Fernando Machado

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Nam Chanrarapadit vence o Miss Grande Tailândia

O Top 5 (Foto: Concurso)

Ontem, à noite, no Bitec Bangna Hall, aconteceu a escolha da Miss Grande Tailândia de 2020. O cenário estava belíssimo. Participaram 77 candidatas. A vencedora foi Namfon Chanrarapadit, de 22 anos e 1m70 de altura, que recebeu a coroa da Miss Tailândia de 2019, Coco Arayha Suparurk. Tivemos desfile de trajes típicos, maios e vestidos. No 2º lugar ficou Indy Johnson, no 3º lugar ficou Patcha Patchaploy, no 4º lugar ficou Juthamas Mekseree e no 5º lugar Nutnicha Srithongsuk.

Nam Chanrarapadit sendo coroada por Coco Arayha Suparurk (Foto: Concurso)

No Top 10 ficaram Suphatra Kliangpran, Indy Johnson, Faifai Supunnikar jurernchai, Juthamas Mekseree, Patcha Patchaploy, Aurabnunpas Intarungsee, Warun Chabeau, Pui Naphattlada, Nam Chautarapadit, e Sasi Papha. O melhor traje típico foi o de Tiiya Kitiya, o melhor corpo foi para Juthamas Mekseree, o rosto mais bonito foi o de Patcha Patchaploy. A vencedora vai representar seu país no Miss Grand Internacional, em outubro, na Venezuela.

Todas as candidatas (Foto: Concurso)

Ângela Vasconcelos vence o Miss Brasil de 1964

A foto das 16 das 24 candidatas (Manchete)

Ângela Vasconcelos e Vera Lucia Couto de traje típico e vestido (Fotos: Manchete Cruzeiro)

Maria Isabel Avelar de traje típico e vestido, Cecilia da Rocha do Rio e Neli Padilha do Rio Grande do Norte (Fotos: O Cruzeiro)

Há 56 anos, acontecia no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, o concurso de Miss Brasil de 1964. Um público estimado em 20 mil pessoas testemunhou a vitória Ângela Vasconcelos, Miss Paraná, ser coroada pela Miss Brasil e Miss Universo de 1963, Ieda Maria VargasTelma Lobo de Carvalho (Amazonas) foi eleita Miss Simpatia e Maria Isabel de Avelar Miss Fotogenia e o melhor Traje Típico. Ângela tinha 1m70 de altura, 90 cm de busto, 93 cm de quadris, e 64 cm de cintura.

Ana Maria Costa Caldas de traje típico e vestido de noite (Fotos: Manchete e Cruzeiro)

Os apresentares foram Paulo Max e Marly Bueno. A comissão julgadora foi composta por Pomona Politis, Justino Martins, Tônia Carrero, Accioly Neto, Mitzy de Almeida, Almeida Magalhães, Oscar Santamaria, Edith Pinheiro Guimarães, Helio Beltrão, Eda Luttis, Leão Velloso e Edilson Cid Varela.

O top 9 Ceará, Rio Grande do Norte, Guanabara, Paraná, Sergipe, Pernambuco, Rio de Janeiro e Minas Gerais (Foto: Manchete)

No top 9 ficaram Ana Maria Carvalhedo (Ceará), Vera Lucia Couto (Guanabara), Marília Dirceu da Silva (Minas Gerais), Ângela Vasconcelos (Paraná), Ana Maria Costa Caldas (Pernambuco), Cecília Rangel Martins (Rio de Janeiro), Neli Cavalcanti (Rio Grande do Norte), Rosa Maria Galas (Rio Grande do Sul) e Maria Isabel de Avelar (Sergipe).

Vera Lucia, Ieda Vargas e Ângela Vasconcelos; Ieda coroando Ângela (Fotos: O Cruzeiro e Manchete)

Na classificação final tivemos em 5º lugar Neli Cavalcanti do Rio Grande do Norte, em 4º lugar Ana Maria Caldas de Pernambuco, em 3º lugar Maria Isabel de Avelar de Sergipe, em 2º lugar Vera Lucia Couto da Guanabara e a Miss Brasil de 1964 foi Ângela Teresa Reis Vasconcelos.

Ângela Vasconcelos, Vera Lúcia Couto, Inês Avelar e Ana Maria Costa (Foto: O Cruzeiro)

Participaram do concurso 24 jovens: Laura Aranha (Acre), Teresinha Granja (Alagoas), Telma Carvalho (Amazonas), Elvira Falcão (Bahia), Ana Carvalhedo (Ceará), Marli Igliori (Distrito Federal), Justina Ramos (Espírito Santo), Eny Camilo Machado (Goiás), Vera Lucia Couto (Guanabara), Tereza Boblitz (Maranhão),Kátia Escudero (Mato Grosso), Marília Dirceu Silva   (Minas Gerais), Maria Esther Bentes (Pará).

