Fernando Machado

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Flashes

O presidente Jair Bolsonaro foi eleito a Personalidade do Ano de 2021, pela Revista norte-americana Time. Como dizia Ibrahim Sued: “Sorry, periferia”.

A baiana Adriana Lima será juíza do concurso Miss Universo, neste domingo, em Israel. Com certeza a Miss Brasil, Teresa Santos, terá seu voto.

Quem está em temporada de descanso seu apartamento em Lisboa, Portugal, é a acadêmica Margarida Oliveira Cantarelli.

Karla Azevedo em tempo de elegância (Foto: Instagram)

A arquiteta Karla Azevedo assinou a Vitrine da Sierra na Espectros Cores e Vitrines, homenageando à cantora Gerlane Lops e os artistas plásticos José Ferreira e Valdir Aracaty.

O Sistema COFECI-CRECI recebeu o Prêmio de Melhor Parceiro do Ano, da National Association of Realtors, na 2021 Realtor & Conference, em San Diego, CA.

Dryelle Azevedo lembra que amanhã o dia do Fonoaudiólogo, e orienta tratamento para a área infantil como atraso na fala, aprendizado e alimentação.

Parabéns

Hoje, 25, Dia de Santa Catarina de Alexandria, da Baiana, Mundial do Doador Voluntário de Sangue e Internacional Contra a Exploração da Mulher, aniversariam o dentista Adilson Torreão, os executivos Eduardo Cunha, Élida Basto, Socorro Ferreira Atié, e Arnaldo Carvalho,

A executiva Terezinha Botelho (Foto: Fernando Machado)

O modelo e poeta Allan Rubens de Carvalho (Foto: Face)

Morre Ruddy, a Maravilhosa

Ruddy Pinho (Foto: Face)

Ruddy Pinho, a Maravilhosa, morreu quinta-feira, no Rio de Janeiro. A cabeleireira trans nasceu em Minas Gerais no dia 31 de janeiro de 1944. Nos anos 70 e 80 ela reinava na Cidade Maravilhosa. Seu salão é ponto de encontro de muitas artistas e colunáveis. Incursionou no mundo das drogas, teve depressão e fez analise. Seguiu até a Europa, e na Dinamarca fez a cirurgia de mudança de sexo. Optou pelo nome de Ruddy porque seu avô chamava-se Ulisses Rudolf e para homenagear o bailarino Rudolf Nureyev. Publicou nove livros e atuou em três filmes. Chegou a tentar uma vaga na Academia Brasileira de Letras, mas obteve sucesso.

Ruddy Pinho e o filho Ivan (Foto: Face)

Ruddy participou de três filmes, entre eles Navalha na Carne, de Neville de Almeida, ao lado de Vera Fischer. Seu último trabalho como atriz foi na peça Divinas Divas, com Jane di Castro e Rogéria. Era fã de Carmen Miranda, durante o Carnaval se fantasiava de baiana em sua homenagem. Marilyn Monroe fazia também parte do seu mundo. Ruddy estava casada há três anos com Risonildo Silva e tem um filho, Ivan, atualmente com 43 anos, que o adotou quando tinha seis dias de nascido. Ele é policial civil, casado com Renata e tem uma filha Maria Fernanda de 8 anos e mora em Rondônia. Ruddy causou muito rebu no Rio.

Rudy Pinho no da carreira de coiffeur (Foto: Manchete)

Martha Vasconcellos vence o Miss Universo de 1968

A foto oficial das candidatas (Foto:  O Cruzeiro)

Hoje faz 52 anos, que a baiana Martha Maria Cordeiro Vasconcellos, representando o Brasil, era eleita no Miami Beach Auditorium, na Flórida, Miss Universo de 1968. Quando o apresentador   Bob Baker anunciou o resultado Martha tomou um susto, pois não estava acreditando. Martha, que foi a segunda brasileira vencer o concurso, disputou o titulo com mais 65 candidatas. A produção do concurso colocou a Bossa Nova como tema central e as candidatas no palco cantaram em português Mas que Nada, de Jorge BenMartha foi coroada pela Miss Universo de 1967, a norte-americana Sylvia Hitchcock.

As 15 semifinalistas (Foto: O Cruzeiro)

A comissão julgadora foi composta pelo jornalista japonês Hideo Den, pela embaixatriz da Guiana nos Estados Unidos Sara Carter, pelo fotografo canadense Yousuf Karsh, pelo o coordenador do concurso de Miss Brasil Cid Varela, pela Miss Universo de 1954 Miriam Stevenson Upton, pelo o jornalista norte-americano Earl Wilson, pelo publicitário venezuelano Edwin Acosta Rubio, pela atriz israelense Orna Porat e pelo o artista plástico sino-americano Dong Kingman. Depois dos desfiles de traje típico e de noite saiu o Top 15, que desfilaram de maiô.

