Fernando Machado

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Martha Rocha a Eterna Miss Brasil (Final)

O porta voz e coordenador do novo Miss Brasil, Roberto Macedo, afirma: “Creio que a importância maior de Martha Rocha foi trazer a esperança para o Brasil. Naquele momento quando ela foi eleita, o país vivia um momento difícil, tinha sido eliminado na Copa do Mundo. Sem falar na crise no Governo Getulio Vargas, com o atentado na Rua Toneleiro. Martha partiu até os Estados, antes foi recebida por Getulio Vargas, que disse caso ela assumisse um ministério atrairia capitais para a Nação. No Miss Universo de 1954 era a grande favorita, perdeu para a Miss Estados Unidos”.

Martha Rocha à cote o missologo Roberto Macedo (Foto: Instagram)

E continua: “Como vivíamos aquele grande momento de nacionalismo, o povo se revoltou. Martha lá nos Estados Unidos, Getulio Vargas se suicida. Naquele momento a única esperança que tinha era Martha Rocha, então ela se transformou na Namorada do Brasil. Ela passou a ser o nome que tudo que era belo e bom. A maior água marinha descoberta e uma torta receberam o seu nome. Martha Rocha passou para a posteridade mostrando que o Brasil era um país grandioso e deveríamos ter esperança. Essa é maior mensagem dela”.

Anotações do Cotidiano

Como medida de evitar a transmissão do coronavírus e prevenir a Covid-19 em ambientes de trabalho, o Governo Federal, por meio do Ministério da Economia, criou uma ferramenta digital gratuita que permite o acesso a um relatório de autoavaliação trabalhista. No momento, a plataforma está disponível para empresas de telesserviços, construção civil, frigoríficos, Presidência da Republica, Secretaria de Governo, Secretaria Especial de Comunicação Social, serviços de saúde e supermercados. O questionário traz perguntas sobre protocolos de identificação da Covid-19 entre os trabalhadores, ações para evitar o contágio, procedimentos de higienização e uso de equipamentos de proteção individual.

A Levi´s®️ Brasil desenvolveu a ação Use sua voz para Agir que tem como propósito refletir sobre empatia, coletividade e consumo consciente. Felipe Morozini, amplamente reconhecido por seus trabalhos com artes plásticas e fotografia, foi convidado a criar uma obra que manifestasse os direcionamentos da ação. O vídeo produzido pelo artista será projetado pelo Falando Pelas Paredes, iniciativa criada por Juliana Cretella e Alberto Zanella, que exibe projeções de diversos artistas em prédios. O vídeo pode ser visto pelo disponíveninstagradmarc(@levisbrasil).

Cidadania com Vez e Voz

O projeto Cidadania com Vez e Voz idealizado pela Promotora de Justiça Dalva Cabral, quando assumiu a coordenação do Centro de Apoio Operacional às Promotorias. Hoje, está institucionalizado pelo Ministério Público de Pernambuco. Já foram visitados 26 municípios de Pernambuco e semana passada, realizado o primeiro projeto na Capital, em parceria com o Colégio Santa Maria, que doou livros e cestas básicas para a comunidade de Três Carneiros.

A promotora Dalva Cabral e o professor Borba, do Santa Maria (Foto: Instagram)

O Major PM conversando com essas garotinhas (Foto: Instagram)

A promotora sempre profere uma palestra de abertura sobre os eixos da Cidadania, a comunidade responde formulários sobre políticas públicas, drogas, violência contra idoso, mulher,  pessoa com deficiência, acessibilidade, discriminação, bullying, inclusão social etc e fazemos a escuta ativa, bem como a coleta de denúncias de cada comunidade. Na sequência, buscamos solução e resolutividade. Sem dúvida, um trabalho de muito importante.

Wilfred e as bandas heavy-metal

Pesado – Origem e consolidação do metal em Pernambuco, do jornalista Wilfred Gadêlha, será relançada amanhã, às 19h, no Centro Cultural Correios. Esta segunda edição é revisada, ampliada e publicada pela Cepe Editora. Com 336 páginas, o livro ainda dá direito a QR Code, como uma autêntica trilha sonora de 15 músicas – uma para cada capítulo – escolhidas a dedo pelo autor para acompanhar a leitura.

Humberto Brito (Acervo: Levi Cerqueira)

Após escrever a primeira versão do livro, surgiu o documentário Pesado – que som é esse que vem de Pernambuco, do qual Wilfred foi idealizador. O material audiovisual foi outro sucesso tão de peso que incentivou novas bandas de metal a se formarem e fez outras tantas que estavam paradas ressurgirem. Amparado por pesquisas sociológicas, o livro não se prende a cronologia – vai e volta no tempo diversas vezes sem se perder. “Quem curtia heavy metal nos anos 1970 curte até hoje”, justifica o autor, que tem uma banda de heavy metal, a Will2Kill.

Plague Inside (Acervo de Wilfred Gadelha)

Dividida em três partes – O espaço, O som, A imagem -, a obra dá voz gutural a protagonistas como a primeira banda de heavy metal pernambucana, a Herdeiros de Lúcifer, que fez o primeiro show em 1983. Os poucos headbangers locais que existiam lá pelos anos 1970 foram muito bem acolhidos na loja de discos de som pesado e residência do lendário, esquisitão e gente fina Humberto Luiz de Brito, na Rua da Matriz, 97, na Boa Vista.