Fernando Machado

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Pernambuco e o Progresso

Em nome do progresso o Recife está perdendo suas referências. Em Nazaré da Mata o Engenho Morojó, o único do século XVIII, foi destruído. Desapareceram no Recife a Fábrica da Fratelli Vita, no bairro da Boa Vista, a Igreja do Corpo Santo no Recife Antigo, a Igreja dos Martírios, na Dantas Barreto e a Fábrica da Bacardi, no Pina.


A primeira sede do Clube Internacional e a Igreja do Corpo Santo no Recife Antigo (Foto: Desenho de Schlappriz e litografia de F. H. Carls)

O Forte do Buraco, no Istmo de Olinda, da década de 1950, está em ruínas. Parte do Colégio Marista, na Avenida Conde da Boa Vista, o Armazém 10, do final do século XIX, foi derrubado para virar o Museu Luiz Gonzaga, que poderia ter sido repaginado. E agora todos os armazéns do Porto do Recife até o Cabanga estão sendo derrubados, para se criar um novo Recife.

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