Fernando Machado

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Jogos Olímpicos de Tóquio 20221

O Estádio Olímpico de Tóquio. Ao redor do planeta, milhões de pessoas acompanham, pela televisão, um momento que outros milhões duvidaram que viesse a se tornar realidade. Com um grande vazio no espaço que deveria estar preenchido por quase 70 mil fãs do esporte, imagens no telão, ao som de uma música potente, relembram a caminhada de Tóquio desde 2013, quando foi escolhida cidade-sede dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

Os portas bandeira Bruno Rezende e Ketleyn Quadros (Foto: Júlio César Guimaraes/COB)

A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, sem público, buscou uma mensagem de esperança para o mundo e uma homenagem aos que perderam a batalha contra o novo coronavírus. O evento foi marcado por momentos que evocaram a tradição milenar do Japão e sua cultura, por uma homenagem ao economista e ativista social ganhador do prêmio Nobel da Paz, professor Muhammad Yunus, de Bangladesh, por seu trabalho em prol do desenvolvimento do esporte, e por um desfile das delegações com menos atletas que o habitual.

Malia Paseka e Pita Taufatofua que já tinha roubado a cena nas Olimpíadas do Rio repetiu a dose em Tóquio (Foto: Instagram)

O Brasil entrou com 302 atletas, é a maior da história do país em edições de Jogos Olímpicos realizadas no exterior, mas apenas quatro representantes participaram do desfile. Bruno Rezende, campeão olímpico com o vôlei em 2016, e Ketleyn Quadros, primeira mulher medalhista individual do Brasil, em Pequim 2008, no judô, levaram a bandeira. Na tribuna especial reservada às autoridades, o ministro da Cidadania, João Roma, representou o governo federal e destacou a importância simbólica do evento. A sensação da festa foi o porta bandeira do Tongo, Pita Taufatofua, 36 anos, com um corpo besuntado, de tirar muita o fôlego de muita gente.

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