Fernando Machado

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PMPE & Patrulha dos Bairros II

As equipes das kombis, quando efetuavam alguma prisão, acionavam uma viatura comum, através da Central de Operações da PM (Copom), que levava os envolvidos para a delegacia mais próxima, para que a patrulha não saísse do bairro. No final no ano, as patrulhas recebiam centenas de cartões de natal dos moradores, satisfeitas com o novo serviço. Mas tinha também as gozações, porque os soldados, durante a noite-madrugada, usavam apitos, e muitos humoristas diziam que eram vendedores de cuscuz, quando, na realidade, eles ofereciam segurança.

A cerimonia da entregas das komibs para a Patrulha dos bairros (Foto: Informativo da PMPE)

Bons tempos, aqueles, quando os potenciais criminosos respeitavam o princípio da autoridade pública. Mas nem tudo foram flores e alguns políticos da oposição passaram a criticar o novo serviço, taxando-o de eletista, por atuar exclusivamente nos bairros de classe média e classe alta. A PMPE criou então os Núcleos Comunitários de Segurança Preventiva, cada um com uma viatura, fazendo rondas nos roteiros discutidos em reuniões periódicas dos comandantes dos batalhões com os moradores da área.

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