Rodrigo Carneiro Leão entre José Paulo Cavalcanti Filho e Maria Lecticia (Foto: Divulgação)
O cônsul honorário do Uruguai, Rodrigo Carneiro Leão, autografou quinta-feira, no Hotel Costeiro, de Mauricio Galvão, em Olinda, seu livro Cresto Matias Poética. O encontro foi dos mais concorridos, quase 150 livros foram vendidos. Um detalhe: Rodrigo autografou a obra antes e com isso não teve filas. Ele recebia os convidados ao lado da mãe, Tania Carneiro Leão. Como o encontro foi no final da tarde, foi servida uma rodada de sucos tropicais.
Rodolfo Fehr e Rodrigo Carneiro Leão (Foto: Divulgação)
Entre as presenças destacamos os cônsules Maria Lecticia e José Paulo Cavalcanti Filho, Rodolfo Fehr, Christos Aravanis, Lamartine Holanda, Enio e Enrico Castelar, Virginia Pimentel, Dodora Moraes, Myrna e Paulo Joaquim de Barros Guimarães, Jacques Ribemboim, Olga e Roberto Figueiredo, Lucia Figueiredo e Edvaldo Neves Baptista, Gustavo Soto, Tatiana Lima Nóbrega, Márcia e Mauricio Galvão, Sérgio Carneiro Leão, Amália e Carlos Souto Pena, Luís Gonçalves, Teresa Reis, Elto Koltz, Gilberto Fraga Rocha.
Rodrigo Carneiro Leão e J. A. Hawaitt (Foto: Divulgação)
O maquiador e fotógrafo, Fernando Torquatto lançou no dia 20 de setembro, seu novo livro, intitulado Realeza, que enaltece a beleza negra brasileira. O evento que aconteceu na galeria Taller Zaragoza contou com projeções de suas fotografias expostas por todo o espaço, assim como trechos do prefácio assinado por Djamila Ribeiro.
Fernando Torquatto em noite de autógrafos (Foto: Divulgação)
A noite ainda foi regada a boa música, por conta do DJ Rafa Reis, além de um coquetel especial para os convidados. A nova obra do artista publicada, pela Luste Editores, tem direção de arte por Clayton Carneiro e traz mais de 180 cliques fotografados pelo artista exclusivamente para esse projeto.
Elpídio Câmara e sua esposa, a atriz Lourdes Monteiro (Foto: Acervo da família)
Quais razões fariam um homem com mais de 40 anos dedicados ao teatro, amado pelo publico e pela imprensa de sua época, ter sua última pauta negada? O livro de O Teatro do Mendigo Milionário fala sobre um dos grandes nomes do teatro pernambucano do século XX, um homem que respirava arte, e viveu sua vida inteira pelos palcos do Brasil. Estamos nos referindo ao Elpidio de Arruda Câmara (1895/1965).
Laurentino Gomes e Sam Castro (Foto: Divulgação)
Pois amanhã, o sobrinho neto do homenageado, Sam Castro, fará noite de autógrafos para O Teatro do Mendigo Milionário, amanhã, às 18h, na Livraria da Praça, em Casa Forte, com direito a uma apresentação teatral pelo ator Adriano Cabral. Depois de 15 anos de pesquisa e 57 anos da sua morte, Sam Castro, lançou a obra e no dia 9 de junho, numa homenagem póstuma, no Teatro de Santa Isabel, onde Elpídio gostaria de ter sido velado.
Quinta-feira, às 19h, tivemos as posses da Defensora Pública Marta Maria de Brito Alves Freire, cuja patronesse é a professora doutora Maria Bernadete Neves Pedrosa, dos professores doutores Antônio Carlos Palhares Moreira Reis que tem como patrono doutor Luiz Pinto Ferreira e Roberto Carlos do Vale Ferreira, que tem como patrono doutor José Cavalcanti Neves. Os novos imortais foram saudados pela a acadêmica Margarida de Oliveira Cantarelli.
Marta Freire, Palhares Moreira Reis e Margarida Cantarelli (Foto: Fernando Machado)
A cerimônia aconteceu na Academia Pernambucana de Letras, na Avenida Ruy Barbosa. O palacete pertenceu ao barão João José Rodrigues Mendes (1827/1893), localizado no Sitio da Jaqueira, em Ponte Uchoa. Ele o adquiriu, em 1863, da viúva do Barão de Casa Forte, Dona Maria Francisca Marques de Amorim. E como todo comerciante português bem sucedido, fez uma repaginação que deixou a sociedade da época deslumbrada. É bom frisar que a Ponte Uchoa era o mais aristocrático dos subúrbios recifenses.
