Fernando Machado

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Rogéria virou purpurina

Morreu segunda-feira no Rio de Janeiro, o travesti como ela mesma gostava de ser chamada, Rogéria. Tinha 74 anos de idade e foi a partir de 1964 que Astolfo Barroso Pinto ao atuar como maquiador TV Rio, onde incursionou como parte dos caminhos de muitas divas como Emilinha Borba, Marlene, Dalva de Oliveira, Elizete Cardoso, Elis Regina, Angela Maria, Bibi Ferreira e Fernanda Montenegro. Nunca se meteu em escândalos e por conta disso, era considerada o travesti da família brasileira.

Emilinha Borba sendo maquiada por Astolfo Barroso Pinto (Foto: Divulgação)

Rogéria irradia glamour (Foto: Divulgação)

Seus amigos do Recife, quando citaríamos o coiffeur Moacir Freire e figurinista Paulo Carvalho, estavam tristes com a notícia de sua morte. O travesti Eloina, que atuou no filme Divinas Divas, estava no velório no Teatro João Caetano, em estado de choque. Grandes nomes do mundo artístico estavam lá reverenciando Rogéria. Bibi Ferreira deu um depoimento lindo para sua maquiadora. A artista performática, Rogéria, se inspirou como vedete na musa Marilyn Monroe. E como afirmava sempre, “quando a gente morre vira purpurina”.

Carnaval & Saúde

Muitas pessoas juntas, calor e suor. Consequentemente, menos higiene e mais contaminações. Para evitar que o Carnaval acabe antes da Quarta-feira de Cinzas, o cuidado com a saúde dos olhos é um dos itens que deve fazer parte da fantasia de cada folião. Para as mulheres, os cuidados estão no uso de itens como óculos, cílios postiços e maquiagem.

Ao usar sombra, rímel e purpurina, é importante prestar atenção à data de validade de cada produto, bem como não compartilhar ou pedir a maquiagem emprestada para evitar a disseminação de doenças oculares como conjuntivite e blefarite (inflamação que afeta as pálpebras). Nos informa a oftalmologista Nara Galvão, do HVISÃO.