Fernando Machado

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Nos bastidores da política

A Parada Gay do Rio de Janeiro sempre aconteceu em setembro. O governador Sérgio Cabral, temendo desgaste com os religiosos católicos e protestantes, a transferiu para outubro. Só que ele não contava com o segundo turno da eleição presidencial. Agora, a pedido da campanha de Dilma, conseguiu transferir a Parada Gay para 14 de novembro. O governador e a candidata de Lula estão escondendo a Parada Gay no armário.

O inusitado nas últimas eleições ficou com o capitão Maia, que trabalhou no Grupamento Aéreo da Secretaria de Defesa Social. Segundo o TRE, ninguém votou nele. Nem mesmo ele. Tanto que a listagem aparece com zero voto. E ele queria ser deputado federal.

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