugar ficou RN, no 7º PE, no 6º PA, no 5º BA e no 4º CE. As misses mais aplaudidas foram MG, GB, RN, PA, PE, RS e BA. Maria Augusta confessou as que melhores na passarela foram Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte Pará.

Misses Ceará, Bahia, Pará e Pernambuco (Foto: O Cruzeiro)

Participaram do Miss Brasil de 1961 22 candidatas Carmen Tereza Moutinho Mascarenhas Leite (AL), Neyla Loureiro Nery (AM), Stella Maria Rocha (BA), Elza Maria Laureano (CE), Marília Carvalho Brício (DF), Alcione Vieira Abreu (ES), Mires de Abreu Cruz (GO), Alda Maria Coutinho de Morais (GB), Sônia Maria de Souza Duailibe (MA), Eliney de Figueiredo (MT).

Misses Rio Grande do Norte, Amazonas, Maranhão, Piaui e Paraíba (Foto: O Cruzeiro)

Ainda Staël Maria da Rocha (MG), Filomena Maria Jorge (PA), Inês Gomes Pessoa (PB), Maria José Nascimento (PR), Maria Lúcia Santa Cruz (PE), Daisy Maria Couto Boavista (PI), Maria Madalena Aguiar (RJ), Carmen Aurélia Rodrigues (RN), Vera Maria Brauner Menezes (RS), Neusa Carmen Formighieri (SC), Ana Maria Filatro (SP) e Elenita Teixeira Lobo (SE).

Alagoas, Sergipe, Espírito Santo, Estado do Rio e Goiás (Foto: O Cruzeiro)

Brasilia, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso (Foto: O Cruzeiro)

Informações importantes: A Miss Simpatia foi Marilia de Carvalho Bricio (DF). Elenita Teixeira Lobo de Sergipe concorreu ao Miss Guanabara em a 1960. Sônia Duailibe (MA) virou empresária e jornalista de turismo. Neila Loureiro Nery (AM), é irmã de Rita Loureiro Nery que concorreu ao Miss GB em 1961. Carmen Rodrigues (RN) disputou o Miss Pernambuco de 1961, ficando em segundo lugar. O vestido mais caro, foi o da Miss Maranhão, Sonia Maria Duailibe.

Ceará, Bahia, Pará e Pernambuco (Foto: O Cruzeiro)

Rio Grande do Norte, Amazonas, Maranhão, Piauí e Paraíba (Foto: O Cruzeiro)

Maria José Cardoso vence o Miss Brasil de 1956

Maria José Cardoso ainda como Miss Rio Grande do Sul e depois como Miss Brasil (Fotos: O Cruzeiro)

Eli Azevedo Pires, Maria José Cardoso, Leda Brandão Rau, Regina Maura Vieira, Luzia Aliete Borges e Maria de Jesus-Holanda (Foto: O Globo)

Há 65 anos, Maria José Cardoso, a catarinense representando o Rio Grande do Sul, era eleita Miss Brasil de 1956. O concurso foi realizado no Hotel Quitandinha, em Petrópolis, no Rio de Janeiro. Maria José, que tinha 1m70, busto 95cm e quadris 96cm, que foi vaiada o público queria a Miss Distrito Federal Leda Brandão Rau. Maria José foi coroada pela Miss Brasil de 1955, Maria Emilia Correa Lima.

As misses, de maiô Catalina, no palco do Quintandinha (Foto: O Cruzeiro)

No segundo lugar ficou Regina Maura Vieira Azevedo (SP), no terceiro lugar ficou a favorita Leda Brandão Rau (DF), em quarto lugar ficou Maria de Jesus Holanda (CE), no quinto lugar Luzia Aliete Borges (PA) e no sexto lugar Eli de Azevedo Pires do Estado do Rio. Na comissão julgadora estavam destacamos Miss Universo de 1930, Iolanda Pereira de Oliveira, a poetisa Cecília Meireles e a atriz Dulcina Moraes.

De traje de noite as misses Sergipe, Alagoas, Paraiba, Minas Gerais, Paraná, Maranhão, Rio Grande do Norte, e Piaui (Foto: O Cruzeiro)

Ainda Santa Catarina, Bahia, Estado do Rio, Ceará, Acre, Mato Grosso, Amazonas e Pernambuco (Fotos: O Cruzeiro)

Participaram do concurso 22 candidatas: Wilma Campos de Araújo (AC), Maria Thereza do Rego Melo (AL), Zeina Aleme Ramadan (AM), Sonia Santiago Mamede (BA), Maria de Jesus Holanda (CE), Lêda Brandão Rau (DF), Malvina Gomes Pimentel (ES), Maria Cristina Otaviano de Souza (GO), Maria Alice Castelo Cordeiro (MA), Marlene Cândido de Gaspery (MT).

Leda Brandão Rau de maiô e vestido (Fotos: O Cruzeiro)

Ainda Anelice Kjaer (MG), Luzia Aliete Borges (PA), Margarida Vasconcelos (PB), Ivony Lour (PR), Nelbe de Souza (PE), Teresinha de Jesus Esteves Alcântara (PI), Ely de Azevedo Pires (Rio), Amariles Gomes de Araújo (RN), Maria José Cardoso (RS), Edith Donin (SC), Regina Maura Vieira Azevedo (SP) e Graciema Madureira de Melo (SE).

Nelbe Souza de maiô e vestido (Fotos: Divulgação / O Cruzeiro)