Fernando Machado

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Ayrton Senna by Robson Sampaio

Robson Sampaio, poeta pernambucano, membro da Academia Recifense de Letras e jornalista escreveu esse réquiem pelos 28 anos sem Ayrton Senna, em português e inglês. “Frágil Homem de Aço! / Deus é o tempo, é a hora / Você, Senhor Velocidade! / Na última curva da Vida / Os deuses dormiam. / A morte, não! / A máquina insensível / Virou ferros contorcidos / E os anjos te encantaram… / Frágil Homem de Aço! / Deus é o tempo, é a hora / Você, Senhor Velocidade! / Semideus das pistas / Semideus alado / Ave ferida, ave arrebatada / Ídolo e sonho dos mortais… / Frágil Homem de Aço! / Deus é o tempo, é a hora / Você, Senhor / Velocidade! / A curva é o limite. / Deus dá, Deus tira. / E no circuito dos Céus / Na ultrapassagem de nuvens e estrelas / Você, Senhor Velocidade, / Fará todas as “Poles” e estará / No “Pódium” da Eternidade…”

Robson Sampaio e Ayrton Senna (Fotos: Divulgação)

“Fragile Man of Steel! / God is the weather and the time / You, Sir Speed! / On the last curve of life / The Gods were sleeping. / Death, no! / The insensitive machine / Turned into twisted metal / And the angels charmed you… / Fragile Man of Steel! / God is the weather and the time / You, Sir Speed! / Demigod of the tracks / Winged demigod / Wounded bird, bird snatched away / Idol and dream of mortals… / Fragile Man of Steel! / God is the weather and the time / You, Sir Speed! / The curve is the limit. / God giveth and God taketh away. / And on the track in the heavens / Overtaking amongst clouds and stars / You, Sir Speed! / Will take all the “poles” and will be / On the “Podium” of Eternity…”

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