Fernando Machado

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Parabéns, Jornal do Commercio!

Fiquei muito triste que o Jornal do Commercio na sua edição comemorativa de 100 anos não fez uma referencia ao ícone do jornalismo pernambucano Alex. Começou sua vitoriosa carreira em 30 de julho de 1958, fazendo uma coluna social aos domingos e a partir do dia 14 de setembro de 1958 passou a escrever diariamente, substituindo Nelbe Souza. No dia 27 de fevereiro de 1997 Alex foi demitido.

Alex no inicio de sua carreira (Foto: Acervo do blog)

Alex brilhou no auge, na decadência e na retomada. A coluna social está dividida entre antes e depois de Alex. Dos anos 50 até 70, ele reinou como cronista social. Foi até imortal da Academia Pernambucana de Letras. Suas listas de mulheres elegantes mexiam com a sociedade. Não esquecer suas crônicas sobre cinema. Na época que o JC estava falido a sociedade pernambucana comprava o jornal por conta da sua coluna social.

Alex na noite de autógrafos do livro Cadeira Vazia em 1968 (Foto: Acervo do blog)

Alex era imagem do Jornal do Commercio e vice versa. Lembro que certa vez a direção da empresa comunicou que não tinha dinheiro para pagar os funcionários da oficina. Ele não teve dúvida conseguiu a importância. Alex, você foi um monstro sagrado no jornalismo pernambucano. E encerro plagiando a música Naquela Mesa de Sergio Bittencourt: naquela edição está faltando ele.

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