O desfile de trajes típicos (Foto: Manchete)

No Top 15 ficaram Martha Vasconcellos (Brasil), Nancy Wilson (Canadá), Danae Monserrat(Chile), Anne Marie Braafheid (Curaçao), Dorothy Anstett (Estados Unidos), Leena Brusin (Finlândia), Elizabeth Cadren (França), Miranta Zafiropoulou (Grécia), Jennifer Summers (Inglaterra), Miriam Fridman (Israel), Daliborka Stojsic (Iugoslávia), Tone Knaran (Noruega), Anne Marie Hellqvist(Suécia), Apantree Prayutsenee (Tailandia) e Peggy Arenas (Venezuela).

Bob Baker entrevistando Martha by Gerson e ela de maiô Catalina (Fotos: O Cruzeiro)

Na seqüência foram chamadas as cinco finalistas Dorothy Anstett, dos Estados Unidos, em quinto lugar; Peggy Arenas, da Venezuela, em quarto lugar; Leena Brusin, da Finlândia em terceiro lugar; Anne Marie Braafheid, de Curaçao em segundo e Martha Vasconcellos do Brasil, em primeiro lugar. Também tivemos Yasuyo Iino, do Japão, como Miss Simpatia; Daliborka Stojsic, da Iugoslávia, como Miss Fotogenia e Luz Elena Restrepo, da Colômbia, como o melhor traje típico. Miss Curaçao, Anne Marie Braafheid, quebrou um tabu e primeira vez uma negra chegava ao Top 5.

Peggy, Anne, Martha, Leena e Dorothy, as cinco finalistas (Foto: Manchete)

Participaram do concurso: Monica Fairel (África do Sul), Lilian Atterrer (Alemanha), Maria Del Carmen Vidal (Argentina), Sandra Croes (Aruba), Lauren Jones (Austrália), Brigitte Kruger (Áustria), Brenda Fountain (Bahamas), Sonia Commen (Bélgica), Victoria Martin (Bermudas), Roxana Chávez (Bolivia), Ilse de Jong (Bonaire), Martha Vasconcellos (Brasil), Nancy Wilson  (Canadá), Sheila Jayatilleke (Sri Lanka), Danae Monserrat Sala Sarradell (Chile), Yasmin Saif (Cingapura), Luz Elena Gonzalez (Colômbia), Elizabeth Tavares (Congo), Kim Yoonjung (Coreia do Sul), Ana Maria Rivera (Costa Rica), Anne Marie Braafheid (Curaçao), Gitte Broge (Dinamarca).

Miss Curaçao, Anne Marie Braafheid, de maiô, traje de noite e maiô (Foto: O Cruzeiro)

Também Priscila Gonzalez (Equador), Helen Davidson (Escócia), Yolanda Urquijo (Espanha), Dorothy Catherine Anstett (Estados Unidos), Rosario Zaragoza (Filipinas), Leena Brusin   (Finlandia), Elizabeth Cadren (França), Miranta Zafiropoulou (Grécia), Arlene Chaco (Guam), Claudie Paquin (Haiti), Nathalie Heyl (Holanda), Nora Guillén (Honduras), Tammy Yan-Yan (Hong Kong), Sadie Sargeant (Ilhas Virgens), Anjum  Barg (India), Jennifer Summers (Inglaterra), Tiffany Scales (Irlanda), Helen Knuttsdóttir (Islandia), Miriam Fridman (Israel),  Cristina Businari (Itália), Daliborka Stojsic (Iugoslavia), Marjorie Bronfield (Jamaica).

Dorothy Anstett, Leena Brusin e Peggy Arenas (Fotos: O Cruzeiro)

Ainda Yasuyo Iino (Japão), Sonia Faris (Líbano), Lucienne Krier (Luxemburgo), Maznah Ali (Malásia), Kathleen Farrugia (Malta), Perla Muñoz (México), Margine Morales (Nicarágua), Tone Knaran(Noruega), Christine Antunovic (Nova Zelândia), Sachie Kawamitsu (Okinawa), Judith Radford (Pais de Gales), Maria Brambilla (Peru), Marylene Carrasquillo (Porto Rico), Ana Maria Perez (Republica Dominicana), Anne Marie Hellqvist (Suécia), Jeannette Biffiger (Suiça), Apantree Prayutsenee(Tailandia), Rekaia Dekhil (Tunisia), Zumal Aktan (Turquia), Graciela Minarrieta (Uruguai) e Peggy Arenas (Venezuela).

O grito de espanto de Martha ao ser anunciada Miss Universo de 1968 (Foto: O Cruzeiro)

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