Fernando Machado

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Nos bastidores da Política

Mais 206.126 famílias a mais serão contempladas com o Auxílio Emergencial 2021, após a realização de um novo processamento de dados. Esse grupo vai receber o benefício seguindo o calendário do próximo pagamento, com término em 16 de junho. O valor total a ser investido pelo Governo Federal no pagamento de cada parcela para este novo público é de R$ 40,26 milhões. Destes mais de 206 mil beneficiados, 142.531 têm direito à cota de R$ 150 (pessoas que moram sozinhas), 39.719 cidadãos receberão R$ 250, enquanto 23.876 são mulheres chefes de família que sustentam as casas sozinhas e receberão a cota de R$ 350.

A Receita Federal doou mais de 2,3 toneladas de roupas apreendidas em operações no estado de Minas Gerais para que sejam utilizadas na prevenção contra a Covid-19. Parte das peças será transformada em máscaras, que serão doadas às secretarias municipais de Saúde, de Ação Social, Habitação e Trabalho e, em especial, à população local mais vulnerável. A descaracterização das peças e fabricação das máscaras ficará sob a responsabilidade do Instituto Federal Sul de Minas, em parceria com a Receita Federal.

Nos bastidores da Política

Mais 206.126 famílias a mais serão contempladas com o Auxílio Emergencial 2021, após a realização de um novo processamento de dados. Esse grupo vai receber o benefício seguindo o calendário do próximo pagamento, com término em 16 de junho. O valor total a ser investido pelo Governo Federal no pagamento de cada parcela para este novo público é de R$ 40,26 milhões. Destes mais de 206 mil beneficiados, 142.531 têm direito à cota de R$ 150 (pessoas que moram sozinhas), 39.719 cidadãos receberão R$ 250, enquanto 23.876 são mulheres chefes de família que sustentam as casas sozinhas e receberão a cota de R$ 350.

A Receita Federal doou mais de 2,3 toneladas de roupas apreendidas em operações no estado de Minas Gerais para que sejam utilizadas na prevenção contra a Covid-19. Parte das peças será transformada em máscaras, que serão doadas às secretarias municipais de Saúde, de Ação Social, Habitação e Trabalho e, em especial, à população local mais vulnerável. A descaracterização das peças e fabricação das máscaras ficará sob a responsabilidade do Instituto Federal Sul de Minas, em parceria com a Receita Federal.

Nos bastidores da Política

O Ministério da Saúde já prepara a distribuição dos concentradores de oxigênio doados ao Sistema Único de Saúde por 12 empresas privadas. Até o momento, são 5.133 equipamentos que irão auxiliar no tratamento de pacientes com Covid-19 na rede pública de saúde. Quarta-feira, um carregamento com 1.899 equipamentos foi entregue no aeroporto de Guarulhos em São Paulo.

O Auxílio Emergencial 2021 do Governo Federal deve injetar R$ 12,75 bilhões nos caixas do comércio varejista nos próximos meses. O valor simboliza 31% do que deve ser repassado à população a partir do orçamento de R$ 44 bilhões aprovado pelo Congresso Nacional. A estimativa é de um estudo apresentado quarta-feira pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Frente à segunda onda da pandemia de covid-19, o Banco do Nordeste anuncia novas condições especiais no Crediamigo. Os clientes do maior programa de microcrédito da América Latina passam a contar com carência para começar a pagar novos empréstimos, além de oportunidades diferenciadas para renegociação ou reescalonamento de operações com ou sem atraso.

Nos bastidores da Política

A Lei nº 14.131, sancionada quarta-feira, pelo Presidente Jair Bolsonaro, autoriza a concessão do auxílio por incapacidade temporária (auxílio-doença) sem a realização de perícia presencial e prorroga o prazo da ampliação da margem de crédito consignado de 35% para 40%. De acordo com a norma, o INSS fica autorizado a conceder, até 31 de dezembro de 2021, o benefício de auxílio por incapacidade temporária (auxílio-doença) sem perícia presencial, mediante a análise de atestado e outros documentos médicos.

Após uma recuperação de certo modo surpreendente da economia brasileira em 2020, dado o contexto da pandemia de Covid-19, o escopo para a política econômica se contrapor aos efeitos do recente agravamento da crise sanitária neste ano ficou mais restrito. Esse cenário levou o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) a projetar em 3% o crescimento do produto interno bruto (PIB) em 2021, com queda estimada de 0,5% no primeiro trimestre do ano, na comparação com ajuste sazonal.

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