Fernando Machado

Blog

julho 2021

De Volta para o Passado

Há 465 anos, morria na Itália, o Santo Inácio de Loyola, que nasceu no dia 31 de maio de 1491.

Há 190 anos, era inaugurada no Rio de Janeiro, a Caixa Econômica Federal.

Há 135 anos, morria na Alemanha, o compositor Franz Liszt, que nasceu no dia 22 de outubro de 1811.

Há 120 anos, nascia na Espanha, à atriz Henriqueta Brieba, que morreu no dia 18 de setembro de 1995.

Há 95 anos, se suicidava no Rio de Janeiro, a atriz Nina Sanzi, que nasceu no dia 1 de maio de 1875.

Há 70 anos, morria em Pernambuco, o médico Aggeu Magalhães, que nasceu no dia 7 de dezembro de 1898.

Há 70 anos, se despedia, no Teatro de Santa Isabel, o locutor José Renato, que foi contratado para a Rádio Nacional, no Rio de Janeiro.

Há 60 anos, o senador Edward Kennedy esteve em Caruaru, onde teve uma audiência dom o prefeito João Lyra.

Há 35 anos, morria em Pernambuco, o jornalista Gilberto Osório, que nasceu no dia 24 de julho de 1912.

Há 15 anos, morria no Rio de Janeiro, o tenente Alberto Jorge Franco Bandeira, que nasceu no dia 19 de novembro de 1928.

Pausa Poética

“O que Ele abrir ninguém conseguirá fechar”. O surfista dourado Italo Ferreira 

Kerstin Hakansan vence o Miss Mundo de 1951

Todas as candidatas (Foto: Divulgação)

Há 65 anos, acontecia no Lyceum Ball Room, em Londres, a primeira versão do concurso de Miss Mundo, criado pelo executivo Eric Morley (1918/200). Participaram do primeiro concurso 27 candidatas (22 inglesas e cinco estrangeiras). O Miss Mundo é um festival de beleza careta, neste concurso as candidatas usaram mini biquínis. Por exemplo, atualmente as candidatas não desfilam de maiô.

Jacqueline Lemoine, Lily Jacobson, a mexicana, Kerstin Hakansson, Brenda Mee e Laura Ellison (Foto: Divulgação)

As participantes inglesas foram foram Aileen P. Chase, Marlene Ann Dee, Brenda Mee, Elaine Pryce, Sidney June Walker, Nina Way, Ann Rosemary West, Fay Cotton, Mauren O´Neill, Sylvia Wren, Norma Kitchen, Margaret Morgan, Thelma Kerr, Pat Cameron, Margaret Mills, Jean Worthe, Mary McLaney, Margaret Turner, Jean Sweeney, Doreen G. Dawne, Laura Ellison-Davis e Marlene Anne Dee.

As candidatas diante da comissão julgadora (Foto: Divulgação)

E as candidatas estrangeiras foram Lily Jacobson da Dinamarca, Jacqueline Lemoine da França, Margaret van Beer da Holanda, Kerstin Hakansan da Suécia e Annete Gibson dos Estados Unidos da América. O resultado final ficou assim: a vencedora foi Kerstin Hakansson, da Suécia, em 2º lugar ficou Laura Ellison-Davies da Inglaterra, em 3º lugar ficou Doreen Gaffney Dawne da Inglaterra, em 4º lugar ficou Jacqueline Lemoine da França e em 5º Aileen Chase da Inglaterra.

Kerstin Hakansson com algumas candidatas inglesas (Foto: Divulgação)

Nos Bastidores da Política

Um X vermelho na mão é um sinal de alerta contra agressões a mulher. E a medida faz parte de lei sancionada pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, quarta-feira. O projeto de Lei 741/2021 define o programa de cooperação Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica como uma das medidas de combate à violência contra a mulher. A nova legislação também altera a modalidade da pena da lesão corporal simples cometida contra a mulher por razões da condição do sexo feminino e cria o tipo penal de violência psicológica contra a mulher. A letra X escrita na mão da mulher, de preferência na cor vermelha, funciona como um sinal de denúncia de forma silenciosa e discreta de situação de violência. A ideia é de quem perceber esse sinal na mão de uma mulher que procure a polícia para identificar o agressor. A medida já conta com o apoio de mais de 10 mil farmácias pelo país e recentemente recebeu a adesão formal do Banco do Brasil.

O leite materno é a melhor fonte de nutrição para bebês e a forma de proteção mais econômica e eficiente para diminuir as taxas de mortalidade infantil, sendo capaz de reduzir em até 13% os índices de mortes de crianças menores de cinco anos. Para informar a população sobre a importância do aleitamento materno e incentivar mulheres a amamentar, o Ministério da Saúde leia-se Marcelo Queiroga, o ministro lançou quinta-feira a campanha Todos pela amamentação. É proteção para a vida inteira. O objetivo da iniciativa é informar a população sobre a importância do aleitamento materno e incentivar mulheres a amamentar até os 2 anos ou mais e, de forma exclusiva, nos seis primeiros meses da criança, mesmo em casos de Covid-19. A publicidade será veiculada em sites, redes sociais e páginas da internet no período de 30 de julho a 15 de agosto.