Inah e seu esposo Palhares Moreira Reis (Foto: Fernando Machado)
As paredes do casarão foram revestidas de azulejos vindos de Portugal, talvez de sua terra natal Braga. No piso foram colocados retângulos de mosaico inglês, e o teto ganhou lustres de Bacarat. O mobiliário de carvalho veio todo da Áustria e essa tarefa, de embelezar o palacete no estilo neoclássico, coube ao artista plástico francês que vivia perambulando pelas ruas do Recife, Eugene Lassailly.
Marcos e Marta Freire com os filhos Antonio e Gustavo (Foto: Fernando Machado)
Até 1966 aquele complexo pertencia aos herdeiros do Barão, quando foi desapropriado pelo governador Paulo Guerra. Pois bem, nesse cenário deslumbrante e histórico, para ser mais preciso, no Auditório Mauro Mota, lotado, que aconteceu a cerimônia. O mestre de cerimônia Eduardo Vaz que anunciou um momento de música erudita com o pianista Levi Guedes, o tenor Isaac Pedro, a contralto Keila Souza e a soprano Josi Emanuele. Antes tivemos a execução do Hino Nacional.
A advogada Eliane Andrade Neves Baptista (Foto: Fernando Machado)
No programa Um Hino À Arte da Música de Franz Schubert, uma ária da ópera La Bohème de Giacomo Puccini, uma ária da ópera Gianni Schichi de Giacomo Puccini, o coro da ópera La Traviata de Giuseppe Verdi e o coro do oratório de O Messias de Hanedel. Na sequência foi composta a mesa com o presidente da APLJ, Luiz Andrade Oliveira, o vice-presidente do TJPE desembargador Frederico de Almeida Neves, o presidente da APL Lourival Holanda, o subprocurador geral da Republica Joaquim de Barros Dias, o secretário da APLJ Fernando Araujo, e os novos acadêmicos Palhares Moreira Reis e Marta Freire.
Lúcia e o marido Gabriel Bacelar (Foto: Fernando Machado)
Falaram o presidente da APLJ, Luiz Andrade Oliveira, os novos imortais Palhares Moreira Reis cujo discurso foi curto, e Marta Freire, que estava irrepreensível by Elie Tahari. Seu discurso foi magnífico. Foi um passeio pela história da patronesse Maria Bernadete Neves Pedrosa e da APLJ. Não esquecer que seu avô José Britto Alves, seu pai Antônio Britto Alves e seu tio Roque de Brito Alves pertenceram à APLJ. Lembrou os fundadores da Academia. Roberto Carlos do Vale Ferreira mandou uma mensagem via vídeo. Para encerrar a cerimônia foi executado o Hino de Pernambuco.
Leila Queiroz à côté João Lyra Neto (Foto: Fernando Machado)
Na seqüência aconteceu um coquetel by Casa Branca, nos jardins da Casa Carneiro Vilela. O cardápio sob o comando de Jorge Tomás e Lais Paula constou de folhado de frango com catupiri, massa filo de Filadélfia e damasco, mini quiche de alho poró, vol-au-vent com bacalhau, espeto capesa ao molho pesti, espeto de queijo do reino com tomate, folhados de salaminho, folhagem de gorgonzola com amoras, massa crocante com salpicão, entre outros itens.
O presidente da APLJ Luiz Andrade de Oliveira (Foto: Fernando Machado)
Impossível citar presenças, mesmo assim, lembraríamos Gina e José de Brito Alves, o clã Freire Marco Antonio e Tamise, Antonio Carlos e Manoella, Gustavo Henrique e Isabelle, Eliane Andrade Neves Baptista, Geralda Farias, Carmen Peixoto, Luciano e Nadja Dumaresq, Eliane Souto Carvalho, Sonia Freyre Pimentel, Diana Bezerra de Souza, Creusa Aragão, Eunice Couto, Nita Coutinho, Maria Clara Dubeux, Raimundo Barros e Rosa Grinberg, Maria Clara Dubeux, os desembargadores Eurico de Barros Correia Filho, Jones Figueiredo Alves, e José Fernandes Lemos, Isis e Joaquim de Almeida Neto, Ana Pedulla e a filha Aufonella, Giselinha Maranhão Burle e Valéria Gesteira. Defensora Publica Geral da União Ana Cristina Erhard, o Defensor Publico Geral de Pernambuco Henrique da Costa Seixas, Presidente da OAB-PE Fernando Lins, Conselheiro Federal da OAB Bruno Batista, Ângela e Eustácio Vieira, Cinthya e Romero Maranhão, Cláudia e Gerson Lucena, Marcela e André Maranhão, Ângela e Armando Peixoto, Juliana e Romero Maranhão Filho, Ana Maria César, Cecilia Brennand, cerimonialista Carlos Henrique Barbosa.