Fernando Machado

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Skindô, Skindô!

Zilton Antunes nos escreve dizendo que algumas coisas o surpreenderam no Carnaval carioca. Entre elas, a absoluta falta de renovação das músicas de carnaval; uma multidão de foliões saem às ruas, mesmo sem som, o quê cria um clima de extravasamento e violência; a quase inexistência de decoração, até nos principais polos. Tudo é de uma simplicidade franciscana. O quê me leva a confirmar a hipótese de que quem decora as ruas são os próprios foliões e as agremiações”.

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Zilton Antunes com Rogéria, atualmente atuando na navela Lado a Lado, arruando no bairro do Leme (Foto: Cortesia)

Para Zilton não é aquela parafernália de enfeites, que ninguém presta atenção, atrapalham e interferem no fluxo das pessoas e agremiações. “Outro fato interessante, logo atrás dos grandes blocos sempre vinha um pelotão de garis e viaturas fazendo a limpeza das ruas. Mesmo com a instalação de 12.700 banheiros químicos, cerca de 200 pessoas foram detidas por estar fazendo xixi na rua. Os bares que aceitavam não-clientes para utilizarem seus banheiros cobravam até R$ 5, e as filas, na José Osório, em Ipanema, eram enormes”, concluiu.

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