Maria Isabel Avelar, Ana Maria Caldas, Regina Almeida e Marília de Dirceu (Fotos: Manchete e Cruzeiro)

Ainda Rosalma Andrade (Paraíba), Ângela Vasconcelos (Paraná), Ana Maria Costa (Pernambuco), Maricildes Ferreira da Costa (Piauí), Cecília Rangel Martins Rocha (Rio de Janeiro), Neli Cavalcanti Padilha (Rio Grande do Norte), Rosa Maria Gallas (Rio Grande do Sul), Regina de Almeida (Rondônia), Salete Maria Chiarad (Santa Catarina), Cecília Alves Ferreira (São Paulo) e Maria Isabel de Avelar (Sergipe).

Eny Machado, Telma Carvalho, Tereza Boblitz e Elvira Falcão (Fotos: O Cruzeiro)

Olha a passarela do Maracanãzinho em forma de armadura (Foto: O Cruzeiro)

Hoje tem Mister Global

Misteres Coreia, Taiwan, Chile, Suiça, Peru e Espanha (Foto: Concurso)

Hoje, às 20h, no Lumpinee Boxing Stadium, de Bancoque, na  Tailandia, será escolhido o Mister Global de 2019. Participam do evento 38 candidatos. O vencedor receberá a faixa do Mister Global de 2018, Dário Duque, norte-americano que representou Cuba. O concurso de Mister Global foi fundado em 2014 pelo empresário tailandês Pradit Pradinut. Vamos ter desfile de traje típico, de banho e de noite. Depois será selecionado o Top 15, o Top 10 e Top 5.

Misteres Guam, Republica Dominicana, Tunisia, Egito e Cuba (Foto: Concurso)

Misteres México, Estados Unidos, Hong Kong, Nepal e Indonésia (Foto: Concurso)

Os candidatos são Marcus Karsten (África do Sul), Gil Raupp (Brasil), Nelson Cáceres (Chile), Ruihu Chen (China), Süçeyman Mullahasan (Chipre do Norte), Kim Jong-Woo (Coreia do Sul), Rubert Solozábal (Cuba), Adam Hussein (Egito), José Luis Navarro (Espanha), Branden Allen (Estados Unidos), Ricky Gumera (Filipinas), Jonathan Onedera (Guão), Tcholo Medastin (Haiti).

Misteres Chipre do Norte, Tailândia, Japão, Panamá e Malásia (Foto: Concurso)

Misteres Polônia, Nigéria, África do Sul, Suécia, Índia, Portugal e Brasil (Foto: Concurso)

Ainda Chace Cheng King-Lok (Hong Kong), Rishabh Kumar (Índia), Herman Cahyono (Indonésia), Kodai Hata (Japão), Kiengkai Xouansonuandao (Laos), Chris Chan (Malásia), Manuel López (Mexico), Thiha Kyaw (Mianmar), Aryan Sitaula (Nepal), Triumph Moses (Nigéria), Kenny Guerra (Panamá), Miguel Millasaky (Peru), Michal Grudzién (Polônia), Ângelo Amaro (Portugal).

Misteres Porto Rico, China, Togo, Laos e Mianmar (Foto: Concurso)

Misteres Sri Lanka, Haiti, Vietnã, Filipinas e Republica Tcheca (Foto: Concurso)

E finalmente Edgar Irizarry (Porto Rico), Than Tung Cao (Republica Checa), Braulio Encarnación (Republica Dominicana), Madruranga Dilshan (Sri Lanca), Sebastian Jonsson (Suécia), KenanMurseli (Suiça), Kevin Chang Zhe-Wei (Taiwan), Jeerawat Vetsakol (Tailandia), Kwassy Adjamah (Togo), Houssem Saïdi (Tunisia) e Nguyễn Hùng Cường (Vietnã).

Dário Duque diante dos candidatos (Foto: Concurso)

Trajes Típicos ou Fantasias

O traje típico vencedor do Miss Universo foi a Miss Laos, On-anong Homsombath, um horror (Foto: Concurso)

A coordenação do concurso de Miss Universo tem que definir as regras para o desfile de trajes típicos. Pois atualmente as misses estão aderindo a alegorias, ou melhor, fantasias. A Miss Curaçao, Akisha Albert, estava impecável no seu traje. A Miss Espanha, Ângela Ponce, soube tirar proveito de uma espanhola linda. Também gostei do traje de Miss Zâmbia, Melba Shakabozha.

Misses Curaçao Akisha Albert e Espanha Ângela Ponce (Fotos: Concurso)

Miss Zâmbia Melba Shakabozha acertou mas, Miss México Andréa Toscano lembra uma alegoria de escola de samba (Fotos: Concurso)

Até os bofes e bofonecas estão exagerando nos desfiles. O filólogo alagoano Aurélio Buarque de Holanda explica que fantasia é uma obra de imaginação; vestimenta que se usa no Carnaval. Já o traje típico é um traje habitual de uma região. As misses do Brasil deveriam ir de baiana, de gaucha, de cangaceira, de índia, de passista, etc.

Mayra Dias, do Brasil, usou essa fantasia de Parantins (Fotos: Concurso)