Fernando Machado

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Fatos Diversos

O Recife debruçou-se, no final da tarde de quarta-feira, para o Dia de Reis, quando tivemos a Queima da Lapinha, uma das mais tradicionais consagrações do ciclo natalino. A Lapinha saiu do Parque Dona Lindu e foi até o Sítio da Trindade, acompanhada pela Frevioca, de onde pastorinhas distribuíam a alegria azul e encarnada da cultura popular nordestina.

Uma Queima de Lapinha tem que ter um pastoril (Foto: Daniel Tavares)

Tecendo, pintando, trançando ou moldando, artistas e artesãos conferem à herança cultural de Trancoso formas e cores sempre atuais. Personagens do artesanato local contam à Casa Vogue como levam identidade para a região. A matéria está na Revista Casa Vogue que está nas bancas desde dezembro.

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