Fernando Machado

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Um concurso contemporâneo

Atendendo uma convocação do missólogo Muciolo Ferreira, assisti sábado, à noite, pela Band, o contemporâneo Miss Universo de 2013. Participaram do evento, segundo a Band, o mais importante do planeta, 86 jovens. O cenário muito pesado, com um toque de cafonice. Aquele espelho enorme no desfile de gala era de matar. As candidatas mais bonitas ficaram de fora da Top 5. A coreografia um horror.

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A top 16 diante de um cenário de beleza duvidosa (Foto: Divulgação)

O vestido mais bonito da noite foi o da Miss Espanha, Patricia Rodriguez, e na seqüência o da Miss Equador, Constança Baenz, e da Miss Filipinas, Arielle Arida. O da Miss Venezuela, Maria Gabriela Isler era de um mau gosto espetacular, o da Miss República Dominicana, Yaritza Reyes era terrível e o da Miss Brasil Jakeline Oliveira, era brega demais.

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Venezuela, Filipinas, Espanha, Brasil e Equador (Foto: Divulgação)

No item beleza: A 5ª colada, Miss Brasil (Jakeline Oliveira) era a mais feia do grupo, a 4ª colocada Miss Filipinas (Ariella Arida) era esplendida, a 3ª colocada Miss Equador (Constança Baenz) tinha charme, mas ficava somente nisso, a 2ª colocada Miss Espanha (Patricia Rodriguez) era mais bonita e a que tinha a cara de Miss, e a Miss Universo, Maria Gabriel Isler, era fortíssima candidata ao Miss Universo Gay, lembrava um travesti. Seus são dentes são enormes.

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